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CÂMARA REJEITA EMENDA POLÊMICA DO PMDB QUE ALTERAVA MP DOS PORTOS

A Câmara dos Deputados rejeitou na noite de ontem (14), com 210 votos contra e 172 a favor, e sete abstenções, emenda assinada pelo PMDB que alterava trechos da MP dos Portos. A medida pretende atrair mais investimentos privados para o setor portuário no país. As mudanças encabeçadas pelo líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), geraram mal-estar entre o partido e o Planalto, além de bate-bocas em plenário.

Com uma série de modificações ao texto acordado com o governo, a emenda original exigia licitação para portos privados (o governo quer apenas em públicos); dava a estados prerrogativa de realizar licitações (o governo federal quer concentrar esse poder); além de mudanças na resolução de conflitos entre governo e operadores privados.

O texto principal da MP dos Portos já havia sido aprovado pelo plenário. Outras nove emendas (propostas de alteração) ainda seriam analisadas pelos deputados após a derrubada da emenda do PMDB, maior fonte de polêmica durante a votação. O governo corre contra o tempo, já que a MP perde a validade na quinta (16) e ainda precisa ser aprovada pelo Senado antes da sanção.

Ao defender as modificações, Eduardo Cunha afirmou que o PMDB “não é vassalo”. “O PMDB quer a modernização dos portos, mas não é vassalo para votar qualquer coisa”, disse, em referência à pressão do Planalto para que a base votasse de acordo com o governo.

Já o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), afirmou que o governo já cedeu o máximo que podia nas negociações para a aprovação na comissão especial que analisou a MP. O relatório aprovado no colegiado, de autoria do líder do PMDB no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), já traz alterações com as quais o Planalto não concorda e ameaça vetar.
O PMDB quer a modernização dos portos, mas não é vassalo para votar qualquer coisa”

A rejeição da emenda ocorreu primeiro por votação simbólica. Ao ser anunciada a derrubada da emenda, os líderes do PMDB e do PSB pediram votação nominal, quando cada deputado deve registrar o voto. A emenda foi, então, rejeitada por 210 votos contra 172.

Irritado com a rejeição, Cunha informou no plenário que, durante a votação das demais alterações, ele iria exigir votação nominal, o que tende a arrastar a sessão. Em geral, essas emendas são apreciadas com votação simbólica.

“A gente acha que a partir de agora, nos destaques, é preciso realmente todo mundo mostrar a cara naquilo que quer votar. Então, o PMDB quer votar nominalmente os destaques. Não queremos obstruir, queremos votar nominal. O PMDB vai querer em cada emenda, em cada destaque, que a votação seja nominal, para que a gente possa botar o dedo. Vamos a cada uma das medidas que vai ser votada pedir a votação nominal”, enfatizou.

Ao longo da votação das outras emendas, contudo, Eduardo Cunha acabou desistindo de várias  votações nominais, o que ajudou a avançar com a sessão.(G1.COM)

NOVA COORDENADORA DA ATENÇÃO BÁSICA DE TRIUNFO TEM TRABALHO APROVADO

A coordenadora de atenção básica de Triunfo, Natália Melo (foto), vem se destacando pelo empenho em melhorar a atenção básica de saúde de Triunfo. Natália vem apostando no trabalho de porta a  porta, visitando as localidades para avaliar a necessidade de cada região e para fiscalizar se os trabalhos estão sendo feitos.

Nas campanhas realizadas pela Secretaria de Saúde e Governo Federal, como a de vacinação contra a gripe e no combate a dengue, a coordenadora sempre está na linha de frente ajudando a Triunfo a cumprir todas as metas com louvor.

A população vem aprovando o trabalho, mas pede que não pare por aqui, e que mais serviços sejam disponibilizados, facilitando e melhorando a vida dos triunfenses.

FÓRUM DISCUTE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO NA SEDE DA ONU EM NOVA YORK

No contexto das ações mundiais sobre os direitos da criança, um processo necessário de universalização da educação teve continuidade na última década. No entanto, dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) demonstram que muito ainda precisa ser feito, apesar de todos os esforços. No mundo todo, estima-se que mais de 72 milhões de crianças com idade para cursar os anos finais do ensino fundamental estejam fora da escola.

