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PSICOLOGIA INFORMA

Por em 17 de janeiro de 2017

taissssss-400x600Como funciona a Psicoterapia?

Muitos, ainda hoje, acreditam no velho jargão de que psicoterapia é pra “doido”. Com isso, muitas dúvidas vão surgindo sobre o que de fato acontece no consultório. É só uma conversa? É adivinhação? Muitos medos giram em torno do que existe “naquela salinha” e hoje resolvi esclarecer um pouco. O foco da psicoterapia é mudar ou buscar o equilíbrio das emoções, pensamentos e comportamentos que não são eficientes para nossa vivência. Os problemas são os mais diversos e comuns possíveis, como problemas afetivos familiares, crises pessoal de ansiedade, crises profissionais…

Através de técnicas verbais e não verbais, o psicólogo vai ajudando o paciente a refletir sobre seus problemas, encontrando meios criativos de aliviar suas tensões e melhorar seu relacionamento consigo mesmo e com os outros que o cercam. O ideal é que a própria pessoa tenha iniciativa de procurar a psicoterapia, que não seja nada imposto por alguém, já que o resultado vai depender de sua própria vontade e comprometimento. O consultório é o lugar onde ele pode ficar muito a vontade, se abrir, ser ele mesmo. Todas as informações trocadas são sigilosas devendo seguir o parâmetro do Código de Ética do Profissional.

A primeira sessão consiste em relatar a questão que motivou a procura, o psicólogo avalia a necessidade de manter ou não a psicoterapia e a viabilidade em relação a horários e valores. Da segunda sessão em diante, geralmente são uma vez por semana e em média de 45 a 60 minutos. A durabilidade dos dias vai variar pra cada pessoa, o processo tem seu começo, meio e fim e em alguns casos o paciente desiste no cerne da terapia dificultando todo o trabalho feito anteriormente. Ele tem a autonomia de sair quando quiser, porém se faz necessário uma reflexão de tudo que foi conversado. Espero que tenha contribuído para o esclarecimento de algumas dúvidas e para o entendimento de que todos nós, por algum motivo, temos questões para serem analisadas periodicamente.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 10 de janeiro de 2017

taissssss-400x600JANEIRO BRANCO: Quem cuida da mente, cuida da vida!

O projeto Janeiro Branco teve como inspiração o Outubro Rosa, o qual é chamado atenção para a prevenção do câncer de mama. Psicólogos e profissionais de saúde vêm tendo uma grande preocupação com os altos números das taxas de depressão, suicídio e ansiedade. Por isso, em se tratando da Campanha em questão, o objetivo é mostrar para o mundo a importância do tratamento e dos assuntos relacionados à saúde mental e à verdadeira felicidade.

Ao mesmo tempo em que a Indústria Farmacêutica vem criando um universo de crescentes dependentes químico-psicológicos, as pessoas têm optado pelo suicídio como nunca antes na história. Chega a ser contraditório, algo que vem pra “me salvar”, passa a me adoecer mais. Muitas pessoas não estão satisfeitas consigo mesmas, com as suas vidas pessoais, profissionais, sociais, e assim, surgem problemas que vêm afetando crianças, jovens, adultos e idosos em todos os cantos do mundo. A falta de sentidos para viver, assim também como a troca dos valores espirituais por valores materialistas, tem comprometido o desenvolvimento de histórias de vidas com mais equilíbrio emocional, paz de espírito e, também, mais sentimentos verdadeiros de pura felicidade.

Assim, preocupada com o cenário psicológico atual das pessoas, a Campanha Janeiro Branco vem encorajar todos a mudarem suas vidas quando assim acharem necessário. É um projeto que se relaciona, direta ou indiretamente, com as relações do ser humano. Conta com a contribuição de todas as áreas do conhecimento, como psicólogos, psiquiatras, médicos em geral, advogados, juízes, promotores, enfermeiros e estudantes dos mais variados cursos que vem enriquecendo e ampliando a saúde mental para além dos consultórios clínicos.

