A engenheira civil Hilda Gomes é candidata à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE) nas eleições do Sistema Confea/Crea e Mútua, que acontecem no dia 03 de julho, de forma online. Se eleita, Hilda poderá se tornar a primeira mulher a presidir o CREA-PE em pouco mais de nove décadas de história da instituição em Pernambuco.
Com uma trajetória construída na engenharia pública e privada, Hilda defende a reconstrução do CREA-PE com mais presença, representatividade e compromisso com os profissionais da engenharia, agronomia e geociências. Graduada em Engenharia Civil pela Universidade Católica de Pernambuco, Hilda atua há quase quatro décadas em áreas como urbanização, habitação, saneamento, contenção de encostas, regularização fundiária e desenvolvimento urbano. Desde 1992, integra a direção da Colmeia Arquitetura e Engenharia, acumulando experiência em gestão estratégica, operacional e financeira.
Na gestão pública, exerceu funções de destaque em prefeituras pernambucanas, participando da coordenação de programas estruturadores ligados à infraestrutura urbana, saneamento e recuperação de áreas de risco. Segundo a candidata, o CREA-PE precisa estar mais próximo dos profissionais e dos desafios reais da engenharia.
“O CREA não pode continuar distante da categoria. Precisamos de um Conselho mais presente, mais moderno e mais conectado com os profissionais e com a sociedade”, afirma.
Hilda também destaca a importância da responsabilidade social da engenharia. “A engenharia impacta diretamente a vida das pessoas, das cidades e da sociedade. O CREA precisa assumir esse papel com mais responsabilidade e mais presença”, defende.
As eleições do Sistema Confea/Crea e Mútua acontecem de forma integralmente online no dia 03 de julho.
Outras propostas defendidas pela candidatura:
* valorização profissional;
* defesa do Salário Mínimo Profissional;
* fortalecimento da fiscalização;
* modernização dos serviços do CREA;
* fortalecimento das inspetorias;
* apoio aos jovens profissionais;
* defesa da formação presencial em engenharia;
* incentivo à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.


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