Rompido com o senador e pré-candidato ao Governo do Estado Armando Monteiro Neto (PTB), o prefeito de Gravatá, Bruno Martiniano (PTB), continua na ofensiva contra a suposta tímida colaboração do correligionário, via emendas, para o seu município. Durante o lançamento do São João da Cidade, há pouco, em um restaurante do Recife, o gestor afirmou que alguns deputados estaduais contribuíram de forma mais expressiva que o postulante a governador.
“Ele colocou pouco mais de R$ 1 milhão em emendas em Gravatá. Para Agrestina (também no Agreste), foram R$ 10 milhões. Waldemar Borges (PSB), que é deputado estadual, nos ajudou com R$ 4 milhões. Não tem justificativa”, afirmou, enfaticamente, Bruno Martiniano. Vale a ressalva de que o socialista será apoiado pelo prefeito na sua tentativa de reeleição.
O prefeito de Gravatá anunciou, em abril, que votará no postulante da Frente Popular ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), alegando justamente essa falta de apoio financeiro ao município por parte do senador Armando Monteiro Neto.
Após perder o aliado, o parlamentar petebista, no entanto, afirmou que o PSB estaria promovendo uma tal de “bolsa eleição” para seduzir prefeitos de partidos de fora da base. A acusação foi rechaçada pelos socialistas. (Folha PE)



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