A Psicologia Clínica pode ser decisiva nessa busca do equilíbrio emocional e restabelecimento psíquico. Participe você também do JANEIRO BRANCO, refletindo sobre a importância da questão e as maneiras de auxiliar as pessoas ao seu redor.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 3 de janeiro de 2017

taissssss-400x600A mudança que começa de dentro

Em um ano cheio de contradições, em que o ser humano foi ditado a separar pessoas por grupos, crenças, movimentos, bandeiras. Um ano em que foi abrindo-se mão do diálogo, da escuta, da tolerância. Um ano em que as redes sociais foram palcos de opiniões próprias, tidas como publicações de verdades em um texto bem redigido, muitas vezes levados pelas emoções e pela superficialidade e em que viver era sinônimo de aparência. O sentimento era de: “em que mundo estamos vivendo?!”.

Para a maioria, a impressão é que em 2016 a grande parte dos dias foi de desencontros, crises, abusos, conflitos, palhaçadas, zicas, invasões, perdas… Todas essas mudanças que não só o Brasil, mas que o mundo viveu terão impactos os quais serão sentidos bem além do tempo presente. São notícias que invadiram nosso dia a dia e que exigem “bons momentos” de reflexão.

Seria bom que em 2017, tivéssemos um olhar para quem está ao nosso lado, que a mudança começasse dentro de nós. E que em crises de Chapecó, possamos ser todos colombianos. Ser solidário pode ser algo decisivo! A nossa vivência exige fortalecimentos nas relações, construindo e desconstruindo, se for preciso. Participando, cooperando, discutindo, calibrando a paranóia e compreendendo que o outro pode não ser um inimigo e sim, um grande aliado.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 29 de dezembro de 2016

taissssss-400x600Influência dos problemas familiares na aprendizagem da criança

Os problemas são sempre frequentes nas nossas casas e fazem parte da nossa maturidade emocional, social, familiar… Mas o que isso tem haver com a aprendizagem e a educação de nossas crianças? Será que estamos sabendo lidar com eles sem prejudicar a formação de nossos filhos? Quando uma criança vai à escola preocupada com a briga que os pais tiveram no dia anterior, com a dificuldade financeira da família, com a doença do avô ou com tantas dificuldades que falamos e tentamos resolver em sua frente, será que ela terá disposição para entender o que os educadores estão ensinando na escola?

É necessário que os pais saibam a hora, o lugar, o momento de conversar e resolver tais problemas. Os adultos têm suas preocupações específicas e as crianças também tem as delas, que são: a nota da escola, o amigo que emprestou o caderno, a hora de fazer a tarefa de casa, o brinquedo que quebrou, a hora do futebol/natação… Quando sobrecarregamos os filhos com preocupações que não são delas estamos criando uma geração de crianças estressadas, desatentas e hiperativas. Elas não conseguem responder as atividades que são propícias pra sua idade e conseqüentemente não terão maturidade de responder as exigências que a vida trará mais a frente.

É natural que em alguns casos os pais conversem com os filhos mostrando a realidade familiar, porém, em torno desse diálogo é preciso haver confiança, segurança e a certeza de que a responsabilidade de solucionar os problemas não é deles e sim dos adultos. Muitas vezes a dificuldade escolar, está relacionada a problemas familiares que precisam de mais atenção. Pense nisso!

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 20 de dezembro de 2016

taisA importância do luto: sofrer é preciso!

Nos momentos de perda, é comum perguntarmos o que fazer para passar a dor do luto? Até quando ela vai permanecer dentro da gente? Mas será que é saudável sufocar essa dor ou fazer com que ela não exista mais em pouco tempo? Assim como todas as fases de nossa vida, o luto também precisa ser vivido. Tentar segurar ou guardar o sofrimento pode levar uma doença física ou emocional.

O enlutado tem a necessidade de falar da sua perda, existe um grande medo daquela pessoa ser esquecida e cabe a ele lembrá-la sempre. Porém, é preciso reconhecer a perda, aceitá-la, para assim dar-se o início de um processo o qual transformará a dor em outro sentimento que é a saudade. Mas quando o luto termina? Não necessariamente é o fim do luto, hoje se fala em final de um processo de elaboração da perda. O tempo varia de pessoa pra pessoa, alguns sentem a necessidade de falar mais da pessoa que morreu e cabe aos próximos a compreensão. Embora seja um período muito difícil, pois no luto encontra-se muito sentimento de culpa, o momento em que o enlutado começa a fazer planos sozinho e decide ser feliz de forma autônoma, é o primeiro passo para a concretização de tal elaboração.

