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MUITOS RITMOS ANIMAM A 71ª EXPOSIÇÃO NORDESTINA DE ANIMAIS E PRODUTOS DERIVADOS 2012

As atrações musicais para este final de semana na 71º Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados prometem animar os visitantes. Para esta sexta-feira (23/11) o forró pé de serra de Irah Caldeira e Cezzinha do Acordeon vão embalar à noite no Parque do Cordeiro. No sábado (24/11), o brega vai tomar conta com as Bandas Conde Só Brega e Labaredas. No domingo (25), o encerramento vai contar com a alegria dos Palhaços Patati – Patatá (Cover) e a Banda Forrockiá.

Conhecidas nacionalmente por seus ritmos quentes como xote, baião e forró, as músicas da cantora Irah Caldeira garantem animar o público nesta sexta-feira. A representante do forró, conhecida também por Patativa do Agreste, abre o show a partir das 21h. A cantora pernambucana promete agitar o público animado da 71º Exposição Nordestina.

Em seguida, quem sobe ao palco é o cantor Cezzinha do Acordeon, uma das revelações da sanfona pernambucana. O jovem que já cantou com Elba Ramalho, Genival Lacerda e outros nomes do forró, vai embalar os visitantes. Com músicas que recordam Dominguinhos, Cezzinha não vai deixar ninguém parado.

Para quem gosta de dançar agarradinho, no sábado, o brega irá tomar conta do palco cultural no Parque Professor Antônio Coelho, no Cordeiro, com a Banda Conde Só Brega. No mesmo ritmo, se apresenta a Banda Labaredas, conhecida pelas músicas “Kelly”, “Garotinha Linda”, “Nosso Ninho de Amor” e muitas outras.

No encerramento, domingo (25), às 16h, a criançada poderá rir à vontade com a dupla de Palhaços Patati – Patatá. Eles irão empolgar não apenas as crianças, mas os adultos também. E não é só isso. Para fechar a noite e encerrar a edição da 71º Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados 2012, o forró vai embalar os visitantes. A Banda Forrockiá sobe ao palco cultural trazendo o trio de pé de serra (triangulo, zabumba e sanfona), valorizando a cultura da região.

GOVERNO ENTREGA 20 MIL CAIXAS D’ÁGUA PARA FAMÍLIAS DO SERTÃO E AGRESTE

Vinte mil famílias que residem nos municípios que se encontram em situação de emergência, em consequência da estiagem, foram beneficiadas com caixas d’água com capacidade de 1 mil litros. Nesta sexta-feira (23/11), às 10h30, o secretário da Casa Militar (Camil), Mário Cavalcanti acompanha a conclusão da entrega das 20 mil caixas, em visita ao distrito de Veneza, na cidade de Pedra. A iniciativa integra o conjunto de ações que estão sendo implementadas pelo Governo do Estado a fim de minimizar os impactos da estiagem. Segundo balanço atualizado ontem (22) pela secretaria da Casa Militar/Codecipe já são 128 municípios em situação de emergência em Pernambuco.

O objetivo é que as pessoas possam armazenar a água que recebem dos carros pipa. “A água é distribuída pelos carros pipa, mas as pessoas não tinham onde guardá-la o que causava um sofrimento maior. Muitas vezes só dispunham de panelas, baldes ou garrafas e não conseguiam acumular uma quantidade maior de água”, explica o secretário. A Camil é responsável pela aquisição e distribuição dos reservatórios.

A ação beneficiará moradores da área rural que sofrem com a estiagem e não têm outra forma – como cisternas– para armazenamento da água. A distribuição segue critérios definidos pelo Comitê Integrado de Convivência com o Semiárido, criado pelo Governo do Estado e foi feita por equipes integradas coordenadas pela Secretaria da Casa Militar, através de agentes da Defesa Civil, e técnicos do IPA.  “Inicialmente a prioridade foi atender às 105 comunidades quilombolas e 52 assentamentos de trabalhadores rurais, residentes em áreas mais remotas”, diz o secretário. Os critérios definidos pelo Comitê são: as famílias que não possuem cisterna, que tenham crianças de 0 a 6 anos, idosos e mulheres como chefes de família.

