A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informa que não houve nenhum tipo de queda no repasse de recursos ao Hospital Regional Emília Câmara, localizado em Afogados da Ingazeira. É importante esclarecer ainda que a unidade retomou a realização de procedimentos cirúrgicos eletivos (cirurgias agendadas, que não são de emergência) no início do ano passado. Até o final de 2015, o Hospital Emília Câmara estava com esse tipo de cirurgia suspensa.
Desde então, a unidade tem mantido uma média de 40 cirurgias eletivas por mês. Ao todo, incluindo procedimentos de emergência e cirurgias traumatológicas, a unidade realiza uma média de 110 procedimentos cirúrgicos por mês.
É importante esclarecer ainda que é equivocada a comparação dos repasses feitos às unidades de gestão própria e unidades de gestão por Organização Social. Isso porque, quando os custos da unidades de administração direta são divulgados, não são incluídos a principal despesa hospitalar: os gastos com a folha de pagamento, que representam cerca de 50% a 60% dos custos totais de uma unidade de saúde. Além disso, também não constam os valores gastos com alguns tipos de insumos, como energia elétrica, telefone, material de informática, alimentação, limpeza e segurança, que ficam sob responsabilidade da Secretaria Estadual de Saúde. Enquanto isso, o valor repassado para as organizações sociais é utilizado para todas as necessidades: do pagamento de pessoal, à compra de insumos, até os custos com a previdência dos trabalhadores.
Também é válido ressaltar os hospitais regionais de Arcoverde e de Afogados da Ingazeira possuem complexidades diferentes, já que o primeiro conta com o suporte de Terapia Intensiva. Por tudo isso, na realidade, os pagamentos totais realizados para os dois serviços se equivalem.
Por fim, a Secretaria Estadual de Saúde reforça que é extremamente necessária uma discussão nacional sobre o subfinanciamento crônico do setor. Nos últimos anos, há uma nítida tendência de redução da participação do governo federal nos gastos com saúde. De acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), entre 1980 e 1990, a União era responsável por mais de 70% do gasto público com saúde. Em 2000, essa participação estava em torno de 58,6%, e hoje caiu para menos de 40%. Com isso, a participação dos Estados e dos municípios – que têm menor arrecadação, no financiamento da saúde, cresceu consideravelmente. Diante desse quadro, rediscutir o financiamento tripartite é fundamental para que seja possível avançar na manutenção e ampliação dos serviços e para a própria sobrevivência do SUS.

Enquanto o Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira, recebe R$ 140 mil mês para as suas despesas gerais, o Hospital Regional de Arcoverde gerenciado por uma OS, recebe R$ 2 milhões. Sem contar que por aqui nos últimos dias os recursos diminuíram e a direção da unidade foi obrigada a reduzir de 200 para cerca de 80 cirurgias eletivas ao mês. Referência no atendimento para 12 municípios do Pajeú, o “nosso regional” está precisando da ajuda das prefeituras.
Ao som do frevo e do maracatu, ritmos que caracterizam o nosso carnaval, a nossa melhor tradição, a população de Afogados da Ingazeira pode conferir neste sábado (11) mais uma edição do “Esquenta do Carnaval 2017” na Praça de Alimentação.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, através da Secretaria de Educação realizou nesta sexta (10) o Seminário de Abertura do ano letivo da rede municipal de ensino. A Câmara de vereadores foi representada pelo Presidente, Igor Mariano (PSD) e pelos vereadores Rubinho do São João (PEN) e Sargento Argemiro (PEN). Usando da palavra, o Presidente desejou a todos os professores um bom início de ano letivo: “Espero que o ano seja muito produtivo, que nossos alunos aprendam ainda mais e que possamos continuar nos destacando com ótimas notas nos sistemas de avaliação, a câmara sempre será parceira de todas as categorias, especialmente dos professores”.
Uma nova opção de entretenimento criativo tem tomado conta do gosto das crianças em Afogados da Ingazeira. É o Cineclubinho Pajeú, um projeto incentivado pelo Funcultura, que realiza sessões de cinema gratuitas com filmes infantis, no Cine São José.
O Vice-Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, participou nesta segunda (06) do Encontro “Municípios Transparentes: excelência na aplicação dos recursos federais”, promovido pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União.



