Últimas publicações do quadro “Sem categoria”
Já há algum tempo, os serviços prestados pelo Hospital Regional Dom Moura vêm sofrendo críticas por parte da população, e por isto tem despertado nos vereadores, na Casa Raimundo de Moraes, a necessidade de aprofundar o debate sobre a instituição de saúde do Governo Estadual, que atende a praticamente todo o Agreste Meridional e ainda municípios de outras regiões.
Falta de médicos, materiais e medicamentos têm sido motivo de exposição na imprensa e o próprio CREMEPE chegou a interditar de forma ética alguns serviços do HRDM.
Atendendo um pedido da vereadora Luzia Cordeiro (Luzia da Saúde), a mesa diretora da Câmara de Vereadores resolveu agendar uma Audiência Pública para debater com a sociedade a situação do hospital. O encontro no plenário Álvaro Brasileiro Vila Nova acontece nesta quarta-feira, 26, às 9h, e para isto foram convidadas diversas autoridades, inclusive os responsáveis pela gestão da de saúde no estado, em Garanhuns representados pelo próprio hospital e pela V GERES – Gerência Regional de Saúde, que atende 21 municípios no Agreste.
Órgãos como o Ministério Público já confirmaram presença, através do Promotor de Justiça Alexandre Bezerra.
“O Hospital Dom Moura é um dos maiores hospitais do estado, e precisa prestar um serviço digno à nossa população. Não podemos ficar omissos enquanto a população reclama. Por isto, vamos juntos, ouvir atentamente seus gestores e cobrar as melhorias necessárias e urgentes que atendam os anseios daqueles que dele precisam, principalmente as pessoas mais humildes” – afirmou Audálio Ramos Filho, presidente da Casa Legislativa.
A presidente Dilma Rousseff propôs na tarde desta segunda-feira (24) aos 27 governadores e aos 26 prefeitos de capitais convidados por ela para reunião no Palácio do Planalto a adoção de cinco pactos nacionais (por responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte, e educação).
Em relação ao segundo pacto, a presidente apresentou a proposta de convocação de um plebiscito para que o eleitorado decida sobre a convocação de um processo constituinte específico destinado a fazer a reforma política.
“Quero neste momento propor um debate sobre a convocação de um plebiscito popular que autorize o funcionamento de um processo constituinte específico para fazer a reforma política que o país tanto necessita. O Brasil está maduro para avançar e já deixou claro que não quer ficar parado onde está”, declarou a presidente.
Os médicos de hospitais federais, municipais e estaduais em Pernambuco anunciam uma paralisação das atividades nas principais unidades públicas do estado nesta terça-feira (25), por 24 horas, como forma de protesto contra a medida anunciada pela presidente Dilma Rousseff de trazer profissionais estrangeiros para atuar nas cidades do interior. Serviços de emergência e urgência, chamados do Samu e atendimento aos pacientes internados devem continuar sem interrupções de acordo com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe).
Pessoas que tiverem consultas e cirurgias programadas para esta terça em alguma unidade de saúde pública terão os encontros reagendados, sob responsabilidade de cada hospital. O Simepe orienta a população a procurar os postos de saúde, policlínicas e hospitais que frequentam para saber como remarcar os procedimentos.
De acordo como presidente do sindicato, Mário Jorge, a categoria não é contra a entrada de médicos estrangeiros no país, e sim contra a proposta da presidente, que não esclarece se os profissionais trazidos vão se submeter a avaliação de currículo e competências. Mais de 4 mil médicos no estado foram notificados e uma assembleia geral extraordinária está marcada para as 14h de terça-feira, no auditório do Memorial da Medicina de Pernambuco, Rua Amaury de Medeiros, nº 206, bairro do Derby, área central do Recife.
O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) demonstrou apoio o movimento do Simepe e, em seu pronunciamento publicado no site oficial sobre o discurso da presidente da república, também discorda das medidas que serão adotadas pelo governo federal sobre o intercâmbio dos profissionais estrangeiros. O conselho também afirma que não vai habilitar nenhum médico estrangeiro sem a devida avaliação de competência e fluência em língua portuguesa.
A Secretaria de Saúde de Pernambuco afirmou não ter sido notificada oficialmente do movimento e não tem nenhum plano para suprir as consultas já agendadas.



.gif)
+(1).jpg)



