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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

ESTUDANTES VÃO ÀS RUAS DE SERRA TALHADA NO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Centenas de estudantes de escolas públicas tomaram ruas e praças de Serra Talhada nesta quarta-feira (5) em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje. O ato, organizado pela escola Solidônio Leite, contou com o apoio da Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A passeata serviu como alerta para a urgente mudança de postura da população frente às mudanças climáticas, o avanço da poluição e do desmatamento.

O governo de Serra Talhada promove, desta a última segunda-feira (3), uma série de atividades em alusão à Semana do Meio Ambiente. Durante a programação, a Prefeitura divulgará o resultado do concurso de redação realizado junto às escolas públicas e privadas do município com o tema “A Importância da Coleta Seletiva para o Meio Ambiente”.

Ainda nesta manhã, o secretário municipal de Meio Ambiente Euclidez Ferraz realizou palestra na escola Chico Mendes sobre a importância da coleta seletiva. “Nosso foco é realizar um trabalho de educação ambiental junto às crianças e adolescentes. Porque essa é a geração que pode começar a fiscalizar as ações dos próprios pais, incentivando-os para uma mudança efetiva de comportamento em favor do meio ambiente”, comentou.

Na programação da Semana do Meio Ambiente, o governo municipal promove, às 19h, nesta quarta-feira, palestra no auditório do Itep (Instituto Tecnológico de Pernambuco) com o professor universitário e ambientalista nicaraguense Tisson Ramon Ortega. Ele irá debater sobre ética ambiental.

Já no dia 7 de junho, acontece a premiação aos estudantes de escolas públicas e privadas que participaram do concurso de redação promovido pela Secretaria de Meio Ambiente. A solenidade está prevista para acontecer na sala de reuniões da Prefeitura de Serra Talhada, com a presença do prefeito Luciano Duque. (ASCOM) 

DEPUTADO RODRIGO NOVAES COMEMORA O INÍCIO DO ABASTECIMENTO D’ÁGUA NO DISTRITO DE NAZARÉ DO PICO

O deputado Rodrigo Novaes (PSD) foi a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado, nesta terça-feira (04), para comemorar o início do abastecimento d’água no distrito de Nazaré do Pico, em Floresta. Até então, o fornecimento para mais de 400 famílias era feito com água de poços artesianos, sistema que já estava entrando em colapso na localidade.

 Novaes aproveitou a oportunidade para agradecer ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e à Compesa, pela agilidade nas obras, solicitadas pelo parlamentar há cerca de dois meses.

 Ainda durante seu pronunciamento, Novaes falou da vontade em o início das obras da segunda etapa da Adutora, que irá contemplar o município de Carnaubeira da Penha, melhorando, assim, a situação dos moradores da região.

PORTEIROS COMEMORAM DATA DA PROFISSÃO, MAS AINDA SOFREM COM AS IRREGULARIDADES PRATICADAS PELOS CONDOMÍNIOS

O crescimento do mercado imobiliário no Estado, e em especial na Região Metropolitana do Recife, faz crescer também o número de trabalhadores em condomínios, popularmente conhecidos como porteiros. Estima-se que as vagas de empregos crescem de 10 a 15% ao ano. Esses profissionais, entretanto, têm suas atribuições frequentemente confundidas com as de outros trabalhadores que também atuam em residenciais. No próximo domingo (09/06), a categoria celebra o Dia do Porteiro, mas ainda sofre com as irregularidades praticadas pelos condomínios da Região Metropolitana do Recife.

Entre as principais irregularidades praticadas pelos condomínios e edifícios estão o desvio de função, a carga horária excessiva e o não pagamento de direitos como férias, 13º salário e ticket. A Convenção Coletiva da categoria prevê, por exemplo, que o porteiro é o responsável apenas pelo controle de quem entra e sai do condomínio, além disso, deve receber as correspondências e encomendas. Logo, porteiros não podem realizar atividades de limpeza e manutenção.

Também de acordo com a legislação trabalhista, os funcionários de condomínio têm os mesmos direitos que qualquer outro trabalhador, inclusive, a aplicação de banco de horas e jornada de trabalho com menos de 44 horas semanais recebendo salário proporcional a jornada. Mas muitos condomínios não têm seguido as leis. As irregularidades estão sendo identificadas pela atuação do Setor de Base o Sindicato intermunicipal dos Empregados de Edifícios e Condomínios (SIEEC/PE), que vem desenvolvendo uma atividade de fiscalização em condomínios e residenciais, localizados nas cidades de Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Recife.

ARMANDO MONTEIRO: “DIALOGAMOS BEM COM O PT E O PSB”

Veja abaixo a entrevista que o senador Armando Monteiro (PTB/PE) concedeu nesta segunda-feira (3) à Folha de S.Paulo (Folha Online) e que foi publicada nesta terça (4):

Senador coloca em dúvida aliança de Campos e admite se aliar ao PT

Cotado para disputar o governo de Pernambuco em 2014 com o apoio de Eduardo Campos (PSB), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) admite concorrer por uma outra coligação, da qual participaria também o PT, e coloca em xeque a aliança mantida pelo presidenciável do PSB.

