

Pasmem! Um ano depois, imóvel comprado pelo Governo Municipal por R$ 200 mil segue fechado e sem utilidade em Afogados da Ingazeira – Hoje 19 de dezembro de 2025, exatamente um ano atrás, mais um absurdo da administração municipal em Afogados da Ingazeira. Nesta data em 2024, a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, por meio do Fundo Municipal de Educação, adquiriu um imóvel localizado na Rua Júlio Câmara, nº 362, pelo valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), destinado à implantação do Centro de Apoio Multidisciplinar Professora Nívea Cléa.
À época, a gestão municipal anunciava a aquisição como um avanço importante para a área educacional. Pois bem: um ano se passou, e a resposta infelizmente já é conhecida pela população, o imóvel adquirido permanece fechado, sem qualquer utilização, reforma ou adaptação que justifique o investimento realizado com recursos públicos. Até o momento, não há notícia do início das obras, tampouco de planejamento concreto para que o local cumpra a finalidade, para a qual foi comprado.
O cenário se torna ainda mais grave quando se constata que o Centro de Apoio Multidisciplinar Professora Nívea Cléa continua funcionando no antigo endereço, na Rua Dário Mascena Bastos, em imóvel alugado, obrigando o município a seguir arcando mensalmente com despesas de aluguel, enquanto um bem público, já pago, permanece inutilizado.
Tal situação representa prejuízo direto ao erário, além de violar princípios basilares da Administração Pública, especialmente os princípios da eficiência, economicidade, planejamento e moralidade, previstos no art. 37 da Constituição Federal.

A ausência de uso do imóvel adquirido demonstra, no mínimo, falta de gestão e de planejamento administrativo, frustrando a finalidade pública do investimento e gerando questionamentos legítimos da sociedade:
* Por que o imóvel foi comprado sem que houvesse condições imediatas de funcionamento do Centro?
* Por que, após um ano, nenhuma providência concreta foi adotada?
* Quem será responsabilizado pelo desperdício de recursos públicos?
Enquanto essas perguntas seguem sem resposta, o imóvel permanece de portas fechadas, simbolizando mais um episódio de ineficiência administrativa, ao passo que a população continua aguardando políticas públicas efetivas e respeito ao dinheiro do contribuinte.
A transparência e a correta aplicação dos recursos públicos não são favores — são deveres. E casos como este merecem não apenas explicações, mas providências concretas e responsabilização, para que o patrimônio público cumpra sua função social e deixe de ser apenas mais um endereço esquecido na cidade.
Concluo perguntando se será mais um elefante branco, assim como o prédio do antigo Açougue Público?
Você sabia? – Que o deputado estadual Fabrício Ferraz, esta semana fez uso da tribuna e disse que a previdência social do município de Floresta tem um rombo de R$ 11 milhões. Segundo ele, foram realizadas duas audiências públicas, mas nenhum representante da gestão municipal compareceu.
Frase – “A Alepe primou pela austeridade e independência do Poder Legislativo. Através da gestão de Álvaro obtivemos o papel de protagonista, sendo um Poder independente, altivo e ativo, tudo fruto do trabalho do nosso presidente Álvaro Porto”. (Deputado estadual Diogo Moraes, na Rede Pernambuco de Rádios, elogiou a condução de Álvaro Porto à frente da Alepe)
Prestigiou – O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, esteve nesta quinta-feira (18), prestigiando a solenidade de entrega do Título de Doutor Honoris Causa ao seu conterrâneo, cantor, poeta, escritor, compositor, Maciel Melo, honraria concedida pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
Disse – “Hoje é um dia histórico para Pernambuco, que marca o início de uma nova era. Este leilão foi construído a muitas mãos e com muito compromisso, ao longo dos últimos três anos. Esta é a maior concessão feita no Brasil pelo BNDES este ano. Temos a convicção de que este é o melhor e único caminho que temos para garantir a universalização do acesso à água e ao tratamento de esgoto no nosso Estado. Para muitos, faltar água é não tê-la por uma hora na torneira. Mas para algumas cidades de Pernambuco, significa não ter água em momento algum. Temos um governo sério, formado por gente competente e trabalhadora, mas acima de tudo, temos a confiança do povo de Pernambuco. Não há democracia sem que as pessoas tenham direito à água na torneira”. (Governadora Raquel Lyra, após o leilão da concessão parcial dos serviços de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto no Estado, realizado na B3, em São Paulo)
Perguntar não ofende -Até quando a Compesa vai deixar de maltratar a população de Afogados da Ingazeira?











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