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Com objetivo de estreitar ainda mais o relacionamento de Pernambuco com a China, o governador Eduardo Campos consolidou, ontem (26/11), uma parceria com o gigante asiático. Trata-se da instalação de um instituto para o ensino do mandarim (chinês). Além disseminar a cultura asiática para os brasileiros, o Instituto Confúcio terá cursos de português para chineses. Durante a solenidade, que aconteceu no auditório da Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAP/UPE), o governador também anunciou que Pernambuco terá um consulado da China, o terceiro do País.
“Esse é um dia muito importante, pois o nosso maior parceiro comercial, a China, anuncia a instalação de um consulado no Recife, o primeiro consulado fora do eixo Rio-São Paulo. Além disso, temos a chegada do Instituto Confúcio para o ensino na língua chinesa, que será o sexto do Brasil. Isso vai aproximar ainda mais os dois países, cuja relação, nos últimos anos, vem crescendo. Uma decisão que vai intensificar a aproximação cultural e econômica”, garantiu o Eduardo.
O reitor da UPE, Carlos Calado, explicou que, de imediato, o Instituto Confúcio funcionará no prédio da reitoria, mas lembrou que o Governo do Estado desapropriou um imóvel para a sede definitiva. Calado garantiu que os professores já estão habilitados e apenas aguardam a formatação do cronograma. “Essa parceria significa uma peça de uma engrenagem maior. Com o instituto, nós vamos ter UPE e na Universidade de Finanças e Economia de Pequim (CUFE) uma parceria que vai permitir três ações: o estudo das línguas, o intercâmbio cultural e o comercial”, resumiu o reitor, explicando que as vagas serão preenchidas por meio de um processo seletivo, como já acontece na instituição.
Wang Guan Goian, reitor da CUFE, disse que os 430 institutos distribuídos pelo Mundo realizam um papel estratégico, pois possibilitam um maior entendimento sobre a cultura milenar da China. “Temos fé e esperança que esse instituto instalado aqui será uma ponte entre Pernambuco e a China”, disse o reitor. O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, enfatizou que as relações de seu país com o Brasil, com apenas quatro décadas, precisam ser exploradas. “Nós implantamos o primeiro instituto em 2008, em Brasília. Hoje, o Brasil conta com seis e na próxima semana estamos inaugurando mais um, em Minas Gerais”, revelou o embaixador.
O governador disse que é “animador ver o interesse da China no Estado”. e garantiu que tem a intenção de ampliar a participação da cultura chinesa em Pernambuco. “Em breve, podemos ter o mandarim nas escolas e universidades públicas. Além disso, seria importante realizar intercâmbios entre estudantes dos dois países”, completou Eduardo, lembrando que o inglês e o espanhol também encontraram dificuldades para serem consolidados, mas que com o passar do tempo os idiomas encontraram espaço dentro da estrutura pública.
Com objetivo de estreitar ainda mais o relacionamento de Pernambuco com a China, o governador Eduardo Campos consolidou, ontem (26/11), uma parceria com o gigante asiático. Trata-se da instalação de um instituto para o ensino do mandarim (chinês). Além disseminar a cultura asiática para os brasileiros, o Instituto Confúcio terá cursos de português para chineses. Durante a solenidade, que aconteceu no auditório da Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAP/UPE), o governador também anunciou que Pernambuco terá um consulado da China, o terceiro do País.
“Esse é um dia muito importante, pois o nosso maior parceiro comercial, a China, anuncia a instalação de um consulado no Recife, o primeiro consulado fora do eixo Rio-São Paulo. Além disso, temos a chegada do Instituto Confúcio para o ensino na língua chinesa, que será o sexto do Brasil. Isso vai aproximar ainda mais os dois países, cuja relação, nos últimos anos, vem crescendo. Uma decisão que vai intensificar a aproximação cultural e econômica”, garantiu o Eduardo.
O reitor da UPE, Carlos Calado, explicou que, de imediato, o Instituto Confúcio funcionará no prédio da reitoria, mas lembrou que o Governo do Estado desapropriou um imóvel para a sede definitiva. Calado garantiu que os professores já estão habilitados e apenas aguardam a formatação do cronograma. “Essa parceria significa uma peça de uma engrenagem maior. Com o instituto, nós vamos ter UPE e na Universidade de Finanças e Economia de Pequim (CUFE) uma parceria que vai permitir três ações: o estudo das línguas, o intercâmbio cultural e o comercial”, resumiu o reitor, explicando que as vagas serão preenchidas por meio de um processo seletivo, como já acontece na instituição.
Wang Guan Goian, reitor da CUFE, disse que os 430 institutos distribuídos pelo Mundo realizam um papel estratégico, pois possibilitam um maior entendimento sobre a cultura milenar da China. “Temos fé e esperança que esse instituto instalado aqui será uma ponte entre Pernambuco e a China”, disse o reitor. O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, enfatizou que as relações de seu país com o Brasil, com apenas quatro décadas, precisam ser exploradas. “Nós implantamos o primeiro instituto em 2008, em Brasília. Hoje, o Brasil conta com seis e na próxima semana estamos inaugurando mais um, em Minas Gerais”, revelou o embaixador.
O governador disse que é “animador ver o interesse da China no Estado”. e garantiu que tem a intenção de ampliar a participação da cultura chinesa em Pernambuco. “Em breve, podemos ter o mandarim nas escolas e universidades públicas. Além disso, seria importante realizar intercâmbios entre estudantes dos dois países”, completou Eduardo, lembrando que o inglês e o espanhol também encontraram dificuldades para serem consolidados, mas que com o passar do tempo os idiomas encontraram espaço dentro da estrutura pública.
