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Prefeito de Salgueiro mobiliza equipes para vistoriar locais mais afetados pelas chuvas desta quarta-feira

As chuvas que caíram com intensidade nesta quarta-feira, 4, provocaram transtornos em Salgueiro, como alagamentos de ruas e até de residências. Atento a essa situação, o prefeito do município, Fabinho Lisandro, mobilizou equipes do governo e caiu em campo para vistoriar os locais da cidade mais afetados pelo temporal.

O prefeito destaca que choveu acima do esperado em menos de 2 horas, mas a prefeitura conseguiu minimizar os danos com um trabalho preventivo de limpeza de bueiros e de canais.

“A gente está monitorando. Estou aqui com o nosso secretário Thayrone (Serviços Públicos), estou aqui com Igor (diretor de Serviços Públicos), Layane, da Defesa Civil, e a gente está atento, trabalhando o tempo todo, com o time todo em campo para que a gente possa evitar [danos]”, disse o prefeito.

“Qualquer coisa, entre em contato conosco! Você que está em qualquer situação de risco, liga para a Defesa Cívil, liga para o Corpo de Bombeiros, para a Polícia Militar ou fala com a gente no Instagram. O importante é a gente, nesse momento, estar todo mundo junto”, completou Fabinho.

Salgueiro registrou chuva com grande volume entre as 18h e por volta das 19h30. Já em torno das 21h30,. voltou a chover com intensidade moderada.

Aulas suspensas
Devido às fortes chuvas desta quarta, a Secretaria Municipal de Educação suspendeu as aulas dessa quinta-feira por questões logísticas e administrativas.

“Aceitar esse desafio é levar a experiência da gestão pública, do diálogo e do compromisso com o interesse coletivo”, disse Dr. Alfredo Gomes, pré-candidato ao Governo de PE

O Reitor da UFPE e  pré-candidato ao Governo do Estado de Pernambuco, Dr Alfredo Gomes, nos concedeu uma entrevista exclusiva, na qual relatou a sua situação como pré-candidato e também como servidor da UFPE.

Leia na integra

Blog do Finfa –  Como surgiu seu nome para disputar o Governo do Estado?

Dr Alfredo – Primeiramente, Finfa, quero registrar minha alegria em falar com você e com toda a sua audiência. Já estive no seu espaço, conheço sua trajetória e parabenizo pelo trabalho sério e comprometido na cobertura dos acontecimentos do Alto Sertão do Pajeú, da política pernambucana e do Brasil.

Meu nome surge a partir de um chamado coletivo do nosso grupo político. Ao longo desses quase sete anos à frente da Reitoria da UFPE, pude constatar que muitos dos problemas que impactam a universidade não estão dentro dela, mas fora dela, nas decisões políticas e estruturais tomadas pelo Estado.

Durante esse período, fui procurado por diferentes partidos, e esse caminho foi sendo amadurecido com muita responsabilidade. Dialogamos internamente, debatemos com nosso grupo político e com o deputado federal Túlio Gadêlha, e, a partir desse processo, aceitei o convite para me filiar à Rede Sustentabilidade.

Blog do Finfa – Como se encontra a situação da Federação Rede Sustentabilidade e PSOL neste momento?

Dr. Alfredo – A Federação PSOL–REDE completa agora quatro anos e há um indicativo bastante positivo de renovação da aliança. A Direção Nacional da REDE já aprovou a continuidade da Federação, e o PSOL deve deliberar sobre o tema no próximo dia 7 de março.

As forças internas dos dois partidos já se manifestaram, e o processo está bem encaminhado para a manutenção da Federação, sempre com base no diálogo, no respeito mútuo e na construção coletiva.

Blog do Finfa – O PSOL tem afirmado a manutenção das pré-candidaturas de Ivan Moraes Filho ao Governo e de Jô Cavalcanti ao Senado. Como o senhor analisa essa situação?

Dr Alfredo – Analisamos essa posição com muita tranquilidade e respeito. Os partidos que compõem a Federação têm autonomia partidária para apresentar pré-candidaturas, e isso está plenamente previsto no Estatuto da Federação.