A decisão de ser feliz, não significa trair quem já se foi. Mas isso leva um tempo específico para cada um. Muitos não conseguem lidar sozinhos com esse período, neste caso a terapia entra como um aliado para enfrentar a dor, buscando novas reflexões, elaborando respostas para os questionamentos internos e direcionando o paciente para uma reorganização nos seus sentimentos e emoções.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 7 de dezembro de 2016

taissssss-400x600Atitudes típicas de quem têm depressão e não demonstra

A sociedade, em geral, já possui um maior conhecimento sobre a depressão, mas em muitos casos o que se vê é uma concepção equivocada da doença e de seus sintomas. O resultado disso é que muitas pessoas convivem com a doença de forma disfarçada ou até mesmo não sabem que a tem. Existem algumas atitudes de quem possuem a Depressão Mascarada, são elas: a doença nem sempre vem de forma deprimida, as exigências do mundo que vivemos faz com que as pessoas demonstrem estarem bem, mas por dentro carregam um grande sofrimento.

Outro fator é que ela pode queixar-se de um cansaço constante. Mesmo dormindo muito tem a sensação de que não conseguiu descansar, gerando em si um sentimento de culpa, pois continuamente se “acha preguiçoso demais”. A pessoa também poderá ficar mais irritada com pequenas coisas do dia a dia; possui dificuldade de corresponder aos afetos e a se importar com as preocupações de entes mais próximos.Tende a ter hábitos alimentares incomum, ou come demais ou come de menos. Passa a recusar participar de atividades que antes eram prazerosas e diz que está mudando os gostos naturalmente. O humor também altera sempre, uma hora fica muito triste, outra hora muito feliz e julga ser normal, pois acha que o deprimido não tem condições de se alegrar em nenhum momento.

Tais sinais merecem uma olhar e uma atenção especial. Talvez a depressão possa estar escondida em alguns deles e a pessoa não venha tendo um tratamento adequado. É aconselhável a procura do profissional para uma análise mais restrita e possível acompanhamentos psicológicos
e psiquiátricos.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 29 de novembro de 2016

taissssss-400x600Culpa: você sabe lidar com esse sentimento?

É comum o sentimento de culpa aparecer quando alguém se arrepende por seus erros ou quando não aceita os seus defeitos. Normalmente, a culpa atinge com mais força as pessoas que possuem uma espécie de delírio de grandeza e querem ser perfeitas. O motivo é que pessoas assim sofrem com muita pressão e possuem dificuldades em admitir os seus erros.

Para começar a lidar com este sentimento, antes de tudo, é necessário assumir o sentimento de grandeza e entender que não há nenhum problema em errar. A vida não está completamente sob nosso controle. É importante também conhecer a origem do sentimento de culpa. Algumas perguntas podem ajudar: o que me faz sentir culpado? Quais são os momentos em que isso acontece?

Jamais o sentimento de culpa deve ser guardado dentro de si. Ele é muito forte e é um grande causador de doenças emocionais. As consequências podem ser graves e incluem: depressão, vícios, isolamento. O tratamento mais indicado é através de consulta e de acompanhamento com um psicólogo. Você terá a orientação e o aconselhamento adequado para se entender melhor e tratar esse sentimento perigoso.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 8 de novembro de 2016

taissssss-400x600Outubro Rosa: principais dicas de prevenção.

Outubro é um mês caracterizado por uma causa muito especial, o Outubro Rosa. Tem seu início na década de 90 nos EUA, com o objetivo de estimular a participação da população na prevenção do câncer de mama, promovendo a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença. O câncer de mama tem várias causas. Um dos mais importantes fatores de risco é a idade (cerca de quatro em cada cinco casos ocorre após os 50 anos). Outros fatores principais que aumentam o risco da doença são: Obesidade e sobrepeso após a menopausa; sedentarismo; consumo de bebida alcoólica; histórico familiar de câncer de ovário e de mama.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. Em outros países, devido aos benefícios desta estratégia na redução da mortalidade, o período para se fazer os exames é bimestral (uma vez a cada dois meses).

