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SERRA TALHADA: PREFEITURA MOBILIZA CERCA DE 4 MIL ALUNOS EM CAMPANHA CONTRA ABUSO E VIOLÊNCIA SEXUAL

Cerca de quatro mil estudantes de 15 escolas públicas de Serra Talhada participaram da Semana de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes na Capital do Xaxado. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social, chegou ao fim nesta sexta-feira (17), com uma passeata em protesto contra os casos verificados ao longo dos anos na cidade.

A mobilização reuniu cerca de 600 pessoas, entre crianças, adolescentes e entidades civis que atuam na rede de proteção a meninos e meninas no município. Convalescendo após cirurgia realizada em Recife, no último final de semana, o prefeito Luciano Duque (PT) não pode comparecer ao ato.

“Nós realizamos esta passeata não com perfil comemorativo, mas como alerta. O governo está atento à luta para evitar, através de ações de prevenção e fortalecimento da rede protetiva, que mais casos ocorram”, comentou o secretário de Desenvolvimento Social de Serra Talhada, Josenildo Barbosa. Com faixas, apitos e carro de som, os estudantes fecharam as principais ruas e avenidas da Capital do Xaxado alertando para a necessidade do engajamento da população no fortalecimento da rede de proteção as crianças e adolescentes. Todas alertavam, principalmente, para a necessidade de denunciar casos de violência através do Disque 100.

Ao final, o evento contou com apresentação de grupos de dança e palavras de agradecimento dos especialistas da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA) do estado, Claudeny Spenelly e Edvaldo Rosa. Durante toda a semana, eles visitaram instituições escolares esclarecendo dúvidas sobre casos de violência sexual e pedofilia.

Os especialistas alertaram que 70% dos casos de abuso contra crianças e adolescente acontecem no ambiente intra-familiar. “Então, fazemos um aviso aos pais, para que cuidem e não vacilem na segurança dos seus filhos”, comentou Claudeny Spenelly.

Outro ponto alto da Semana de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes de Serra Talhada foi a realização do 1º Seminário Municipal de Enfrentamento à Violência contra meninos e meninas. A ação aconteceu na noite dessa quinta-feira (16) e reuniu cerca de 300 pessoas na Faculdade de Formação de Professores (Fafopst).

Compareceram à passeata nesta sexta-feira a vice-prefeita Tatiana Duarte (PSC), representantes do Conselho Tutelar de Serra Talhada, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Militar e Crass (Centro de Referência de Assistência Social) e Creas de Assistência Social  (Centro de Referência Especializado).(Assessoria de Comunicação)

ALIADOS DO PREFEITO DE TABIRA SEBASTIÃO DIAS, CRITICAM DURAMENTE O GOVERNADOR DO ESTADO, EDUARDO CAMPOS.

 Os vereadores da base do governo municipal, Aristóteles Monteiro e Didi de Heleno, não pouparam criticas severas ao Governador Eduardo Campos, na reunião ordinária da Câmara nesta segunda-feira (06/05/2013).

O Vereador Aristóteles Monteiro (PT) considera “um governo muito frágil, considerando a COMPESA um órgão falido e inoperante, um governo de muita propaganda e que não está cumprindo com o seu papel.”

Já o Vereador Didi de Heleno (PTB) disse que “o Governador não está sendo bom para Tabira e o que Eduardo gosta mesmo é de arrecadar dinheiro do povo pobre. Este governo está errado em multar as motos em atraso. Se o governador gostasse dos pobres não arrecadava dinheiro deles.”

O que estará acontecendo? O prefeito Sebastião Dias está se afastando do Governador Eduardo Campos? Causa muita estranheza à população Tabirense, pois a menos de um mês, Sebastião Dias esteve abraçando o Governador na inauguração da Fábrica de Cimento em Carnaíba e se dizia aliado ao governador, pois segundo o mesmo, necessita muito da ajuda de Eduardo Campos.  O que estará acontecendo em Tabira? O prefeito não tem autoridade perante seus vereadores ou eles não o respeitam como seu líder?

