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Crônica de Ademar Rafael: Ano complicado? Talvez!

ANO COMPLICADO? TALVEZ!

De início desejo para cada leitora e cada leitor um ano de realizações plenas, bençãos celestiais e muita paz. Vamos precisar desse trio para superarmos as adversidades naturais do cotidiano somadas com os entraves que os anos de Eleições e Copa do Mundo produzem.

 Hoje não falaremos sobre futebol vamos dedicar nosso foco para o famigerado processo eleitoral imposto ao Brasil por uma casta amparada na falsa ideia de que eleições promovem mudança sadias e por meio dele se eterniza no poder. Trata-se de um período onde “vampiros” saem das suas confortáveis cavernas para sobrevoar nossos lares prometendo tudo e negando o dobro ao assumirem os cargos pleiteados.

Neste ponto permitam um analogia. Enquanto os “vampiros”  do folclore romeno sugam sangue e energia e são combatidos em rituais específicos, com utilização de alho, crucifixos e estacas de pratas os nossos não temem nada disto. Talvez a melhor arma para os combater fosse o voto consciente, como este artigo inexiste no nosso território eles proliferam mais que cupins, com força destruidora maior do que a de todos os insetos aqui existentes.

Meu saudoso pai há mais de 30 anos escreveu o poema “Tudo que fiz foi perdido” e nele inseriu a seguinte estrofe: “Pra mim a maior loucura/Foi com política mexer/Nela é difícil ver/Uma pessoa segura/Político é a criatura/Que mente para vencer/Pra se manter no poder/Torna-se seu inimigo/A pedido de um amigo/Faz outro amigo sofrer.” Como seria bom se a maldade dos nossos eleitos coubessem na décima de Quincas Rafael.

A cada eleição vemos que eles progridem nas ações nefastas, nos acordos espúrios e na força destrutiva das nossas riquezas por saberem que somos um povo sofrido que protesta muito pouco e desconhece seus direitos. Apesar disto tudo devemos seguir dando exemplos que não recebemos das nossas autoridades e construindo o país possível, distante do ideal.

Um comentário

  1. Lúcia da Silva 5 de janeiro de 2026

    Verdade, verdadeira

    Quando o medo governa a liberdade,
    Erguem templos à falsa lucidez
    E ajoelham perante a estupidez,
    Aclamando coleira por verdade.
    Mas quem pensa não dobra à tal vontade,
    Nem aceita mandarem se calar,
    Nem consente soldados pra domar,
    Nem tolera uma nova opressão.
    Quem nasceu pra voar na imensidão
    Não aceita jamais se rastejar.

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