É importa você estar atenta aos sinais do seu corpo, pois a maior parte dos cânceres de mama é detectada pelas próprias mulheres. Independentemente da idade, todas devem conhecer seu corpo para poder identificar se suas mamas estão ou não normais. O auto-exame e também a mamografia ampliam as chances de diagnóstico precoce e aumentam as chances de cura.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 25 de outubro de 2016

taissssss-400x600As cinco doenças psicológicas mais comuns

Dentre as doenças psicológicas mais comuns vistas em nosso dia a dia, existem cinco que se destacam e merecem olhar especial. São elas: a Depressão Clínica, o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), o Transtorno Bipolar, Anorexia Nervosa e os Transtornos de Ansiedade. Algumas delas já foram citadas aqui, mas é sempre bom recordar seus sintomas.

A depressão clínica ocorre quando existe um sentimento de tristeza profunda por um longo tempo e desproporcional aos fatos. Os sintomas mais comuns são o sentimento de vazio, perda da autoestima e desesperança. No TOC o indivíduo apresenta obsessão e compulsão em determinadas situações. O portador passa a ter comportamentos considerados absurdos, porém não consegue evitá-los. Na maioria das vezes são ações e rituais repetitivos e persistentes.

O transtorno bipolar pode ser caracterizado pela alternância de momentos de depressão com outros de euforia. Não confundir com os “altos e baixos” do dia a dia, no paciente bipolar as crises são mais extremas e duradouras. Na anorexia nervosa o indivíduo vive incessantemente com o desejo de uma magreza exagerada envolvendo várias estratégias de emagrecimento e o medo de engordar continua mesmo que esteja consideravelmente abaixo do peso.

Por fim, os transtornos de ansiedade nem sempre são diagnosticados da maneira correta. Isso acontece porque sentimentos de angústia e agonia são comuns diante de situações de incerteza ou estresse. Porém, o transtorno em si ocorre quando essa situação gera um comprometimento funcional na vida do indivíduo. Em todos os casos citados, o tratamento se dá com acompanhamentos periódicos do médico psiquiatra e do psicólogo. Os profissionais, além da medicação, ajudarão a estabelecer novos comportamentos de vida que contribuirão com o equilíbrio e em alguns casos, com a cura da doença.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 18 de outubro de 2016

taissssss-400x60011Transtornos Alimentares: Causas e tratamentos

Durante as últimas semanas venho trazendo alguns tipos de Transtornos Alimentares mais desconhecidos. Hoje tirarei algumas dúvidas sobre os muitos questionamentos que foram feitos em relação às causas e ao tratamento. Como sabemos, o tratamento tem como objetivo restaurar o comportamento alimentar adequado restituindo o peso considerado normal para a idade e a altura do individuo. Como dito na última postagem, é de suma importância que esteja presente uma equipe multiprofissional para o acompanhamento com pelo menos um psicólogo, nutricionista, um médico endocrinologista e em muitos casos um médico psiquiatra.

Não descartando os fatores biológicos, psicológicos e familiares, em larga proporção, as causas também estão associadas ao aspecto sócio-cultural. A cultura exige uma pressão por manter-se magro sempre, seja apenas para atender a um padrão estético, ou pela cobrança de certas profissões, isso acaba gerando a presença de uma baixa auto-estima e tornando o indivíduo mais propenso a desenvolver um quadro dos Transtornos Alimentares.

O psiquiatra e o psicólogo são responsáveis por a reconstrução da saúde mental, eles são os profissionais mais preparados para obter a avaliação e delinear táticas para o tratamento do transtorno. A psiquiatria poderá medicar o paciente a fim de resgatar o equilíbrio do humor. Já o trabalho do psicólogo tem o objetivo de tratar as relações do indivíduo, quer seja com sua família, com a sociedade e, principalmente, consigo mesmo. O processo de psicoterapia auxilia na recuperação da auto-estima, oferecendo um caminho de descoberta das causas dos sintomas, possibilitando o lançamento de estratégias e habilidades para melhor lidar com os desequilíbrios emocionais.

 Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 11 de outubro de 2016

taissssss-400x600Conhecendo os Transtornos Alimentares ll

Semana passada trouxe dois tipos de Transtornos Alimentares, o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica e a Recusa Alimentar. Hoje falaremos de três tipos totalmente diferentes e pouco conhecidos: a Vigorexia, o Transtorno de Ruminação e a Hipergafia. Começando pela Vigorexia. Ela é um transtorno marcado por o descontentamento contínuo com a forma e a força física, levando a prática exaustiva de exercícios físicos, dietas radicais, uso de anabolizantes e outras drogas, deixando várias consequências negativas à saúde.

O Transtorno de Ruminação é a regurgitação do alimento de forma repetida, ou seja, é a expulsão do alimento sem explicações médicas. Depois do alimento ingerido, o individuo deseja, ainda que inconscientemente, que o mesmo volte para não engordar. As consequências podem ser desidratação, desnutrição, perda excessiva de peso e em casos mais graves, pode levar a morte. Por fim, a Hipergafia é quando um trauma faz com que o indivíduo tenha um episódio de compulsão alimentar extremo tentando suprir o vazio que o acontecimento deixou, causando aumento inesperado do peso, influenciando na auto-imagem, auto-estima, autoconfiança e, claro, na saúde do acometido.

É importante no tratamento de qualquer transtorno alimentar uma intervenção multiprofissional, envolvendo pelo menos um médico, um nutricionista e o psicólogo. Na psicoterapia, o foco é compreender o motivo do distúrbio e tentar restaurar o equilíbrio na saúde alimentar e emocional do paciente. Dessa maneira, todas as necessidades da pessoa serão atendidas.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 4 de outubro de 2016

taissssss-400x600Conhecendo os Transtornos Alimentares

Os Transtornos Alimentares são doenças que alteram drasticamente o comportamento alimentar. Caracterizam-se pela utilização de dietas restritivas, produtos e medicamentos para emagrecimento sem orientação especializada, que acabam resultando na necessidade de acompanhamento psicológico. As doenças mais conhecidas são a Anorexia Nervosa, A Bulimia e a Síndrome Alimentar Noturna, porém existem outras que passam desapercebidas por muitos, é o caso do Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP), Recusa Alimentar, Transtorno de Alimentação na Infância. Hoje citaremos dois tipos de transtornos, o TCAP e a Recusa Alimentar.

No Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, existe uma incontrolável ingestão de alimentos seguida de sentimento de culpa e auto reprovação bem acentuada, não ocorre nenhum comportamento de compensação para evitar o ganho de peso, ou seja, nenhuma outra atividade atrai tanto a pessoa para que se evite comer demasiadamente. Para ser caracterizado como uma doença, os momentos de crise variam de duas a três vezes na semana. Diferentemente da Recusa Alimentar, onde a pessoa usa o alimento como chantagem para conseguir algo, passando até fome para ter o que deseja. É mais frequente em crianças.

Em todos os distúrbios o psicológico é afetado de várias maneiras, seja pela preocupação da mudança física, pela baixa auto estima ou por a pessoa não conseguir enxergar que precisa de ajuda. Vendo a necessidade de tornar conhecido o tema, nos nossos próximos encontros abordaremos os demais tipos de Distúrbios Alimentares.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 20 de setembro de 2016

taissssss-400x600Criança agitada é sinônimo de hiperatividade?

É comum escutarmos o quanto nossas crianças estão mais agitadas que as de tempos atrás. O que será que vem despertando esse tipo de comportamento? A infância é uma fase de curiosidade e descoberta, e se formos analisar a época em que vivemos, percebemos que os estímulos se intensificaram; há uma grande quantidade de sons, luzes, cores, formatos de objetos que fazem com que se desperte mais o interesse das crianças e elas procurem sempre novidades.

