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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

Mais um partido reafirma apoio à reeleição de Rodrigo Pinheiro

Nesta terça-feira (27), em mais uma reunião com lideranças políticas, o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB), esteve com Ricardo Teobaldo, vice-presidente estadual do Podemos, que reafirmou o compromisso de seguir com Pinheiro em sua reeleição. O presidente municipal do partido, Anderson Luiz, também esteve presente no almoço.

“Quero agradecer, mais uma vez, a confiança e o apoio do ex-deputado federal Ricardo Teobaldo e do presidente do partido, Marcelo Gouveia. Essa importante adesão do Podemos vem para ampliar ainda mais a nossa base e fortalecer o nosso grupo. Não tenham dúvidas de que o nosso principal objetivo sempre será de trabalhar em prol do desenvolvimento do município de Caruaru”, disse Pinheiro.

Patriota sugere ampliação do “Bônus Livro” para estudantes da Rede Estadual de Ensino

O deputado estadual José Patriota (PSB) apresentou a Indicação Nº 5491/2024 na Assembleia Legislativa de Pernambuco, propondo ao Governo do Estado a ampliação do “Bônus Livro”, já oferecido aos servidores, a ser destinado aos estudantes da Rede Pública Estadual de Ensino. Publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial, a iniciativa visa criar um benefício financeiro para a aquisição de obras literárias, estabelecendo uma política de incentivo à leitura entre os alunos das escolas públicas do estado.

O deputado destaca a importância de alinhar essa proposta com a já existente Lei Estadual nº 18.410, de 23 de dezembro de 2023, que institui o “Bônus Livro” para os servidores efetivos e contratados por tempo determinado da Secretaria de Educação e Esportes. A proposta atual busca estender esse benefício aos estudantes da rede pública estadual. “Estamos propondo o ‘Bônus Livro’ como um incentivo crucial à leitura para os estudantes da nossa rede pública estadual. Essa medida não apenas fortalecerá o setor livreiro em Pernambuco, mas também cultivará o amor pela leitura, essencial para o desenvolvimento educacional”, afirmou.

Patriota também destaca a importância de que o Poder Executivo considere a pauta. “Essa é uma solicitação justa para o Governo do Estado, que, ao atender a esta indicação, estará contribuindo significativamente para o aprendizado e, consequentemente, para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pernambucanos”, enfatizou.

Duque cobra solução à Compesa para falta d’água no sertão

O deputado estadual Luciano Duque se reuniu hoje (27), na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), com o diretor regional do órgão, Igor Galindo, e o chefe de gabinete da presidência da entidade, José Virgínio, para tratar de temas pertinentes ao abastecimento de água do sertão do Estado.

Na pauta, as adutoras de Serra Talhada; Redenção em Santa Maria da Boa Vista; e Bom Sucesso em Tuparetama, além do fornecimento de água em Parnamirim, São José do Egito, Triunfo, Orocó e Santa Maria da Boa Vista. “Estivemos, mais uma vez, na Compesa para tratar assuntos importantes para os municípios do interior do estado. Nosso mandato não vai parar até termos solucionados as demandas da população que sofrem com a falta d’água”, disse.

Federação ou coligação partidária: qual a melhor escolha para agregar partidos políticos?

Atualmente, há duas formas de os partidos políticos se unirem para disputar uma eleição: por meio de uma coligação ou de uma federação. Apesar de algumas semelhanças, há diferenças importantes entre elas, como a duração da aliança e a sua abrangência. Enquanto a coligação só vale para o período eleitoral, a federação tem duração mínima de quatro anos. Já em relação à abrangência, a federação obrigatoriamente é nacional, ao passo que a coligação pode ser apenas regional. Outra diferença é que as coligações valem apenas para eleições majoritárias; já as federações partidárias podem apresentar concorrentes a todos os cargos, tanto nas eleições majoritárias quanto nas proporcionais.

Federações

Inovação introduzida pela Lei nº 14.208/2021, as federações podem ser formadas por dois ou mais partidos políticos e têm duração mínima de quatro anos, com prazo final indeterminado — ou seja, a aliança estende-se após o período eleitoral. Em 2024 ocorrerá a primeira eleição municipal com a participação das federações partidárias.

