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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

ESTADO NÃO CUMPRE ACORDO EM SERRA TALHADA, MAS INAUGURA OBRA EM GARANHUNS

O Governo do Estado, através do secretário de Saúde, Antonio Figueira, vai à Garanhuns no próximo dia 27 para ampliar o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) para mais 18 cidades. O Samu da “Cidade das Flores” começou a funcionar desde a semana passada atendendo a Garanhuns e Lajedo, no agreste. Enquanto isso, Serra Talhada ainda espera pelo aporte financeiro  do Estado, cerca de R$ 320 mil, para concluir o equipamento que vai atender 35 municípios da região, segundo o Blog Farol de Notícias.

Em março de 2012, o secretário Antonio Figueira visitou as obras do Samu na companhia da secretária de Saúde Socorro Brito, prometendo, inclusive, inaugurar a central de regulação num prazo de 90 dias. Tanto a prefeitura como o Governo Federal já deram sua contrapartida financeira. Entretanto, o Governo do Estado ainda não emitiu qualquer nota sobre o assunto e pode contribuir para atrasar o calendário de obras.

Quando inaugurado, o Samu vai dispor de 29 ambulâncias atuando na macroregião, sendo 24 unidades básicas que contam com motorista, enfermeiro e técnico de enfermagem e mais 5 unidades avançadas, que conta com a mesma equipe mais um médico.

ESPAÇO DO INTERNAUTA

Compromisso e responsabilidade: o caso do HC/UFPE

Em recente artigo de opinião, assinado por Edgar Victor “Responsabilidade com a opinião pública”, publicado pelo DP (18/5), o autor, respeitado cardiologista e professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), se saiu em defesa da administração central da UFPE e da administração do Hospital das Clínicas (HC), em um caso claro de negligência, de irresponsabilidade, de tolerância ao irregular funcionamento e ao sucateamento imposto ao HC pelos seus gestores.

Após análise breve e superficial, na qual tenta minimizar a situação do HC/UFPE, mostrando que outros Hospitais Universitários (HU’s) do país passam por situação similar, o autor aponta a criação, pelo governo Federal, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) como a “solução de choque” para a situação dos HU’s. Cita en passant que existem “interesses outros e não puramente acadêmicos” por trás da situação calamitosa a que chegou os HU’s. Mas não diz uma palavra sobre a responsabilidade dos governos e dos administradores públicos com esta situação. E nem fala que a criação desta empresa fere mortalmente a autonomia universitária, defendida pelo nobre professor em outro momento político.

Ao citar a eleição a reitor na UFPE, em 2003, que “conseguiu superar a crônica dependência das injunções político-partidárias locais” e escolher o professor Amaro Lins como um reitor “comprometido, com uma visão de estado, ligado às causas populares”, o reconhecido profissional dos problemas do coração excedeu-se. Todo mundo sabe da ligação umbilical do referido ex-reitor (2003-2011) com o Partido que chegou ao poder no mesmo tempo de sua primeira eleição. Tanto é que – após a sua gestão – o mesmo foi indicado para um relevante cargo no Ministério da Educação (Secretário de Educação do Ensino Superior – Sesu), ocupando também o cargo (vejam só!) de substituto do presidente do Conselho de Administração da Ebserh. Competência? Nem um comentário sobre a promessa de campanha do atual reitor (apoiado pelo professor Amaro para sucedê-lo) se posicionando publicamente contrário à medida provisória que criou a Ebserh. E que – depois de eleito – mudou de lado.

Não fala que a Ebserh é uma empresa pública, definida pelo Decreto lei nº 200 (25/2/1967) como “entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital exclusivo da União, criada por lei para a exploração de atividade econômica que o Governo seja levado a exercer por força de contingência ou de conveniência administrativa, podendo revestir-se de qualquer das formas admitidas em direito” (redação dada pelo Decreto-Lei nº 900, de 1969 – período de governos militares).

Omite também o fato de como se deu a criação da Ebserh. Na calada da noite, em pleno período de festas natalinas, em 31 de dezembro de 2010, o governo Lula editou a medida provisória nº 520, autorizando o poder executivo a criar a Ebserh, de maneira autocrática, sem nenhuma discussão com as partes interessadas da população brasileira.