Temos profundo respeito por Ivan Moraes Filho e pela vereadora Jô Cavalcanti. São companheiros de luta nas principais pautas do campo progressista, como o combate à escala 6×1, a defesa da isenção do Imposto de Renda para quem ganha menos, a luta por moradia digna e por uma educação pública de qualidade.

Nossos partidos integram a base política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e temos plena consciência de que é fundamental manter a unidade do campo progressista. Tenho convicção de que construiremos um consenso de forma madura e coletiva.

Blog do Finfa –  O senhor vem fazendo um excelente trabalho na UFPE. O que lhe fez aceitar esse desafio de deixar o serviço acadêmico e adentrar na política?

Dr. Alfredo – Tenho muito orgulho do trabalho realizado na UFPE nos últimos anos, com investimentos em infraestrutura, fortalecimento da pesquisa, da pós-graduação, da assistência estudantil e das políticas de inclusão, sempre a partir de uma gestão coletiva e comprometida com a universidade pública.

Reitero o que já disse: nosso nome surge de um chamado do nosso grupo, pois nesses quase sete anos na Reitoria ficou claro que muitos dos desafios enfrentados pela universidade não se resolvem apenas internamente, mas dependem de decisões políticas mais amplas.

Aceitar esse desafio é levar a experiência da gestão pública, do diálogo e do compromisso com o interesse coletivo para um espaço onde essas decisões são tomadas.

 Blog do Finfa – Se concretizada sua pré-candidatura ao Governo do Estado, quando o senhor vai se afastar da UFPE?

Dr. Alfredo – Como servidor público em mandato eletivo, preciso cumprir rigorosamente a legislação vigente. Caso a pré-candidatura se confirme, a desincompatibilização deverá ocorrer até 4 de abril de 2026, conforme determina a lei.

Blog do Finfa  – Para finalizar, essa decisão é irreversível?

Finfa, quem acompanha nossa trajetória sabe do nosso compromisso permanente com a educação pública de qualidade, com a justiça social, o combate às desigualdades e a valorização dos servidores públicos. É com base nesses princípios, construídos ao longo de muitos anos de vida acadêmica e gestão pública, que colocamos nosso nome à disposição.

Não fujo de bons desafios. Estamos dialogando com nosso grupo político, de forma responsável e coletiva, para viabilizar esse projeto. E faço questão de deixar claro: não serei candidato a nenhum outro cargo nesta eleição, a não ser ao de governador do nosso querido Estado de Pernambuco.

Esse não é um projeto pessoal, é um projeto coletivo, pensado a partir da realidade do povo pernambucano. Se essa caminhada se consolidar, será com coragem, diálogo e compromisso com quem mais precisa, apresentando um projeto que aponte para um Pernambuco mais justo, desenvolvido e socialmente inclusivo

Moradores espera solução da Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira

Este blogueiro foi procurado nesta manhã, por alguns moradores da Av. Padre Luiz de Góes – Bairro Manoela Valadares, em Afogagdos da Ingazeira, que estão fazendo um apelo à Vigilância Sanitária, que tome as devidas providências quanto a segurança dos seus animais domésticos e até mesmo crianças.

Segundo uma moradora que pediu reserva, o problema maior é que, devido as atitudes de uma moradora do referido bairro, que tem feito abrigo em diversos lugares no bairro, para os animais de rua, tem preocupado muito os moradores, em virtude das agressividade dos cães.

“Finfa, são cerca de 30 cachorros circulando pelo local, ocasionando transtornos como o mais grave até agora que foi a morte de um gato de um dos moradores do bairro, precisamos que as autoridades competentes tomem uma solução rápida, para não acontecer o pior”, disse a moradora.

Afogados da Ingazeira sob Águas: O preço do crescimento desordenado e da omissão pública

Por: Dr. Décio Petrônio

A cada temporada de chuva, o cenário em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, repete-se como uma tragédia anunciada. Ruas transformadas em rios, casas invadidas pela lama e prejuízos materiais incalculáveis são apenas os sintomas visíveis de uma doença mais profunda: décadas de negligência urbanística, falta de planejamento e ausência total de investimentos estruturais.