Justamente por esse caráter mais permanente e pela sua abrangência nacional, a tendência é que se reúnam em federações legendas com afinidade programática, o que não necessariamente ocorre nas coligações. A união pode funcionar como um teste para eventual fusão ou incorporação.

A aliança formada por meio de federações vale tanto para eleições majoritárias (para a Presidência da República, Senado Federal, governos de estado ou prefeituras) quanto proporcionais (para a Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e câmaras municipais).

No caso das eleições proporcionais, para a distribuição das cadeiras nas casas legislativas, são somados os votos dos partidos que integram a federação e aplicados os quocientes eleitoral e partidário. Dessa forma, a federação pode ajudar legendas menores a superarem a cláusula de barreira e continuarem a existir.

Em relação à cota de gênero nas eleições proporcionais, ela deve ser atendida tanto pela lista de candidaturas da federação quanto individualmente pela lista de cada partido que a integra, de acordo com resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovada em dezembro de 2021.

A norma também determinou que a aplicação irregular de recursos públicos transferidos entre legendas da mesma federação acarreta a desaprovação das contas tanto do partido beneficiado quanto do partido doador. O objetivo da medida é tornar inócua eventual utilização de uma das agremiações como intermediária para a prática de irregularidades.

Para participar da eleição, a federação precisa ser constituída até o prazo final das convenções partidárias (5 de agosto do ano eleitoral) e que o seu registro tenha sido deferido pelo TSE até seis meses antes do pleito.

Para obter o registro, é preciso constituir uma associação, registrada em cartório de registro civil, com personalidade jurídica distinta da dos partidos. A federação deve ter ainda um estatuto próprio, com regras sobre fidelidade partidária e sanções para quem não seguir as orientações de votação, por exemplo.

Se um partido sair da federação antes de quatro anos, não poderá utilizar recursos do Fundo Partidário até o final do período que faltaria para concluir esse prazo mínimo. Também não poderá entrar em outra federação nem celebrar coligação nas duas eleições seguintes.

As federações podem ainda fazer coligações para cargos majoritários com outros partidos políticos. No entanto, os partidos que integram uma federação não podem se coligar a outras legendas de forma isolada.

Nos estados, no Distrito Federal e nos municípios o funcionamento da federação não dependerá de constituição de órgãos próprios, bastando que exista, na localidade, órgão partidário de algum dos partidos que a compõe.

A manutenção e o funcionamento da federação serão custeados pelos partidos políticos que a compõem, cabendo ao estatuto dispor a respeito.

As controvérsias entre os partidos políticos relativas ao funcionamento da federação constituem matéria interna corporis, de competência da Justiça Comum, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral para dirimir questões relativas ao registro da federação e das alterações previstas resolutivamente, ou que impactem diretamente no processo eleitoral.

Existem atualmente três federações, que tiveram seu registro deferido em maio de 2022 e, portanto, têm o prazo mínimo de duração até maio de 2026: Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), Federação PSDB Cidadania e Federação PSOL Rede.

Coligações

As coligações para eleições proporcionais foram extintas em 2017, mas continuam valendo para as disputas dos cargos majoritários. Estão previstas na Constituição Federal, no Código Eleitoral e na Lei das Eleições, entre outros diplomas legais.

De natureza puramente eleitoral, as coligações extinguem-se automaticamente após o pleito. Podem ter abrangência municipal (nas disputas para prefeituras), estadual (para governos estaduais e Senado) ou nacional (para a Presidência da República).

Atualmente, não existe obrigatoriedade de vinculação das coligações em âmbito nacional, estadual e municipal (a chamada verticalização). Apenas não é permitido que partidos coligados para a eleição de um governador ou governadora façam uma coligação diferente para o cargo de senador ou senadora, segundo decisão do TSE de 2022. No entanto, é permitido que os partidos coligados na eleição para o governo lancem candidaturas isoladas ao Senado.