Com o desgaste notoriamente publico e afastamento de ex-prefeitos aliados do Prefeito Sebastião Dias do governador Eduardo Campos, o prefeito terá enormes dificuldades de justificar ao governador, como seus representantes na Câmara Municipal de Tabira, estão fazendo contundentes criticas a maneira de governar de Eduardo Campos. Com a palavra o Prefeito Sebastião Dias. (Por Vagner Leandro-Blog Tabira Notícias)

ESPAÇO DO INTERNAUTA

Porque o Brasil não consegue por o ovo em pé?

Temos mais uma iniciativa para tentar promover a inovação no país. Foram anunciadas as 16 instituições que fundarão a Embrapii – Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial. Na relação, siglas de peso histórico, como a da SBPC – Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência; associações industriais dos setores de máquinas e eletroeletrônicos, o Sebrae, a Embrapa e o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Cnfap).

A formulação da Embrapii, desenvolvida há algum tempo pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pretende contornar a burocracia fiscalizatória e contratual brasileira para aproximar empresas, institutos de pesquisas, universidades e o Estado em desenvolvimento de projetos de inovação industrial financiados em parceria. Constituída como associação civil sem fins lucrativos, com representantes da sociedade civil, empresários e acadêmicos, a entidade poderá requerer status de organização social (OS) à Casa Civil do governo. Enfim, uma espécie de organização não governamental da qual o Estado participa com algumas entidades governamentais.

Desse ponto de vista a ideia é inovadora. Mas como poderia dizer Monteiro Lobato, que saudava a cópia como uma virtude, a sigla dessa OS imita Embrapa, macaqueia o sucesso sem mesmo ter quaisquer ancestrais genéticos ou adotivos. Depois de aprovada a nova fórmula será possível pelos caminhos legais ter um contrato de gestão para reger as atividades da instituição e permitir que ela seja a repassadora de recursos do Estado e gestora dos acordos entre todos os interessados. Espero que não demore muito porque já estamos quase no meio do ano….

Segundo explicou na ocasião do lançamento o diretor interino do conselho da OS Rafael Lucchesi, atual diretor-geral do SENAI, “é o início de investimentos públicos no período mais crítico de pesquisa e desenvolvimento: o pré-competitivo. Neste modelo, os recursos são divididos: um terço virá da empresa que desenvolve o projeto de inovação, um terço de recurso público da Embrapii e um terço das instituições de pesquisa”. Esse terço final refere-se aos custos de instalações, laboratórios e recursos humanos de institutos de pesquisas e universidades que serão cobertos de alguma forma pelos contratos firmados.

É interessante, há dinheiro apontado para a experiência (R$ 1bilhão iniciais em dois anos), mas devemos acompanhar de perto para não termos apenas mais um adereço de mão no desfile das modas da inovação e da competitividade. Em minha opinião, só dinheiro e ideias interessantes não nos farão progredir. Continuamos agindo pontualmente, de maneira voluntariosa, quando o que o País precisa é de estratégias definidas e claras para a sociedade sobre o caminho seguro e sustentável para compartilhas e usufruir de um mundo de poucas fronteiras.

Não temos política industrial (como de resto não temos políticas em várias outras áreas vitais). Logo, como teremos uma política de inovação? Por conta de uma necessidade que pode até ser legítima no viés do governo – manter o país respirando em momento crítico – temos empreendido uma rotina de renúncia fiscal que nem de longe alcança a inovação e, ao contrário, reforça ilhas de produção e produtos rudimentares e inadequados em troca da manutenção de empregos obsoletos fadados a desaparecer na próxima sacudidela da especulação financeira mundial.