Muitas vezes, essa busca de conhecimento pode ser confundida com o que chamamos de Hiperatividade ou TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Em alguns casos, o diagnóstico é errôneo por parte de pais e professores, e o problema vai além quando buscam alternativas imediatas como por exemplo o uso de medicamentos como Ritalina (reduz a percepção de grande quantidade de estímulos). Como todo remédio, com o uso excessivo, o seu efeito diminui, e o aumento da dose vai trazendo vários efeitos colaterais que podem prejudicar o funcionamento cognitivo de quem usa.

Para um seguro diagnóstico, é indispensável que a criança seja avaliada por um profissional qualificado (pediatra, psiquiatra, neurologista ou psicólogo). Somente ele pode identificar o transtorno. Mas, muitas vezes, as crianças ou os pais são influenciados por um pseudo diagnóstico, ou sugere-se que a criança possui o transtorno com base em “dicas” divulgadas pela mídia. As consequências acabam sendo sentidas pelos filhos.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 13 de setembro de 2016

taissssss-400x600Setembro Amarelo: Mês Internacional da Prevenção ao Suícidio

No mês de setembro, são refletidas internacionalmente as causas e meios preventivos para o suicídio. Dados da Organização Mundial de Saúde, comprovam que a cada 45 segundos um suicídio é realizado no mundo. Sua etiologia não está diretamente ligada a uma síndrome, porém os motivos que levam a pessoa a desejar, tentar ou de fato cometer o ato normalmente estão. Entre eles, podemos destacar o abuso de álcool e outras substâncias psicoativas, transtornos de ansiedade, transtornos de humor, fobias sociais, quadros depressivos, alguma enfermidade de ordem física, dentre outras.

Os meios de prevenção são bastante discutidos na comunidade internacional devido a algumas comunidades apresentarem índices suicidas bem maiores que outras e, também, pelo fato de existirem muitos métodos que facilitam o ato. Identificar as pessoas mais vulneráveis e buscar entendimento das circunstâncias que levam a pessoa tirar a própria vida são desafios propostos que irão levar a desenvolver intervenções eficazes.

A intervenção terapêutica vai primar pelo cuidado existencial do indivíduo levando-o a conhecer novas perspectivas de vida; o foco não é evitar a morte, e sim, promover situações que façam o paciente completar os desejos que sente antes de morrer. Em média, 60% dos que cometem suicídio não procuram um apoio terapêutico, por isso, é importante não tardar em buscar ajuda psicológica em qualquer estágio de alguma síndrome. Nunca se sabe até onde ela pode levar o comportamento humano.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 6 de setembro de 2016

taisContar ou não contar que meu filho é adotivo?

Para a família que adota uma criança, a maior angústia é contar, ou não, que ele(a) é adotivo(a). Há famílias e famílias, umas escondem a verdade por longo tempo, mas acabam revelando no momento que acham oportuno; outras, nunca contam a verdade, porém o(a) adotado(a) acaba descobrindo de alguma maneira; algumas famílias são pressionadas a não contarem, embora sintam o desejo de revelar tudo… Em todos os casos, a decisão se torna muito delicada e aflitiva, isso porque envolve toda uma historia de vida familiar.

Muitas vezes, o medo que os pais sentem de a verdade ser revelada a qualquer momento os faz procurar o psicólogo para “dizer” ao adotado(a) que ele(a) não é filho(a) “de sangue” e sim “de coração”. Acontece também de o próprio filho procurar o profissional, pois sente insegurança em relação ao vínculo afetivo ser prejudicado no decorrer do tempo. O importante é, antes mesmo da adoção, o assunto já ser conversado entre os pais. A decisão dos pais deve ser respeitada por todos os outros membros familiares, avós, tios, primos… A partir daí, é necessário que se desenhe a história verdadeira em que a criança vai estar inserida.

Os pais têm que estar preparados psicologicamente para isso, porém precisam entender que contar ou não, não significa que o amor que foi criado acabará um dia. Em todas essas situações, o psicólogo estará trabalhando para fortalecer o vínculo familiar de todos os membros, fazendo com que aquela verdade seja sentida e vivida do modo mais harmonioso e saudável possível.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 30 de agosto de 2016

taissssss-400x600Os medos da criança

Todos nós já tivemos alguma sensação de medo; em algumas vezes, eles são superados, em outras, aprendemos a conviver com eles mesmo durando muito tempo. Assim também acontece com os medos infantis, precisam ser bem trabalhados, se não, podem repercutir negativamente na construção do desenvolvimento emocional da criança. Por isso, não podemos ignorar o que assusta os filhos, sendo fundamental entender o que eles sentem, tentar explicar os motivos de tal situação e ter paciência para ajudar a superar a fase.