O partido político ou a federação que formar coligação majoritária somente possui legitimidade para atuar de forma isolada, no processo eleitoral, quando questionar a validade da própria coligação, durante o período compreendido entre a data da convenção e o termo final do prazo para a impugnação do registro de candidatura; sem excluir a Iegitimidade do partido político ou da federação para isoladamente impugnar candidaturas, propor ações, requerer medidas administrativas relativas à eleição proporcional.

A união de partidos para disputar uma eleição traz vantagens para as campanhas eleitorais, como mais tempo de televisão, rádio e a possibilidade de receber verbas dos outros partidos integrantes.

As coligações devem ser celebradas durante as convenções partidárias, que se realizam de 20 de julho a 5 de agosto do ano eleitoral. Cada coligação precisa ter um nome próprio, que tem que ser exibido nas propagandas eleitorais, acima das legendas de todos os partidos que a integram; porém a denominação própria, que poderá ser a junção de todas as siglas dos partidos políticos que a integram, sendo a ela atribuídas as prerrogativas e obrigações de partido político no que se refere ao processo eleitoral, devendo funcionar como um só partido político no relacionamento com a Justiça Eleitoral e no trato dos interesses interpartidários.

A denominação da coligação não poderá coincidir, incluir ou fazer referência a nome ou a número de candidata ou candidato, nem conter pedido de voto para partido político ou federação. A Justiça Eleitoral decidirá sobre denominações idênticas de coligações, observadas, no que couber, as regras constantes da resolução relativas à homonímia de pessoas candidatas.

Os partidos políticos e as federações integrantes de coligação devem designar uma ou um representante, que terá atribuições equivalentes às de presidente de partido político no trato dos interesses e na representação da coligação no que se refere ao processo eleitoral perante a Justiça Eleitoral pela pessoa designada ou por delegadas ou delegados indicadas (os) pelos partidos políticos e federações que a compõem.

Federações x Coligações

Para entendermos melhor discorremos às semelhanças e diferenças entre as federações e coligações partidárias; entretanto podem participar de uma eleição: o partido político e a federação que, até seis meses antes da data do pleito, tenham registrado seus estatutos no TSE e tenham, até a data da convenção, órgão de direção, definitivo ou provisório, constituído na circunscrição, devidamente anotado no tribunal eleitoral competente, de acordo com o respectivo estatuto partidário; e na federação conte em sua composição com ao menos um partido político que tenha, até a data da convenção, órgão de direção.

Deste modo, tanto a federação de partidos quanto a coligação partidária são formas de cooperação eleitoral entre partidos políticos em um sistema multipartidário. Mas, quais são as vantagens e desvantagens de cada uma delas?

Uma das principais vantagens da federação de partidos é que ela permite que os partidos mantenham sua identidade e independência, ao mesmo tempo em que se unem em torno de um programa comum. Os partidos mantêm suas próprias estruturas e direções, mas concordam em formar uma aliança eleitoral comum e apresentar uma lista conjunta de candidatos. Com isso, se argumenta que os eleitores teriam uma visão mais clara das diferenças entre os partidos, já que poderiam ter a opção de votar em uma aliança eleitoral mais ampla de partidos que compartilham seus valores.

Também é apresentada como uma vantagem da federação ela contribuir para reduzir a fragmentação política, uma vez que incentiva os partidos a se unirem em coalizões em torno de questões importantes e de ideias semelhantes. O argumento é que esta união de partidos pode tornar a governabilidade mais fácil e ajudar a evitar impasses políticos, especialmente entre o Executivo e o Legislativo.

Por outro lado, a coligação partidária pode ser mais eficaz do que a federação em eleições proporcionais, quando o objetivo é ganhar o maior número possível de assentos parlamentares. Portanto, é uma relação feita em bases pragmáticas, onde os partidos se unem e apresentam uma lista conjunta de candidatos para os eleitores escolherem, como se fosse um só partido, na esperança de que haverá um aumento da força eleitoral da aliança por meio da conquista de mais assentos no Legislativo.

