Maciel é tão simples como a ave,
Que repousa na sombra da jurema,
Ou na palma da folha de agave,
Que alastra os rincões da Borborema.
Toca bem, canta muito, é peça chave,
Do autêntico forró vindo da gema,
Sempre encontra a maneira mais suave,
Pra dar novo destino ao seu poema.
Tanto faz no teatro ou no barraco,
Sua música tem fogo de cavaco,
Fumaçando a panela sem queimar.
Andarilho, Cigano, Cantador,
O eterno “CABOCLO SONHADOR”,
Que o mundo aprendeu admirar.
Diomedes Mariano. (Setembro/2013)




Seja o primeiro a comentar