O que a inovação exige hoje de desenvolvidos, pobres ou emergentes, são especialistas – em todas as camadas – capazes de operar entre funções diversas justamente para fazer emergir novas ideias, novos produtos, novos processos, maneiras novas de enxergar e usar de forma econômica os recursos que se tornam caros e escassos, inclusive no país. Mas o Brasil corre na contra mão para formar massivamente especialistas segmentados que perpetuarão a maneira antiga da produção até que empresa e empregado se extingam. Às vezes tenho a impressão que o capitalismo tem muito medo de se instalar no país.

A inovação pede também que se pense sobre os sistemas de produção e as cadeias de valor de produtos, serviços e – no nosso caso – da democracia. Ninguém inova só, mesmo que tenha tido a ideia genial de por um ovo em pé. Antes disso, com todas as causas e consequências, foi preciso ter o ovo; depois, a plateia. E até que se admita dar a terceiros a tarefa de buscar a inovação fora das organizações e das instituições para compartilhar suas vantagens com todos os envolvidos. É preciso estimular setores industriais intensivos em tecnologia e campeões mundiais em investimentos, como os de eletroeletrônica, farmacêutico, aeronáutico. E outros, como os de agroenergia, agroindústria, turismo, química, ecobiologia onde o Brasil se diferencia por extensão territorial, características climáticas e geopolíticas.

Eu acho que já passou muito da hora de iniciar um processo catalizador para transformar a estrutura produtiva brasileira – o que certamente sufocará áreas de incompetência e atraso em favor do surgimento de dinâmicos e produtivos empreendimentos. E isso é com o governo, depende dele querer um projeto para o país ou para o partido e sua base aliada. Na vida real, não se faz inovação sem olhar para a frente e sem enterrar os ossos dos banquetes do passado…. todos eles, se me entendem.

Repito que meu apoio à inovação é sincero e determinado, desde os meus tempos de estudante de engenharia e como já anotei em outros artigos. A Lei do Bem (incentivos fiscais para pesquisa e desenvolvimento), a Lei de Inovação, os financiamentos da Finep e do BNDES, como lembram Júlio Gomes de Almeida, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e o reitor do Instituto Tecnológico de Engenharia (ITA) Carlos Américo Pacheco no trabalho “O Brasil e a Inovação – Chave do Desenvolvimento Moderno”, revelado pelo jornal Valor Econômico em sua edição de 13 de maio último, estão aí, funcionando. Mas cerca de dois terços de todo o apoio dado ao setor privado para pesquisa e desenvolvimento sai da renúncia fiscal da Lei de Informática, cujo alvo é o estímulo à Zona Franca de Manaus.
Já vimos esse filme antes, não?

Arnaldo Jardim é Deputado Federal PPS-SP

CHEGA AO RIO ARTILHARIA ANTIMÍSSIL PARA A COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Chegaram ao Brasil nesta quinta-feira (16) oito carros do tipo Gepard que integram o sistema de artilharia antiaérea alemão comprado pelo Brasil para a segurança da abertura e do encerramento da Copa das Confederações, nos dia 15 e 30 de junho, respectivamente.

Os veículos são capazes de abater mísseis, aviões, helicópteros ou drones (aviões não tripulados) suspeitos a até 15 km de distância, com alcance de 3 km de altitude.

Segundo o general Marcio Roland Heise, coordenador do projeto de compra das armas, os canhões ainda estão em processo de desembaraço alfandegário junto à Receita Federal. Assim que liberados, os veículos serão levados ao Parque Regional de Manutenção do Exército, no Rio de Janeiro. A previsão é que isso ocorra na terça-feira (21).

O Brasil comprou 34 carros de combate Gepard ao preço de 30 milhões de euros (cerca de R$ 78,4 milhões).

Os blindados foram despachados de navio da Alemanha, em caráter emergencial, para que chegassem a tempo da abertura da Copa das Confederações, que acontece em Brasília, no dia 15 de junho, com a partida entre Brasil e Japão.

Quatro carros serão levados para Brasília e os outros quatro ficarão no Rio de Janeiro, para a partida de encerramento da competição, no dia 30 de junho. Os veículos não ficarão à vista do público, mas estarão posicionados perto dos estádios, em pontos estratégicos.