No entanto, a coligação também pode dificultar a distinção entre os partidos e seus programas políticos, já que os candidatos são apresentados em uma lista conjunta. E ainda mais, normalmente se desfaziam após as eleições, diferentemente das federações que tem que permanecer, mesmo depois dos pleitos eleitorais.

Em resumo, a federação pode ter a vantagem de manter a identidade dos partidos e ao mesmo tempo oferecer uma plataforma comum, enquanto a coligação partidária pode ser mais eficaz em eleições proporcionais, mas pode levar a uma perda de identidade dos partidos envolvidos. Ambas as formas de cooperação eleitoral têm suas vantagens e desvantagens, e a escolha entre elas dependerá do contexto político específico de cada eleição.

Por Hérica Nunes Brito – Advogada Eleitoralista

Em Brasília, João Paulo Costa toma posse como Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Unale

Após apresentar o projeto que criou a Comissão Permanente de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado João Paulo Costa foi eleito presidente por unanimidade da referida Comissão. Hoje, em Brasília, ao lado de outros presidentes de Comissão da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais, o parlamentar pernambucano assumiu a Presidência da Comissão de Defesa do Consumidor da Unale.

“Esse é o papel da UNALE, fazer essa interlocução dos Poderes Legislativos de todos os estados, para que juntos possamos debater ideias e sugestões e apresentar medidas que, de fato, melhorem a qualidade de vida da população. Fico muito feliz pelo reconhecimento do nosso trabalho como Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da ALEPE. Agora vamos ampliar o nosso trabalho através do diálogo e da troca de experiências para garantir o direito de todos os consumidores brasileiros”, discursou João Paulo Costa.

A Comissão tem a responsabilidade de propor a realização de eventos relacionados com o direito do consumidor, acompanhar projetos sobre o assunto nas Casas Legislativas, atuar na ampliação da participação dos parlamentares no tema e contribuir para estreitar os vínculos entre os deputados e os especialistas técnicos na defesa do consumidor.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Alepe, através do deputado João Paulo Costa, realizou diversas visitas aos órgãos que defendem o consumidor, como a OAB e o Procon PE, para dialogar e traçar estratégias em conjunto para proteger o consumidor.

Também foram realizadas quatro grandes Audiências Públicas, para debater a “Precariedade nas instalações do Procon”, o “Direito à informação nas relações consumeristas”, “Os Direitos do Consumidor no período da Black Friday” e a “A proteção e os direitos da pessoa com Epidermólise Bolhosa nos estabelecimentos educacionais e de saúde em Pernambuco”.

O parlamentar pernambucano também possui importantes Leis sancionadas sobre a temática em nosso estado, como a Lei nº 16.930, que modifica o prazo de divulgação da lista do material escolar a ser utilizado pelo aluno durante o ano letivo e o cronograma semestral básico de utilização, que agora passou a ser divulgado até o dia 1º de novembro do ano anterior ao início do ano letivo, garantindo mais tempo para os pais se organizarem financeiramente.

Outra Lei de sua autoria, de nº 17.690, prevê multa caso haja situações de constrangimento em decorrência da impossibilidade de realizar o pagamento por falha no sistema.

Além disso, diversos projetos de lei também tramitam na Casa, como o PLO nº 1033, que proíbe a cobrança de taxas sem a contraprestação das concessionárias de serviços públicos. As concessionárias de serviços públicos ficam obrigadas a suspender a cobranças de taxas de esgoto e/ou iluminação pública, quando não houve o fornecimento de saneamento básico ou iluminação pública no logradouro em que esteja instalada a unidade consumidora; e o PLO nº 7, que assegura o direito das pessoas portadoras de limitações das funções do sistema visual receberem demonstrativos, do consumo mensal de água, energia elétrica, telefonia, internet e outros serviços, em Braille ou letras ampliadas.

Nota de Esclarecimento

É com urgência que viemos a público esclarecer e retificar informações veiculadas recentemente sobre o incidente envolvendo o pré-candidato a prefeito de Quipapá, Luizinho do Posto, e a senhora Edijane Maria da Silva.

