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MINUTO COM FINFA – Frente Popular fatiada em Afogados da Ingazeira

A base aliada do prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) em Afogados da Ingazeira enfrenta um crescente “fatiamento” e divergências internas que ameaçam a unidade da Frente Popular no município. O principal foco dessa fragmentação é o presidente da Câmara Municipal, o vereador Vicentinho (PSB), que, juntamente com Cícero Miguel (PSB) e Cancão (MDB), rompeu com o alinhamento do prefeito nas eleições estaduais.

Enquanto Sandrinho apoia Waldemar Borges (PSB), o trio decidiu endossar a reeleição do deputado estadual João Paulo Costa (PCdoB), que inclusive já declarou apoio ao projeto de Vicentinho para a prefeitura em 2028. E ssa atitude demonstra que a base governista não é homogênea, expondo a fragilidade da atual aliança e as dificuldades do prefeito em consolidar um grupo coeso em torno de candidatos de consenso, reforçando a percepção de uma “fadiga de material” após mais de duas décadas e meia de poder do bloco.

O movimento de autonomia do bloco comandado por Vicentinho, que também inclui o vereador Douglas Eletricista, não se restringe à disputa estadual. O presidente da Câmara declarou publicamente sua pré-candidatura a prefeito em 2028 pela Frente Popular, mas com uma postura de diálogo aberto com todos os setores políticos do município, embora afirme que não pretende se aliar à oposição.

Este cenário de tensões acirradas coloca o prefeito Sandrinho Palmeira diante de um desafio complexo: ele precisa urgentemente trabalhar para manter a governabilidade e a coesão dentro da Câmara Municipal, ao mesmo tempo em que tenta solidificar sua base política para as próximas eleições. A fragmentação da Frente Popular é um fato consumado, e o desfecho dessa “novela política” será crucial para definir se o grupo permanecerá no poder ou se haverá uma oxigenação na gestão municipal.

MINUTO COM FINFA – Afogados: ineficiência da Secretaria de Saúde

O ouvinte Willian Nunes utilizou o programa “Rádio Vivo”, da Rádio Pajeú, para expor um problema de saúde pública que, segundo ele, tem sido gerado pela Secretaria Municipal de Saúde de Afogados da Ingazeira. Willian relatou à radialista Juliana Lima que aguarda há cinco meses pela liberação de uma ultrassonografia do abdômen total, exame solicitado por um médico do Postinho de Saúde do Bairro São Sebastião.

Ao buscar informações recentemente, foi informado no posto de saúde que a Secretaria não estaria disponibilizando vagas para o procedimento. A situação levou Willian Nunes a fazer uma grave acusação de motivação política.

O morador afirmou sentir-se prejudicado por “perseguição política” devido ao seu voto na base de Danilo Simões em 2024. A alegação sugere que a demora na liberação do ultrassom, que já dura quase meio ano, estaria ligada ao seu posicionamento político contrário à atual gestão municipal.

O caso levanta questionamentos sobre a eficiência e a imparcialidade no acesso aos serviços essenciais de saúde no município.