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Marília Arraes defende união por Pernambuco e apresenta agenda de desenvolvimento para o Senado

Na Rádio Folha, candidata defendeu setor produtivo, Transnordestina, revisão do pacto federativo, avanços sociais e a reeleição do presidente Lula

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) apresentou, nesta terça-feira (15), durante sabatina da Rádio Folha, do Grupo EQM, uma agenda que combina desenvolvimento econômico, defesa de Pernambuco e avanços sociais. Marília defendeu uma atuação no Senado capaz de articular setor produtivo, trabalhadores e forças políticas para ampliar investimentos e gerar empregos.

Entre suas prioridades, colocou a revisão do pacto federativo e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR), diante do fim gradual dos incentivos fiscais, além do fortalecimento do BNDES e do Banco do Nordeste para atrair investimentos e reduzir desigualdades regionais.

“Não podemos deixar o Nordeste ser penalizado por um pacto federativo injusto. Precisamos unir as bancadas, os setores produtivos, a classe trabalhadora e dialogar permanentemente com os governos estadual e federal. É esse papel de construção de pontes que quero exercer no Senado”, afirmou.

Marília também assumiu como prioridade a conclusão do ramal pernambucano da Transnordestina, entre Salgueiro e Suape, e defendeu maior articulação da bancada para ampliar a competitividade do Estado. Na Região Metropolitana, posicionou-se contra a privatização do Metrô do Recife e defendeu investimentos na recuperação e expansão do sistema.

Na agenda social, reiterou apoio ao fim da escala 6×1 e apresentou propostas como tratamento dos sintomas da menopausa pelo SUS, Delegacias da Mulher funcionando 24 horas e creches em instituições federais de ensino superior. Também anunciou o “Pé-de-Meia Universitário” para apoiar a permanência dos jovens na universidade e defendeu a quebra da patente da tirzepatida para ampliar o acesso ao tratamento da obesidade e doenças associadas.

Marília destacou ainda sua experiência e capacidade de articulação, lembrando a aprovação da política de dignidade menstrual e a derrubada do veto presidencial à proposta quando era deputada federal. “O povo não merece pagar a conta de divergência política. É preciso ter temperança, respeito e capacidade de dialogar até com quem pensa diferente”, afirmou.

Na discussão nacional, Marília fez uma defesa enfática da reeleição do presidente Lula, relacionando a continuidade do governo à preservação das conquistas sociais e à ampliação dos investimentos. “Sempre fui, sempre sou e sempre vou ser lulista”, declarou.

Ao longo da sabatina, Marília defendeu que Pernambuco precisa recuperar força política em Brasília e se comprometeu a atuar na articulação entre bancada federal, municípios, setor produtivo, trabalhadores e governos para transformar essa representação em investimentos, infraestrutura, emprego e desenvolvimento para todas as regiões do Estado.

Foto: Crysli Viana

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