O Governo de Pernambuco, através da Procuradoria Geral do Estado, anunciou, nesta terça-feira (26/11), que irá recorrer da decisão do juiz federal Roberto Wanderley Nogueira. O recurso de apelação será interposto no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Com isso, o Governo informa que o secretário de Saúde, Antônio Carlos Figueira, permanecerá exercício de suas funções.
“Houve uma decisão proferida num processo que já está em andamento desde janeiro de 2012, no qual o Estado já apresentou defesa. Houve nesse mesmo processo uma liminar que já foi cassada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região por unanimidade. O Estado vai recorrer dessa decisão e tem confiança de que ela vai ser revertida. Desta maneira, o secretário não sai do cargo. O recurso que o Estado vai oferecer nos próximos dias tem efeito suspensivo, o que quer dizer que essa decisão, em tese, só poderá ser executada após o trânsito em julgado”, explica o procurador-geral do Estado, Thiago Norões.
No tocante à decisão sobre a reabertura do CTMO, Norões esclarece que o órgão foi desativado porque possuía “índice de produtividade totalmente inaceitável”. “Gastava-se muitos recursos para se realizar poucas cirurgias. As atividades que eram desenvolvidas no CTMO foram transferidas para outras unidades, que vêm trabalhando com muito mais produtividade do que existia no CTMO”, esclarece o procurador-geral do Estado.
Segundo a Secretaria de Saúde, responsável pelo CTMO, a desativação do centro ocorreu em dezembro de 2011, ocasião em que o mesmo, funcionando de forma improvisada no Hospital dos Servidores, vinha apresentando problemas como baixíssima produtividade nos últimos 10 anos e impossibilidade de expansão de leitos na atual área de 245 metros quadrados. O centro, com 42 funcionários, vinha realizando, nos últimos 10 anos, uma quantidade bem aquém da necessidade e o custo anual do serviço é R$ 5 milhões, o que significa R$ 700 mil por transplante. O Hospital Português, com reconhecida capacidade nessa especialidade, está realizando cada procedimento a um custo de R$ 33 mil, ou seja, 21 vezes inferior.
Desde que o Estado mudou a política de transplantes de medula óssea, os números são incontestes em benefício dos pacientes. Em 2011, último ano de funcionamento do CTMO, foram realizados 112 transplantes, com média de 9,3 procedimentos por mês. Em 2012, esse número passou para 162 (média de 13,5 por mês). Em 2013 (dados fechados até outubro), os transplantes passaram para 145, com média de 14,5 por mês. Em 2011, a fila de espera pelo procedimento era formada por 70 pacientes, contra os 28 atuais. Em 2011, Pernambuco ocupava a 5ª posição nacional em transplantes de medula e, atualmente, está na 2ª colocação.
A Secretaria de Saúde informa ainda que nenhum paciente que se tratava no CTMO teve seu tratamento interrompido. Os transplantes continuaram sendo feitos no Hospital Português, que possui seis leitos (o dobro da estrutura no Hospital dos Servidores) destinados ao SUS, sem qualquer custo para os pacientes, que têm demonstrado grande satisfação com a assistência prestada.
Em março de 2014, será entregue à população o novo Centro de Transplante de Medula Óssea, que está sendo construído dentro do Hospital do Câncer de Pernambuco, unidade com vocação e especialização para tratar todos os tipos de cânceres. O local terá uma área de 790 metros quadrados (o triplo da atual) e contará com 10 leitos (sete a mais que no HSE). Além disso, o Governo está incentivando a abertura de novos serviços em hospitais universitários, a exemplo de Hospital das Clínicas, Oswaldo Cruz e Imip, como preconiza a Política Nacional de Oncologia.
O senador Armando Monteiro almoça com a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada nesta terça-feira (26). Armando estará ao lado de um pequeno grupo de parlamentares da base de apoio ao Governo Federal. Conversarão sobre temas da conjuntura política e econômica, na perspectiva da agenda legislativa.
As declarações do senador Armando Monteiro Neto (PTB), que creditou ao governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), a responsabilidade pelo rompimento da Frente Popular de Pernambuco, causaram incômodo no Palácio do Campo das Princesas. Sendo assim, foi determinado que o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Waldemar Borges, emitisse nota rebatendo as declarações do trabalhista.
No documento, o parlamentar tentou minimizar o rompimento e exaltou a candidatura presidencial do governador. “A Frente Popular é um conjunto de valores com fortes raízes no passado, a exemplo de lutas que vão das Ligas Camponesas aos movimentos de redemocratização, passam, no presente, por um exercício de poder comprometido com a elevação da qualidade do serviço público, e remete para um futuro voltado para um modelo de desenvolvimento inclusivo e sustentável”, destaca o deputado Waldemar Borges, em um trecho da nota.
“Em qualquer dessas dimensões, os valores da Frente Popular estão vivos no projeto político liderado pelo governador Eduardo Campos, mais do que em qualquer outro arranjo político em nosso Estado”, completa o socialista.
O senador Armando Monteiro evitou comentar o conteúdo da carta. Por meio de sua assessoria de imprensa, informou que não há conteúdo a ser rebatido. Waldemar Borges, sem citar o instituto que baseia a estatística, disse que “um em cada três brasileiros que conhecem o governador já o declaram voto”.
“Temos um candidato competitivo, que tem contaminado o País com suas ideias e o exemplo do seu governo. Hoje, de cada três brasileiros que conhecem Eduardo, um já declara voto a ele. Em nosso Estado, esse índice vai disparar porque os pernambucanos sabem o que vai significar a eleição dele. É lamentável que alguns não apoiem as transformações que ocorrerão em nosso Estado com Eduardo na Presidência”, completou. (JC online)