Uma causa de bastantes medos infantis reside na superproteção familiar. Intencionalmente ou não, os próprios pais evitam que os filhos passem por desafios que são inerentes ao desenvolvimento humano e, assim, eles acabam sentindo medo dos filhos sentirem medo. Isso não deve acontecer. Cada período deve ser encarado com naturalidade, haja vista que o medo é um sentimento natural que não pode ser evitado e, através dele, a autoconfiança pode ser trabalhada de modo que as crianças, ao superarem a fase, tornem-se mais sociáveis e abertas ao novo.

Dessa maneira, caso a família não consiga desenvolver um mecanismo onde possa oferecer ajuda, a busca profissional, em muitos casos com breves aconselhamentos, pode fornecer ideias para resolução ou controle do caso. O medo nem sempre é algo ruim; ele nasce conosco e nos prepara para enfrentar os desafios da vida. Um dos segredos é apoiar seu filho a entender esse sentimento usando-o como um aliado para o crescimento pessoal.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 23 de agosto de 2016

taissssss-400x600Depressão na Infância, é possível?

Com frequência, você percebe seu filho irritado sem nenhum motivo? Ou muito triste sem saber explicar o porquê? É comum ele procurar o isolamento e ser muito agressivo com os que estão à sua volta? Em geral, a depressão é associada à tristeza, mas muitos desses comportamentos devem ser analisados cuidadosamente. Quando tais sinais começam interferir negativamente no bem estar do dia a dia ou nas relações sociais, isso pode não ser somente um momento triste.

O surgimento desses comportamentos pode ter início em várias situações, como: limitações na aprendizagem escolar, instabilidade familiar, mudanças significativas na vida (exemplo: mudar de escola, de cidade, perda de algum ente querido…), bullyng, falta de autoestima, intolerância à frustação. É importante estar atento ao começo da mudança emocional da criança e a partir daí desenvolver um diálogo aberto e transparente para descobrir o que ela está sentindo. Quando o diálogo não for suficiente, é hora de buscar auxílio.

Na terapia, o psicólogo irá ajudá-lo a reconhecer suas emoções e a nomeá-las, ou seja, explicar o motivo de cada uma delas e de onde elas surgiram. Paralelamente a isso, ele irá também trabalhar a autoestima da criança, mostrando suas qualidades e sua importância no meio em que vive. A família também receberá apoio, uma vez que, em geral, o princípio dos problemas está entre os mais próximos. Assim como em todos os casos de depressão, quanto mais cedo se procura um apoio psicológico, mais rápida pode ser a recuperação.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 16 de agosto de 2016

taissssss-400x600TERAPIA DE CASAL: quando a dupla precisa de ajuda.

É bastante comum termos contato com casais que passam por séries de conflitos no matrimônio. Os conflitos na relação são normais em qualquer casal, mas, algumas vezes, a raiz do problema está no fato de que muitos procuram idealizar um parceiro que não existe, criando assim expectativa de comportamentos e atitudes que o outro não possui. Em alguns casos, as brigas são tão intensas que o casal acaba optando por buscar ajuda profissional para tentar “salvar” o relacionamento.

A terapia de casal deve ser feita no início das discussões. Ela não é somente indicada para casais em conflitos e sim para evitar os conflitos. O objetivo é manter o equilíbrio e a busca do bem estar da família. A dificuldade é que muitos procuram a ajuda psicológica depois de anos de brigas, e, em muitos casos, o elo entre o casal já está desfeito, e a terapia, por si só, é insuficiente para o sucesso.