Ex-presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Monteiro Neto critica a tese do “hegemonismo partidário” do PSB, segundo a qual a sigla presidida por Campos buscaria o nome para a sucessão pernambucana apenas dentro do próprio partido.

“Quero saber até que ponto nessa aliança existem parceiros ou partidos de duas classes”, disse. “Se existem aqueles que andam no banco da frente e outros que estão condenados a andar no banco de trás.”

Uma nova aliança de partidos em Pernambuco interessa ao governo federal, que precisa montar um palanque forte no Estado para a presidente Dilma Rousseff, caso Campos confirme sua candidatura à Presidência.

Aliado de Campos, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), também é cotado para mudar de partido e participar dessa chapa aliada ao governo federal.

Em entrevista à Folha nesta segunda-feira (3), Monteiro Neto disse que não faz parte de “nenhum entendimento” e afirmou que sua candidatura ao governo do Estado independe de uma decisão do PTB em relação a coligações nacionais.

Folha – Quem o PTB tende a apoiar para presidente da República?
Armando Monteiro Neto – O PTB é um partido que vive uma situação curiosa. As bancadas no Congresso estão muito alinhadas com o governo, e a executiva, por conta da força e da liderança do presidente [licenciado] Roberto Jefferson, que tem uma ligação diferente com o governo, não tem esse mesmo alinhamento. Mas muitos atuam no partido para que se busque uma posição convergente.

Hoje a executiva tende a apoiar quem?
O Roberto Jefferson está afastado, e o presidente interino, Benito Gama, é uma pessoa ligada a ele e, pelo que se fala, há uma perspectiva de que venha a participar de uma posição no governo. Seria sintomático ele vir a participar de algum espaço no governo.

O PTB com Dilma fecharia uma janela para o senhor na disputa pelo governo de Pernambuco?
Eu não diria isso. Do mesmo modo que o governador tem o grau de liberdade dele para poder decidir seu processo sucessório, eu também tenho um grau de liberdade, na medida em que não sou parte de nenhum entendimento que passe por apoio nacional. Há entendimentos e conversas que o governador manteve com o partido que nem foram intermediados por mim. O governador tem seus canais também.

Então o sr. se sente à vontade para trabalhar sua candidatura a governador independentemente de uma decisão a nível nacional do PTB?
Eu acho que sim. A minha candidatura não está condicionada a esse processo do partido a nível nacional. É claro que um alinhamento seria desejável, mas não é algo que condicione essa posição. O PTB tem uma condição de mobilidade natural. Estamos inseridos num campo em que coerentemente estivemos ligados ao PT e ao PSB. Dialogamos bem com os dois partidos.

Um alinhamento com a presidente Dilma facilitaria uma reaproximação com o PT no Estado?
É uma outra hipótese. No Congresso eu integro a base do governo federal. Fui eleito em 2010 em um palanque com o PSB e o PT.

O sr. considera sair em uma chapa com o PT e o ministro da Integração Nacional?
Isso não está posto porque ainda não temos definições claras no processo. O governador não assume sua candidatura à Presidência. O PT está no governo dele [Campos], e o PSB está no governo Dilma. E o PTB está no governo dele aqui. Não há ainda algo que indique que essas figuras estarão separadas. Mas vai haver um momento em que ele terá de explicitar as posições. E aí veremos se isso corresponderá a um distanciamento, a um rompimento.

A sua candidatura ao governo independe de um acerto com o governo do Estado?
Eu estou numa aliança cujo condutor natural do processo é o governador. Nós estamos aguardando o encaminhamento desse processo, que poderá se dar de forma a termos um único palanque em Pernambuco ou termos dois palanques. Isso vai depender de uma decisão do governador, se ele é ou não candidato a Presidência. E com relação ao encaminhamento da sucessão [estadual], a partir daí, também da explicitação de critérios políticos que vão orientar isso.

O governador parece querer um candidato do próprio partido.
Fala-se em alguns círculos aqui num certo hegemonismo partidário, ou seja, que o candidato tem que ser do partido dele. Isso é uma condição para o processo? Na essência é uma certa negação do espírito de aliança. É como se houvesse na aliança partidos de duas classes. Eu quero saber até que ponto nessa aliança existem parceiros ou partidos de duas classes. Se existem aqueles que andam no banco da frente e outros que estão condenados a andar no banco de trás.

O sr. considera que a mudança de partido do vice-governador, João Lyra Neto, do PDT para o PSB, é um indicativo de que ele será o candidato da aliança?
Eu acho que um vice-governador tem credenciais para postular o cargo, mas para isso ele nem precisaria mudar de partido. Até que ponto isso foi uma exigência do PSB ou correspondeu a um ato do vice-governador eu não tenho essa resposta. Mas sei que ele já declarou um desconforto dele e do partido. Então posso entender que isso se deu muito mais por motivação pessoal do que por exigência externa.