As caixas, produzidas em fibra de polietileno deverão melhorar o acondicionamento, assegurando a higiene, impedir a disseminação de doenças e a redução dos desperdícios. Além disso, os reservatórios permitirão a sistematização da periodicidade do fornecimento de água através dos carros-pipa do Exército e do IPA, que será ajustada. Segundo os técnicos a capacidade das caixas atende ao consumo de uma família de cinco pessoas para um período de dez dias. A relação das famílias beneficiadas com as caixas d’água foi definida segundo os critérios estabelecidos pelo Comitê com a colaboração dos Conselhos de Desenvolvimento Municipais.

FILTROS

Além das caixas d’água, o Governo do Estado também está distribuindo filtros para que a população possa tratar a água de beber. Até fevereiro devem ser distribuídos 162.500 filtros. Os filtros têm capacidade para 5 litros. Até novembro foram entregues 23 mil. Diferentemente das caixas d’água, a distribuição dos filtros será universalizada. “Como a quantidade é muito grande uma parte dos filtros adquiridos é de barros, outra é de filtros de polietileno. Num primeiro momento, a partir de estudos realizados pela Secretaria de Saúde, a prioridade foi para as famílias que não têm acesso à água tratada, e onde tenha havido a ocorrência de cianobactérias (algas azuis) nos mananciais ou de doenças transmitidas pela água (DTA) nos últimos quatro anos”, explica o secretário Mário Cavalcanti.

A produção dos filtros está sendo feita em olarias pernambucanas, localizadas nas cidades de Tracunhaém, Zona da Mata Norte, e Tabira, no Sertão. Por se tratar de um produto artesanal, que requer habilidade específica, não há uma produção industrial em larga escala. A estimativa é que a demanda do Governo do Estado tenha provocado a contratação de cerca de 20 a 40 pessoas a mais para incrementar a produção.

BARBOSA DIZ EM DISCURSO QUE JUSTIÇA NÃO TRATA A TODOS DE FORMA IGUAL

O ministro Joaquim Barbosa apontou nesta quinta (22), durante discurso na cerimônia em que tomou posse na presidência do Supremo Tribunal Federal, um “déficit de igualdade” na Justiça.

Para o novo presidente do STF, “nem todos os cidadãos” são tratados da mesma forma quando buscam o Judiciário.

“É preciso ter a honestidade intelectual para reconhecer que há um grande déficit de Justiça entre nós. Nem todos os cidadãos são tratados com a mesma consideração quando buscam a Justiça. O que se vê aqui e acolá é o tratamento privilegiado”, declarou.

Segundo Barbosa, se o acesso ao Judiciário não se tornar mais igualitário e eficaz, ele “suscitará um espantalho” capaz de afugentar investimentos.

“O que buscamos é um Judiciário célere, efetivo e justo. De nada vale o sofisticado sistema de informação, se a Justiça falha. Necessitamos tornar efetivo o princípio constitucional da razoável duração do processo. Se não observada estritamente e em todos os quadrantes, o Judiciário nacional, suscitará, em breve, o espantalho capaz de afugentar os investimentos que tanto necessita a economia nacional”, disse.

Ele afirmou que os magistrados devem levar em conta as expectativas da sociedade em relação à Justiça e disse que não há mais espaço para o juíz “isolado”. Para Barbosa, o magistrado precisa considerar os valores e anseios da sociedade.

“O juiz deve, sim, sopesar e ter em conta os valores da sociedade. O juiz é um produto do seu meio e do seu tempo. Nada mais ultrapassado e indesejado do que aquele juiz isolado, como se estivesse fechado em uma torre de marfim”, disse.