O tempo ideal de procurar um psicólogo será sempre que o casal estiver com problemas que os entes não conseguem resolver sozinhos; a busca pelo profissional pode ser feita pelo casal ou por um dos parceiros. Se uma das partes entender que o problema parte de si, a terapia pode ser feita individualmente. Porém, se ambos sentem a necessidade de ajuda, é essencial a presença dos dois para tentar estimular um diálogo coerente. Contudo, caso isso não seja produtivo, o psicólogo poderá separar a escuta nas sessões. O intuito reside em buscar, juntamente com os pacientes, identificar as raízes da discórdia e de que maneira elas podem ser trabalhadas para que o casal consiga lidar com a mesma sem gerar um desgaste no relacionamento, levando-os a identificar seus erros e a buscar corrigi-los, permitindo, assim, reajustar o elo quebrado.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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Por em 9 de agosto de 2016

taissssss-400x6001Você conhece a Psicologia no Esporte?

Vivendo as Olimpíadas, percebemos várias emoções no rosto de cada atleta. No post de hoje vamos conhecer um pouco do trabalho do Psicólogo do Esporte. É comum escutarmos competidores dizerem antes de partidas: “temos que nos preparar psicologicamente para esse jogo”. Em jogos decisivos, o emocional fica a flor da pele e cada vez fica mais difícil o equilíbrio dos atletas. Será que somente os treinos técnico e físico são o suficiente? Ou o emocional pode ser crucial para a partida?

Frequentemente, vemos jogos que foram perdidos por demandas emocionais, medos, ansiedades, falta de motivação. Qual seria a melhor forma de evitar problemas como esses? Fornecer aos atletas respaldo psicológico é tão fundamental quanto fornecer uma alimentação balanceada.

O trabalho do psicólogo, neste campo, tem como objetivo entender os fatores psíquicos que interferem no rendimento esportivo. Não se limita a trabalhar somente com a preparação psicológica dos atletas, mas também deve se preocupar com o bem estar dos mesmos e com o trabalho em equipe, motivando todos que estão envolvidos. Exerce algumas funções como investigar processos básicos aplicados à atividade física que são sobremaneira afetados pela condição da mente humana; lida com a questão dos princípios e das técnicas psicológicas e trabalha os problemas emocionais que interferem de maneira direta e decisiva na prática esportiva. Dessa maneira, alia-se ao treinamento físico e técnico para atuar decisivamente na alta performance do
competidor.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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PSICOLOGIA INFORMA

Por em 2 de agosto de 2016

taissssss-400x6001ESTRESSE: Quando devo desacelerar?

O estresse é um sintoma da sociedade moderna que vem afetando grande parte da população, em longo prazo. Junto com ele também aparecem sintomas no nosso corpo para os quais é necessário um olhar especial. São problemas físicos, como gastrite, enxaquecas, e ainda psicológicos como, depressão e transtornos de ansiedade. Tais doenças são caracterizadas por “somatizarem” vários momentos estressantes, ou seja, quanto mais problemas, mais estresse, mais doenças vão aparecendo e, muitas vezes, ocorre que não compreendemos a origem delas.

Existem alguns sinais aos quais podemos ficar atentos para evitar o estresse, são eles: sensação de cansaço, mesmo tendo passado muito tempo dormindo; insônia; irritabilidade (você começa a se irritar por coisas que antes não eram significativas); dores e tonturas, tensão muscular. Em alguns casos, as pessoas têm náuseas, taquicardias ou apresentam algum vício que antes era desconhecido como beber ou fumar; falta de concentração e perda da memória; negatividade (a pessoa passa a ver o mundo com a sensação de que tudo vai dar errado), existe também a variação de humor na maioria dos casos.

A orientação psicológica pode ajudar a descobrir o início do problema e detectar a melhor forma de combatê-lo, uma vez que seus sintomas são semelhantes aos de outras doenças somatizantes. Também poderá ajudar a mudar os hábitos causadores do estresse, levando o indivíduo a entender que existem outras maneiras de lidar com a “correria” e as dificuldades do dia a dia.

Thaís Alves é Psicóloga Clínica (CRP: 02/17550), integrante da equipe do Centro de Diagnóstico Iracy Pires, em Afogados da Ingazeira; é mestranda em Saúde Pública e todas as terças assina a coluna PSICOLOGIA INFORMA.

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