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Últimas publicações do quadro “Sem categoria”

LENINE RECEBE ALTA DE HOSPITAL EM SÃO PAULO

O cantor Lenine recebeu alta do hospital Albert Einstein, em São Paulo, no início da tarde de ontem (7), mas deverá permanecer em repouso domiciliar pelos próximos 10 dias. O resultado do exame sorológico de Lenine confirmou o quadro de dengue hemorrágica, mas, de acordo com a assessoria de imprensa do pernambucano, ele se recupera bem.

Lenine foi internado na última sexta-feira (6), logo após um show realizado no Sesc da Vila Mariana, em São Paulo. Ele já estava se sentindo mal, com dores de cabeça e febre há uma semana, mas suspeitava-se de uma virose. Em casa, Lenine será tratado como um quadro normal de dengue, com o consumo de muito líquido e repouso.

VÁGNER MANCINI NÃO É MAIS TÉCNICO DO NÁUTICO

O espírito jornalístico induz a escrever que chegou ao fim a “Era Mancini”. Mas isso soaria como exagero. O agora ex-técnico alvirrubro ficou apenas pouco mais de dois meses no comando do time – exatos 65 dias se passaram desde o anúncio de que ele assumiria a equipe. Não chegou a estabelecer um padrão de jogo. Não deu para completar um campeonato inteiro pelo Timbu. Não houve tempo para construir um legado. Neste domingo, chegou ao fim o vínculo que o unia ao Náutico. Vágner Mancini, sob muita pressão da torcida, deixa o Náutico. Jorginho, ex-Bahia, está sendo especulado para o cargo.

A grande razão da demissão do técnico foi o mau retrospecto em clássicos. Enquanto, em geral, o Náutico passeava diante dos intermediários, tropeçava na frente dos grandes. A derrota por 2 x 1, contra o Sport, na Ilha do Retiro, começou a crise. O insucesso perante o Santa Cruz, por 2 x 0, agora dentro de casa, aumentou. E o fracasso diante do Ypiranga, por 2 x 0, nos Aflitos, neste domigno em que o clube comemorava dos 112 anos do time foi o estopim.

A torcida, desde o começo do jogo, o pressionou. Quando o locutor do estádio anunciou seu nome, vaias ressoaram pelos Aflitos. Quando acabou o primeiro tempo – em que o Náutico perdia por 1 x 0- os alvirrubros gritavam que “queriam treinador”. Ao fim da partida, alguns deles invadiram o campo para cobrar dos reservas que treinavam. Não havia mais clima para Mancini.

O treinador chegou a dar declarações de que não jogaria a toalha. De que iria até o fim. Que ficaria no clube. Só acertou a primeira previsão: ele, de fato, não desistiu: foi demitido e, consequentemente, não vai até o fim. Nem fica no clube. Neste domingo, 65 dias depois, Mancini deixa os Aflitos. Ele não é mais o técnico do Náutico.

ITAPETIM: CRESCIMENTO DESORDENADO PREOCUPA PREFEITO

O crescimento desordenado, que expõem em risco itens como a qualidade de vida e a natureza. O tema tem gerado muita preocupação a gestores da região do Pajeú e se tornou motivo de debates entre o poder público e o judiciário. A situação é preocupante na cidade de Itapetim..

De acordo com o prefeito Arquimedes Machado-foto (PSB), todos os loteamentos com terrenos a venda em Itapetim apresentam irregularidades e não possuem registro junto a Prefeitura.

O prefeito alerta que possíveis compradores não poderão ter expedido o alvará de construção ou edificação podendo ter a obra interditada, conforme exigência do Ministério Público de Pernambuco. (Foto: Júnior Finfa)

INADIMPLENTES, 96,4% DOS MUNICÍPIOS NÃO PODEM FIRMAR CONVÊNIOS COM O GOVERNO FEDERAL

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) feito a partir de dados do Tesouro Nacional e dos ministérios aponta que 96,4% de 5.563 municípios do país estão, este mês, inaptos a fazer convênios com o governo federal. Por conta disso, apenas 200 cidades em todo o Brasil podem receber verbas de transferências voluntárias. É dinheiro que pode ser usado, por exemplo, para reformar e ampliar postos de saúde, para obras de dragagem e pavimentação e até para construção de equipamentos de lazer e reformas de escolas e creches.

Segundo a CNM, as cidades inaptas têm restrição no Cadastro Único de Convênios (CAUC), uma espécie de Serasa das prefeituras. Em sete estados — Alagoas, Piauí, Amazonas, Amapá, Maranhão, Roraima e Sergipe —, todos os municípios estão inadimplentes. Rio Grande do Sul, que no levantamento aparece como sendo o estado com menos cidades com pendências, ainda assim tem 89,5% dos municípios inaptos. No Rio, apenas Natividade e Niterói estão aptos.

Estamos monitorando o CAUC desde janeiro e houve um aumento grande de inadimplência entre março e abril. Eram 4.042 cidades inaptas no mês passado. Essas que entraram agora vão parar de receber os repasses dos convênios que têm. São obras que acabam paralisadas — diz Paulo Ziulkoski, presidente da CNM:

Uma parte do problema se deve à falta de capacidade técnica, mas os municípios chegaram ao fundo do poço muito porque o governo oferece os programas, os prefeitos aceitam e depois não têm como arcar com a manutenção. O ProInfância, que é para construir e reformar creches, é importante. Mas o governo federal faz o prédio e depois cada criança matriculada custa entre R$ 700 e R$ 800. Daí, a prefeitura recebe pouco mais de R$ 250 por aluno. Para mantê-los, o prefeito deixa de pagar a Previdência, não aplica a renda mínima em Saúde e em Educação e acaba com pendência no CAUC.(Jornal o Globo)