Outro ponto que merece reparo é a tentativa do articulista de desqualificar a crítica, taxando aquele que a fez de não entender do assunto. Postura preconceituosa, mesquinha e antidemocrática, como se o assunto Ebserh interessasse somente a alguns. E somente estes iluminados pudessem opinar e discutir sobre o assunto que, diga-se de passagem, tem a ver com a saúde pública neste país. Existe a tentativa (no referido artigo) de claramente restringir a discussão ao víeis técnico e administrativo, como se esta não fosse uma questão política. Desacreditar a crítica, com afirmativas como “não sabe sequer o que é um hospital”, faz parte de um discurso autoritário, que não cabe ao outrora ilustre professor, mesmo sendo feita em defesa de um amigo seu.

O que mais surpreende é o ataque gratuito (calunioso?) a uma parcela (majoritária?) de funcionários (docentes e técnicos administrativos) que “preferem continuar sem condições adequadas e, portanto sem trabalhar”. É sempre mais fácil responsabilizar o trabalhador, a população. Para aqueles que preferem que o HC continue na situação deplorável em que se encontra, e que não querem trabalhar, existem mecanismos internos de punição, que cabe aos gestores acionar. Não o fazem porque são também responsáveis, são coniventes com o descalabro. E aí, como citado no artigo publicado no DP (4/5), “UFPE: omissão sem omissão”, merecem igual tratamento punitivo. E se não punem, os gestores prevaricam, toleram erros e são indulgentes com o funcionamento irregular do Hospital.

É lamentável essa defesa apaixonada, emocional, feita à administração da UFPE (e do HC). Demonstra um descompromisso com a verdade dos fatos. E tenta – de maneira irresponsável, caluniosa – macular o passado e o presente de um professor dedicado verdadeiramente às causas populares, e comprometido integralmente com uma universidade pública, democrática, gratuita, autônoma e de qualidade.

Por: Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco

COLUNA DO FINFA

Rejeitada – A Câmara de Tabira esteve reunida ontem à noite para votar em 2º turno as contas do ex-prefeito Dinca Brandino-foto (PSB), exercício 2010. O placar do 1º turno foi repetido, 7 a 4 pelo parecer do TCE. O Tribunal de Contas de Pernambuco sugeriu a rejeição, não foram alcançados os dois terços, o ex-prefeito Dinca Brandino,teve mais uma prestação de contas rejeitadas
Sem direção – O Hospital Regional Emília Câmara de Afogados da Ingazeira, encontra-se sem direção. Ivaneide Costa que era a diretora, se encontra em Recife desde o dia 30/04/2013 e até agora não se sabe quando a mesma voltará, segundo uma fonte informou a este blogueiro, a ausência de Ivaneide deve-se porque a Secretaria de Saúde não está pagando o hotel em que ela fica hospedada. Quem está respondendo pela direção do Hospital Regional é  Enfermeira Daiane Nunes (terceirizada da Secretaria Estadual de Saúde).
Condenado – O ex-vereador de Bocaiúva, no Norte de Minas, Edson Cândido da Silva (PP) foi condenado pela Justiça a três anos de prisão, substituídos por penas alternativas, pela acusação de recebimento de propina de R$ 7 mil para votar favoravelmente, em março de 2011, a um projeto de lei que autorizava o município a receber empréstimo do governo federal, inserido no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II), no valor de R$ 3,4 milhões para obra de asfaltamento de ruas.
No Congresso – Os mais experientes lamentavam a nova explosão do presidente do STF, Joaquim Barbosa, que criticou o Congresso e os partidos.
Placa – Repartição pública sem direção é assim, olhe a placa do Hospital Regional Emília Câmara de Afogados da Ingazeira.
Foto: Júnior Finfa
Sexta-feira – A Churrascaria ‘O CAIPIRÃO’, localizada na PE-283, 4km antes da cidade de Ingazeira,  promove na próxima sexta-feira (24), a partir das 20hs, uma noite romântica, com Gustavo Pinheiro.
Perguntar não ofende – Na região do Pajeú não existe ninguém com capacidade para assumir a direção do Hospital Regional Emília Câmara?

ESTÁ SE ACABANDO

 

O novo curral do gado de Afogados da Ingazeira, que  foi inaugurado no dia 28 de dezembro de 2012, pela gestão passada,  está se acabando mesmo, como o blog denunciou anteriormente.

 

Em contato com este blogueiro, um morador das proximidades,  afirmou que os arames estavam quebrados, o blog foi constatar a veracidade da informação.  Pura verdade! (Fotos: Júnior Finfa)