O governador diz que só cuida de 2014 em 2014. O calendário de quem está no poder pode ser igual ao de quem espera uma decisão?
Alguém disse com propriedade que todos têm seu próprio relógio. O nosso está na sintonia da aliança. Mas eu tenho impressão que a definição não poderá ser no ano que vem. Não digo nem pela vontade do PTB, mas pela dinâmica do processo político. Essa definição da candidatura nacional vai esperar até o próximo ano? Me parece que não. E isso vai condicionar os outros movimentos. Estamos em junho e já há um caldo, tanta especulação, tantos movimentos identificados. Eu acho que até setembro essas coisas têm que estar mais ou menos definidas, encaminhadas.

O sr. também vai se definir até setembro?
Até lá nossa aliança no Estado tem que tomar um rumo. O que eu posso dizer é que o PTB tem legitimamente a aspiração de conduzir um projeto político-administrativo no Estado. Portanto nós temos a nossa autonomia, a nossa própria identidade, a nossa trajetória que nos autoriza a aspirar um projeto próprio.

OPINIÃO DO PERNINHA

Portal da transparência 
Ultimamente, o termo Portal da Transparência vem sendo bastante difundido nas relações governo/sociedade e, notadamente, em boa parte dos Órgãos Públicos da Administração Indireta. Apesar de soar muito bem aos nossos ouvidos e nos passar uma ideia de seriedade no trato com as coisas públicas, em determinadas situações, esse portal é de difícil aplicabilidade e, ao que me parece, ainda não chegou a Afogados da Ingazeira.
Uma cidade que se diz politizada e em que os seus administradores apregoam em alto e bom som que o seu povo é livre e consciente não pode – e nem deve – conviver com arbitrariedades ou aberrações praticadas por quem quer que seja.
Para ser mais direto, me refiro à sessão ordinária da Câmara de Vereadores ocorrida no dia 22 de maio onde, após a chamada nominal dos parlamentares feita pelo 1º Secretário, Renaldo Lima (PV), o presidente da casa, Augusto Martins (PTB), após a leitura da ata da sessão anterior e a apresentação de alguns requerimentos, mandou arquivar um deles, de autoria da vereadora Maria Antonieta (PPS), porque os vereadores governistas pediram vistas.
Não sei o que o termo vistas veio fazer ali, o que sei é que o requerimento em tela solicitava cópias dos Processos Licitatórios relativos aos exercícios de 2012 e 2013 sobre o transporte escolar em nossa cidade.
A matéria divulgada sobre esse assunto nos blogs regionais dá conta de que alguns vereadores da situação ainda argumentaram que não se pode prestar um serviço de qualidade com baixo custo e que tudo estava dentro dos padrões de normalidade. O mais curioso, segundo a mesma matéria, é que os vereadores que saíram em defesa da licitação em tela, são conhecidos por chegarem mudos e saírem calados quando das realizações das sessões ordinárias da Câmara. 
Ora meus Senhores: o norte da discussão não é se o serviço está caro ou barato; se esse serviço é bom ou ruim; ninguém falou em suspeita de superfaturamento ou qualquer indício de irregularidade. A pretensão é de que seja aplicado o  Portal da Transparência. Se tudo está dentro da legalidade, por que tanto mistério? Até parece a famosa “caixa preta” usada nas aeronaves. Então vamos abri-la e mostrar para a população. Assim damos um tiro nessa história e passamos a cuidar de outras prioridades. Ou não temos do que cuidar? E os compromissos assumidos nos palanques?
A vereadora Antonieta apresentou o requerimento porque a sociedade cobra e eles (vereadores) têm um papel que assumiram com os seus eleitores. Não é somente ela que quer saber, somos todos nós. Ela está apenas cumprindo com o seu papel. O que há de errado nisso? E os outros vereadores da oposição vão ficar de braços cruzados? Ou não temos mais oposição? São outros questionamentos que a sociedade exige respostas.
O que me causou mais espanto foi o comportamento do meu querido amigo e Presidente da Câmara, Augusto Martins. Conhecendo o cargo como ninguém, por onde passou em várias legislaturas, e ainda mais tendo sido vice-prefeito por dois mandatos, não poderia agir de forma deselegante com a sua colega de bancada. Pouco importa se o requerimento parte da oposição, ou não. Temos que aprender a conviver com as duas faces da moeda; caso contrário, não serviremos para a política. E o Augusto sabe muito bem disso.
É bom que se registre que eu não estou aqui com poderes outorgados para representar a vereadora Antonieta, ou quem quer que seja. Estou exercendo a minha cidadania e, através desse meio de comunicação, venho manifestar o meu repúdio a esse acontecimento desagradável, ocorrido em nossa querida cidade, o qual fere os princípios da ética e cria um clima de convivência pouco  recomendável já que não traz benefício algum.
Finalizando, quero deixar claro que o meu comentário não tem a intenção de atribuir qualquer demérito ao presidente da casa, mas, volto a insistir: o meu amigo Gugu ou “o camaradinha”, como o costumo chamar, ficou muito mal na fita e esse tipo de conduta não acrescenta nada a nossa tão anêmica Democracia.
Por: Danizete Siqueira de Lima.