Nesta quinta-feira, 16/5, o Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas (Ecosoc/ONU) realiza um fórum da Sociedade Civil sob o tema “Construindo parcerias no campo da Educação através da Ciência, da Tecnologia e da Inovação”. A organização do evento, ocorre das 10h às 13 horas, na sede da ONU em Nova York/EUA, conta com o apoio da Legião da Boa Vontade (LBV) dos Estados Unidos, da Global Millennium Development Foundation and da WAFUNIF (The World Association of Former United Nations Internes and Fellows).

Nessa reunião, lideranças debaterão o papel da ciência e da tecnologia no avanço da educação, bem como uma cooperação internacional mais efetiva capaz de garantir o envolvimento de governo, sociedade civil e setor privado, no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) — com atenção especial para o segundo, que determina: “Educação básica de qualidade para todos”.

De acordo com documento aprovado pelos países membros da ONU, em setembro de 2000, as metas estabelecidas devem ser atingidas até 2015. Nesse contexto, a tecnologia pode contribuir bastante nos próximos anos. Por esse motivo, durante o encontro, os participantes discutirão novo conjunto de objetivos a serem alcançados, numa agenda para o período pós-ODM.

DECRETO QUE REGULAMENTA O COMÉRCIO ON-LINE ENTRA EM VIGOR

A partir desta terça-feira, consumidores de sites de compras coletivas ganharão regras específicas para comprar produtos e contratar serviços. Estas lojas on-line ficam obrigadas a detalhar a oferta com informações sobre a quantidade mínima de vendas para efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta e a identificação do fornecedor do produto à venda, entre outras questões.

Para entidades de defesa do consumidor, estas normas são a maior contribuição do decreto nº 7.962/2013, que entra em vigor hoje. O documento regulamenta as regras de contratação para todo o comércio on-line, detalhando direitos básicos já contemplados pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), de 1990. A regulamentação faz parte do Plano Nacional de Consumo e Cidadania (Plandec), lançado pela presidente Dilma Rousseff em 15 de março para melhorar a qualidade de produtos e serviços e incentivar as relações de consumo.

O diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Amaury Oliva, explica que o decreto tomou forma ao identificarem que muitas das reclamações que chegavam ao órgão diziam respeito à falta de informações de clientes de sites de compras sobre quem vende, sobre o produto e problemas com prazo de entrega.

O decreto vem para aperfeiçoar os direitos dos consumidores e reduzir os conflitos de consumo, ampliando o acesso à informação, especificando regras para as compras coletivas e obrigando os sites a dar informações sobre quem vende e as condições de compra.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avalia que a regulamentação imposta pelo governo também está aliada ao decreto 6.523/2008, que fixa normas gerais sobre o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Isso porque os sites de compras coletivas estão obrigados a oferecer, a partir de hoje, serviço de atendimento on-line para o cliente tirar dúvidas sobre a compra durante a operação, fazer reclamações ou solicitar o cancelamento do contrato dentro do prazo para arrependimento de compra estabelecido pelo CDC para o comércio realizado fora de estabelecimento comercial — que é de até sete dias após o recebimento do produto — sem ônus.

As regras para sites de compras coletivas são um grande ganho, principalmente porque os consumidores, antes de finalizar a compra, terão acesso a um contrato resumido do negócio, que poderão imprimir e analisar com calma — destaca a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.

Outra ganho do consumidor com as novas regras é que, ao ter uma compra cancelada, o fornecedor de qualquer site de compra terá de comunicar imediatamente a instituição financeira responsável pela cobrança ou administradora do cartão de crédito para que a transação não seja lançada na fatura do consumidor ou seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento já tenha sido feito.

Este decreto só reforça pontos que já vinham sendo cobrado pelos órgãos de defesa do consumidor, tornando-os mais claros — avalia o assessor chefe do Procon-SP, Renan Ferracioli. (O Globo)