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O prefeito de Exu, Léo Saraiva-foto (PTB), e o prefeito de Correntes, Edmilson da Bahia (PSB), têm um ponto em comum na carreira política. Ambos venceram as eleições passadas por um voto de diferença e hoje administram cidades em dificuldade econômica, afetadas gravemente pela seca. As semelhanças entre eles, no entanto, não se estendem quando o assunto é política. Em Exu, ao contrário da realidade política de Correntes, nem parece que ocorreu uma eleição tão apertada. Os moradores de lá ficaram calejados desde o fim da década de 1980, depois de assistirem a mais de 30 anos de guerra política entre famílias.
Distante 487 quilômetros de Correntes, no Sertão, o município de Exu vive outro clima. Depois de uma eleição tão acirrada, a terra de Luiz Gonzaga nem de longe lembra o fim da década de 1940, quando uma briga entre as famílias Saraiva, Alencar e Sampaio provocou cerca de 40 mortes, cessando depois de muitos acordos de paz frustrados. Exu já teve três prefeitos e um presidente da Câmara mortos no passado e não quer relembrar esse período da história. Chegou a sofrer intervenção municipal na década de 1980 por conta das cenas de violência, mas os eleitores se recusam a alimentar rixas como naquela época.
O município viveu debates acalorados na eleição passada, mas a vida voltou à rotina normal nas ruas ensolaradas da cidade, bem diferente da situação encontrada em Correntes e apresentada na reportagem deste último domingo. Na prática, há poucas semelhanças entre um município e outro, exceto a situação de emergência provocada pela seca e a coincidência eleitoral. Viaje agora para o interior de Pernambuco, para conhecer a história política do prefeito que se reelegeu “por um fio”, como diz o ditado, e completou 100 dias de governo.(Aline Moura-DP)
Um agente especial do departamento federal de investigação dos EUA anunciou na noite desta segunda-feira (15) que o FBI assume as investigações das explosões na Maratona de Boston. Segundo a polícia, as explosões mataram três pessoas. O FBI informou que a investigação do caso é criminal, mas que tem “potencial de ser uma investigação terrorista”.
As duas fortes explosões ocorreram na chegada da Maratona. Segundo a polícia, as explosões foram causadas por duas bombas “poderosas”.
Entre os mortos, segundo o jornal “The Boston Globe”, está um menino de 8 anos de Dorchester, nas proximidades de Boston. Segundo o jornal, a mãe e uma irmã de Martin Richard tiveram ferimentos graves na explosão.
O número de feridos ainda não é definitivo. O governador de Massachusetts, Deval Patrick, disse em uma entrevista para a imprensa que mais de cem pessoas ficaram feridas, algumas gravemente.
Segundo a agência Associated Press, oito hospitais de Massachusetts informaram que pelo menos 144 pessoas receberam atenção médica. Destas, 17 estavam em estado grave.
A rede CNN também diz que há 144 pessoas feridas – incluindo oito crianças. O “Boston Globe” diz que esse número é de mais de 130. (G1.COM)
Diante dos recorrentes casos de violência no futebol pernambucano, a Federação Pernambucana de Futebol estabeleceu uma nova medida, nesta segunda-feira, para tentar mudar o cenário de guerra imposto por supostos torcedores.
Através de um documento assinado pelo presidente Evandro Carvalho, ficou definido que 41 rapazes estão proibidos de entrar nos estádios de futebol em Pernambuco. A justificativa para impedir a entrada destes torcedores está descrita no mesmo documento. Veja aqui a publicação da FPF.
Depois de apresentar os motivos para a proibição, o presidente Evandro Carvalho pede que os órgãos de segurança e o Ministério Público de Pernambuco estejam cientes da lista dos torcedores barrados, para que as resoluções sejam cumpridas.
O Ministério das Cidades informou que será publicada na edição desta terça (16) do “Diário Oficial da União” o ato de criação de uma comissão de sindicância para apurar supostas irregularidades no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
A comissão será integrada por servidores do Ministério das Cidades e da CGU e terá prazo de 30 dias para apresentar um relatório final da investigação.
A decisão foi tomada após encontro entre o ministro Aguinaldo Ribeiro e o ministro interino da Controladoria-Geral da União (CGU), Carlos Higino Ribeiro de Alencar.
A sindicância é motivada por reportagem do jornal “O Globo”, que apontou um suposto esquema de fraude articulado por ex-servidores do Ministério das Cidades. Eles teriam utilizado empresas de fachada para fraudar o programa habitacional.
Segundo a assessoria do Ministério das Cidades, a reunião entre os ministros teve como objetivo “definir uma estratégia de investigação”.
Independentemente da comissão, a CGU promete abrir uma auditoria especial para avaliar a qualidade das obras do programa Minha Casa, Minha Vida e as formas de distribuição das casas, afirmou a assessoria do órgão. A auditoria será feita pela área de controle interno da CGU.(G1.COM)