Contrariamente ao que foi divulgado, desmentimos categoricamente qualquer envolvimento ou responsabilidade do Sr. Luizinho do Posto nas lesões corporais sofridas pela senhora Edijane Maria da Silva. O laudo médico do Instituto de Medicina Legal Antônio Persivo Cunha não faz qualquer menção à participação do Sr. Luizinho do Posto no episódio em questão, nem estabelece qualquer relação entre ele e as lesões apresentadas pela senhora Edijane.

É importante ressaltar que o Sr. Luizinho do Posto nunca esteve em proximidade suficiente capaz de causar tal lesão com a senhora Edijane Maria da Silva, e as alegações feitas sugerindo seu envolvimento são completamente infundadas. As marcas físicas apresentadas pela senhora Edijane não têm qualquer relação com o Sr. Luizinho do Posto, e reiteramos veementemente que ele não praticou qualquer ato de agressão contra ela.

É evidente que se trata de uma trama elaborada, com apresentação de falsos indícios, na tentativa de incriminar o Sr. Luizinho do Posto. Nossa preocupação se estende à integridade e reputação do Sr. Luizinho, que está sendo injustamente acusado e difamado.

Repudiamos veementemente a disseminação de informações falsas e caluniosas que visam denegrir a imagem do Sr. Luizinho do Posto. Estamos tomando as medidas legais cabíveis para esclarecer esse equívoco e responsabilizar aqueles que estão promovendo essa campanha difamatória.

Pedimos à imprensa e à população que ajam com responsabilidade e aguardem a apuração dos fatos, garantindo assim a preservação da verdade e da justiça.

Perícia do IML confirma lesão corporal em mulher agredida por pré-candidato a prefeito de Quipapá

Foto: Edijane, esposa do eletricista, foi agredida

Perícia traumatológica do Instituto de Medicina Legal Antônio Persivo Cunha (Secretaria de Defesa Social) indica que a senhora Edijane Maria da Silva foi alvo de lesões corporais provocadas pelo pré-candidato a prefeito de Quipapá, Luizinho do Posto. Ela é esposa de José André Ribeiro da Silva, eletricista funcionário da prefeitura do município que teve a casa invadida e foi agredido e ameaçado pelo pré-candidato no último domingo (25.02). Na ocasião, Edijane foi atingida ao tentar proteger o esposo.

De acordo com a perícia, “em face lateral direita do pescoço notam-se duas áreas avermelhadas devido à avulsão superficial da pele, com crosta clara aderida, tamanho e disposições variadas, compatíveis com escoriações”. A conclusão da perícia afirma que “as lesões descritas são compatíveis com ação contundente recente”, confirmando que houve “lesão à integridade corporal” da examinada, ocasionada por “instrumento contundente”. A perícia traumatológica é assinada digitalmente pelo médico legista João Victor Tenório Cavalcanti de Aragão.

O episódio foi denunciado nesta segunda (26.02) em pronunciamento na Assembleia Legislativa de Pernambuco pelo presidente da Casa, deputado Álvaro Porto. De acordo com o parlamentar, o pré-candidato tem circulado pela cidade acompanhando de policiais de Alagoas, que fazem sua segurança, levando medo à população de Quipapá. O ataque aconteceu após Luizinho do Posto invadir a residência do casal. O pré-candidato também roubou o aparelho celular do eletricista.

O boletim de ocorrência foi feito em Palmares. Porto afirmou esperar que sejam tomadas as medidas cabíveis de modo que acontecimentos do gênero não se repitam. “O pré-candidato não pode ficar impune. Acima de tudo a população de Quipapá não pode viver aterrorizada pela violência do pré-candidato a prefeito”, disse.

O deputado informou ainda que vai acionar a corregedoria da Policia Militar de Alagoas para impedir que policiais do estado vizinho voltem a atuar em Quipapá, contribuindo para aumentar o terror no município, como ocorreu na disputa de 2020.

Foto: divulgação

Prefeitura de Afogados inicia mutirão para recuperação de ruas

Chuvas são sempre bem-vindas, mas trazem consigo alguns transtornos como áreas alagadas e ruas prejudicadas em sua trafegabilidade, sobretudo aquelas que ainda não foram pavimentadas.