TORCEDORES BOTAFOGUENSES AFOGADENSES POSAM COM O ÍDOLO CLARENCE SEEDORF

 No ultimo domingo dia 18 de Novembro os torcedores Afogadenses do Botafogo-RJ pegaram a estrada e  foram a capital Pernambucana para assistir de perto o jogo da 36ª rodada  do Brasileirão 2012, o Botafogo perdeu o jogo de 2 x 0 e deu adeus as chances de disputar a taça libertadores, mas o dia não poderia ser tão ruim para os botafoguenses de Afogados da Ingazeira, conseguiram tirar uma foto com o ídolo do fogão CLARENCE SEEDORF , “Perdendo ou ganhando sou Botafogo até morrer, finalizou Luicano Pires” (Foto Luciano Pires).

DA INFÂNCIA POBRE PARA O COMANDO DO PRINCIPAL TRIBUNAL DO PAÍS

Novidade no Supremo. Barbosa ao lado de Lula, na solenidade de nomeação ao STF, por indicação do próprio ex-presidente, que buscava um negro para um cargo representativo

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/da-infancia-pobre-para-comando-do-principal-tribunal-do-pais-6793473#ixzz2CxDxSYRu
© 1996 – 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

 Novidade no Supremo. Barbosa ao lado de Lula, na solenidade de nomeação ao STF, por indicação do próprio ex-presidente, que buscava um negro para um cargo representativo

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Novidade no Supremo. Barbosa ao lado de Lula, na solenidade de nomeação ao STF, por indicação do próprio ex-presidente, que buscava um negro para um cargo representativo

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Novidade no Supremo. Barbosa ao lado de Lula, na solenidade de nomeação ao STF, por indicação do próprio ex-presidente, que buscava um negro para um cargo representativo

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Joca, um dos oito filhos de um pedreiro que deixou Paracatu, Minas Gerais, para tentar a sorte em Brasília, no início da década de 1970, assume hoje, às 15h, a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Joca era o apelido de infância do ministro Joaquim Benedito Barbosa Gomes, de 58 anos, o primeiro negro a comandar a mais alta Corte do país. Implacável na condenação dos réus do mensalão e, às vezes, incisivo na forma de lidar com outros ministros, Barbosa assume gerando a expectativa de inaugurar uma nova fase no Judiciário

Barbosa chegou ao STF em 2003 por indicação do ex-presidente Lula. O presidente queria um negro para um cargo tão representativo e escolheu Barbosa, até ali um pouco conhecido procurador da República no Rio. Barbosa teve, então, que mostrar que a cor da pele poderia ter sido um ponto de partida, mas não o fator determinante na escolha. Ele tinha atrás de si uma carreira e notório saber jurídico, tal qual os demais colegas da Corte.

Em 2006, ainda um novato no STF, Barbosa deu mostras da independência e da firmeza que marcariam sua trajetória de juiz. Diante da desconfiança de alguns, o ministro acolheu quase na íntegra a denúncia do ex-procurador Antônio Fernando de Souza contra 40 réus do mensalão, entre eles o ex-ministro José Dirceu e o ex-deputado José Genoino, dois ex-dirigentes do PT, partido que viabilizara a chegada dele ao tribunal. Mas as surpresas não param por aí.

Barbosa conduziu com mãos de ferro o processo e acabou produzindo um relatório final considerado mais contundente e mais consistente que a denúncia do procurador-geral. Avesso a firulas, atropelou a resistência do revisor Ricardo Lewandowski a aspectos do relatório, ignorou arestas com o ministro Gilmar Mendes e, numa costura política com o ex-presidente Ayres Britto, conseguiu a condenação de 25 dos 40 réus, inclusive dos petistas.

Transmitido pela TV Justiça e com ampla cobertura da imprensa, o julgamento confirmou que Barbosa é mesmo direto no trato com os colegas. Nada muito diferente da assertividade que ele revelou nas votações de outros projetos importantes, que acabaram sendo aprovados pelo STF depois de acaloradas discussões.