Um dos pontos mais críticos é a recente pavimentação asfáltica de diversas vias. Embora o asfalto traga uma falsa sensação de modernidade, em Afogados ele se tornou um vilão ambiental. Sem um sistema de drenagem e galerias pluviais que acompanhassem as obras, o solo foi impermeabilizado. A água, impedida de infiltrar no subsolo, corre com velocidade destrutiva pela superfície, buscando saídas inexistentes e invadindo as residências dos cidadãos.

Recentemente, o poder público municipal criou a Secretaria de Meio Ambiente, mas, na prática, o órgão nasceu natimorto. Sem estrutura física adequada, orçamento próprio ou corpo técnico suficiente, a pasta funciona apenas como uma peça decorativa no organograma da Prefeitura.

A secretaria não possui “braço” para realizar o trabalho social necessário junto às comunidades, nem capacidade de fiscalização para coibir crimes ambientais e ocupações irregulares. É uma estrutura de fachada que serve para passar uma imagem de preocupação ecológica enquanto a cidade padece com o descaso real.
A cidade cresceu, mas não evoluiu. O Plano Diretor, que deveria nortear a ocupação do solo, é uma peça meramente teórica. O resultado é a ocupação desordenada de áreas de risco e terrenos historicamente impróprios, como uma antiga lagoa que foi aterrada e loteada.

Enquanto a infraestrutura básica de escoamento é inexistente, a aplicação do dinheiro público em obras que não têm trazido benefícios para a população gera revolta. Nos últimos anos, cerca de R$ 8 milhões foram destinados à construção de uma usina solar e de um pátio de feira, sem qualquer utilidade para a população, já que a usina não funciona e pátio encontra-se em abandono há anos, um verdadeiro elefante branco.

O Rio Pajeú, artéria vital da região e da cidade, padece com o assoreamento severo e o acúmulo de lixo. Sem projetos de desassoreamento e com as margens ocupadas de forma desordenada sob o olhar complacente da gestão, o rio perdeu sua capacidade de vazão, contribuindo diretamente para o represamento das águas durante as cheias.

Para interromper esse ciclo de negligência que já dura mais de duas décadas, é necessário que a gestão municipal deixe o marketing de lado e foque em ações estruturantes:
• Infraestrutura Real: Construção imediata de canais de drenagem e galerias pluviais de grande porte em pontos críticos.
• Plano de Contingência: Implementação de um plano emergencial real para salvar vidas e bens durante as tormentas.
• Reforma da Secretaria de Meio Ambiente: Dotar a pasta de estrutura funcional e capacidade técnica para realizar fiscalização e trabalho social permanente.
• Recuperação do Rio Pajeú: Desassoreamento urgente e limpeza permanente dos leitos.
• Pacto Legislativo: Criação de leis rigorosas junto à Câmara de Vereadores para punir o descarte irregular de lixo e auxiliar na fiscalização do ordenamento urbano.

A omissão dos últimos 20 anos cobrou um preço alto demais. Resta saber se a gestão continuará investindo em asfalto sem bueiro, ou se finalmente enfrentará o desafio de estruturar a cidade para que o povo de Afogados da Ingazeira possa dormir em paz, mesmo sob chuva.

PRD convida o presidente da Câmara de Arcoverde, Luciano Pacheco, para disputar vaga de deputado federal pelo partido nas eleições 2026

Arcoverde pode ter candidato da terra a deputado federal em 2026. O presidente estadual do PRD (Partido da Renovação Democrática), e prefeito de São Caetano, Josafá Almeida, desembarcou na cidade do Moxotó, nesta terça-feira (03.03), com uma missão: convencer o presidente da Câmara, Luciano Pacheco (MDB), a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pela federação PRD/Solidariedade, nas eleições de 04 outubro deste ano.

Para o presidente do PRD, trata-se de um projeto regional: “O convite está feito e vamos avançar nas conversas. Luciano Pacheco pode ser um nome fortíssimo da nossa federação (PRD/Solidariedade) em Arcoverde e região. Basta ele dar o sinal verde que vamos investir firme na candidatura a deputado federal”, garantiu Josafá Almeida.

Para o convite, o PRD levou em conta o desempenho eleitoral de Luciano Pacheco. O presidente da Câmara de Arcoverde foi majoritário na cidade para Deputado Estadual em 2022, com 9.252 votos. No Estado, Luciano Pacheco obteve quase 15 mil votos (14.839).