Para minimizar esses transtornos, a Prefeitura de Afogados iniciou um mutirão para recuperar as ruas mais atingidas, e assim, assegurar a trafegabilidade e a locomoção dos moradores.

Os serviços começaram nesta terça (27), na parte alta do Bairro São Brás, a partir das ruas Cirene de Lima Alves, Severino Rodrigues, Antônio Medeiros Filho, além das travessas Bom Jesus, Luiz Galdino e Odon José. A previsão é que as máquinas, que iniciaram os serviços hoje, permaneçam nessa área até amanhã.

O mutirão deverá durar de uma a duas semanas e irá contemplar a recuperação de mais de 40 ruas, em todos os bairros de Afogados.

Após o São Brás, a equipe da infraestrutura irá para o bairro Manoel Valadares. Todos os bairros receberão os serviços do mutirão.

Avante reafirma apoio à reeleição de Rodrigo Pinheiro em Caruaru

O partido Avante, liderado por Sebastião Oliveira, reafirmou, em encontro realizado nesta terça-feira (27), seu apoio ao atual prefeito Rodrigo Pinheiro, do PSDB, nas próximas eleições municipais em Caruaru. Esse anúncio solidifica ainda mais o respaldo político ao projeto de reeleição de Pinheiro, demonstrando a consolidação de apoios de diferentes siglas em torno de sua candidatura. O encontro também teve a participação do presidente municipal do partido, Gilvan Calado.

Ao receber o apoio do Avante, o prefeito Rodrigo Pinheiro destaca a importância da união de forças em prol do desenvolvimento de Caruaru, ressaltando o compromisso conjunto com o progresso e o bem-estar da população. Este respaldo político reforça a continuidade das políticas e projetos implementados durante seu mandato, além de sinalizar estabilidade e continuidade administrativa para o município.

“Nós não temos a menor dúvida de que a reeleição de Rodrigo será um grande condutor para grandes processos, grandes transformações. Ano passado eu tive a oportunidade, antes de sair da Câmara dos Deputados, de alocar recursos no valor de mais de 4 milhões para a saúde de Caruaru e, sem dúvida nenhuma, falando com o deputado Waldemar, meu irmão, esse ano nós vamos contribuir de novo com o Caruaru, não só eleitoralmente com o Avante na sua reeleição, mas também contribuindo com emendas que mudem a vida das pessoas para melhor”, detalhou Sebastião Oliveira.

Posicionamento do PSB na pré-campanha eleitoral em Caruaru

Nas eleições deste ano em Caruaru, o PSB vai estar onde sempre esteve: ao lado de um projeto que represente as lutas populares e a defesa de um Brasil democrático, sem falsas neutralidades ou alinhamentos fabricados de última hora. E é na pré-candidatura de Zé Queiroz que o PSB enxerga essa trajetória e as possibilidades de um futuro melhor para os caruaruenses.

O PSB sempre foi maior que as decisões cartoriais da política. Embora a reciprocidade seja uma expectativa natural em qualquer relação, essa nunca foi uma moeda de troca nos momentos em que o partido se definiu por apresentar ou apoiar um projeto eleitoral. O parâmetro sempre foi estar junto das propostas com melhores condições de transformar a vida da população.

“O nosso apoio à candidatura de Zé Queiroz é resultado de uma construção pautada exclusivamente pelo que entendemos que é o melhor para a população de Caruaru. O seu compromisso com o povo, com as causas populares e sua disposição em seguir trabalhando para resgatar e conquistar novos avanços para a sua cidade estão à frente de movimentações sem alinhamento popular”, destaca o prefeito do Recife e vice-presidente nacional do PSB, João Campos.

O PSB vai marchar animado e confiante junto com Queiroz, o grande prefeito que Caruaru já teve por quatro mandatos e que, com sua história e experiência de gestão digna de poucos políticos no Brasil, reúne todas as condições de levar o município a viver um novo momento.