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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Dom Limacêdo inaugura Casa dos Padres da Diocese de Afogados da Ingazeira

A Diocese de Afogados da Ingazeira inaugurou, na noite desta terça-feira (18), a Casa dos Padres, novo espaço destinado ao acolhimento, convivência e descanso do clero diocesano. A inauguração foi conduzida pelo bispo diocesano, Dom Limacêdo Antônio da Silva.

A cerimônia teve início com a bênção do espaço, seguida pela visitação conduzida pelo bispo e pelos padres presentes. O novo ambiente, segundo Dom Limacêdo, reflete o cuidado da Igreja com seus ministros e o compromisso com uma vida pastoral mais equilibrada.

Em sua homilia, durante a Celebração em Ação de Graças, o bispo destacou o significado do momento:
“Louvado seja Deus por este dia. Jesus é o centro. Ao lado do seminário, essa casa é fruto de muito trabalho. É um espaço de folga, de reencontro com o início da caminhada, ao lado dessa casa formativa. Que ela seja um ponto de encontro.”

Participaram da celebração os padres Josenildo Nunes (vigário geral), Luís Marques, Rogério Marinho, Alison Maciel, Claudivan Siqueira, Elton Wilson, Rogério Veríssimo, André Cruz, Ademar Lucena, Osmar Freitas, Severino, Edilberto Aparecido, Jorge Adjan e Otaviano Bezerra.

A construção da Casa dos Padres contou com coordenação e referência direta dos padres Rogério Marinho, Luisinho Marques e Alison Maciel, que acompanharam todo o processo.

Estrutura do novo espaço

O imóvel foi planejado para acolher os sacerdotes da diocese com conforto e funcionalidade. A casa dispõe de:
* Parte do dormitório já estruturada
* Seis quartos (suítes)
* Dois banheiros sociais
* Capela
* Cozinha
* Refeitório
* Sala de convivência
* Área de lazer

Casamento de Júlia Ellen e João Paulo foi tudo perfeito

Afogados da Ingazeira, registrou no último sábado (15) o enlace matrimonial dos jovens Júlia Ellen e João Paulo, ela filha de Mércia Margarete e Huandreson Alves (Véi da Lotação), ele filho de Mônica Maria e Paulo Leonardo.

A cerimônia foi realizada na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, sendo celebrada pelo Pe. Gutemberg Lacerda.

A recepção foi completa, no Hotel Brotas, onde os noivos e suas famílias recepcionaram os convidados de maneira super atenciosa, que tiveram uma tarde adentrando pela noite com shows de todos os gostos musicais, Dagmar no seu saxofone, Gustavo Pinheiro, com seu repertório eclético e para encerrar, Genailson e Nêgo Adelmo, com um forró de qualidade.

E para fechar com chave de ouro as comemorações continuou neste domingo na Chácara do pai da noiva, o amigo Veí da Lotação, onde foi servido um almoço maravilhoso, churrasco regado com água que passarinho não bebe.

Quero deixar aqui meus agradecimentos a Julia e João Paulo, pela recepção e desejar tudo de bom, que Deus e Nossa Senhora ilumine sempre o casal. Tudo foi perfeito, desde a cerimônia matrimonial,até a recepção.

Obrigado também aos amigos Veí e Mércia, e a e todos os familiares.

Vocês no Mural do Finfa

O Mural do Finfa, é um acervo com centenas de fotografias com políticos de todos os níveis, arquivos dos treze anos de história do Blog.

Hoje mostro a foto no dia da emancipação política de Afogados da Ingazeira, na década de 10, em frente a Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, em pé da esquerda para direita: Nilton Mora, Waldemar Borges, Lobsan, o prefeito na época José Patriota (in memorian), Manoel Jibóia, governador Paulo Câmara, Danilo Cabral  e barcameiros desconhecidos.

Beco do Hidrante, um reflexo de uma cidade sem comando

Por Pedro Araújo

Moradores das proximidades do Beco do Hidrante, que fica entre a Avenida Rio Branco, Senador Paulo Guerra e a Professor Vera Cruz, procuraram o Blog PE Notícias nesta manhã deste sábado, para queixar-se da administração municipal, principalmente à Secretaria de Cultura de Afogados da Ingazeira, com relação ao barulho estridente daquelas, que a secretaria entende como “uma banda cultural”, mas que quando começam a tocar as músicas de péssimo gosto, com altura de um som (sem decibelímetro), em que a redondeza do Beco do Hidrante não podem sequer “pregar um olho” na hora sagrada dos seus descansos, crianças também não dormem, e isso aumenta o sofrimento em plena madrugada daqueles que trabalharam o dia inteiro, e lógico que querem uma noite de bom sono.

Uma pergunta feita pelo morador, que não vamos identifica-lo, faz todo sentido da sua indignação, quando pergunta se a Prefeitura Municipal, juntamente com a Secretaria de Cultura, já fizeram uma consulta popular com os moradores da adjacência para saber destes, se podiam fazer esse tipo de importuno constante. O que podemos adiantar é, muitos moradores, ainda por cima, eleitores de quem está comandando os destinos desta cidade por mais de 20 anos, que pagam seus impostos em dia para não serem importunados, principalmente por órgãos municipais, como pode esses tipos de “badernas”, de qualquer grupo que queiram passar a noite “batendo suas latas”, pois muitos que se acham cantores, mas apenas urram em cima de um palco?

O morador foi mais enfático quando disse que com o gestor municipal não existia noite perdida de sono. “Ele em menos de quatro anos à frente da Prefeitura comprou uma propriedade distante do centro, na comunidade da Queimada Grande, o vice-prefeito já morava e hoje ainda mora na Fazenda Borges, isso é coincidência? Não, isso é para não serem incomodados por ninguém e também não se perturbarem com o que acontece no centro da cidade. “Eles sim, podem dormir a noite toda, sem sequer lembrar que aqui estão muitos moradores/eleitores que os colocaram lá, na cadeira de prefeito e vice”, desabafou o morador.

Os moradores tem lá suas razões, tendo em vista que Afogados da Ingazeira existem outros ambientes, que pertencem ao município, e que poderia ser mais aproveitado com esse tipo de “show”. Existe o espaço do Centro Desportivo, o Campo do Nascente dentre outros. Porque só o Beco do Hidrante é que absorve “badernas?”. Porque os moradores, sem serem pesquisados, se aceitam ou não esse tipo que coisa que a Secretaria de Cultura, com a anuência da Prefeitura Municipal insiste em promover com certas badernas? É por isso que o título dessa nota foi sugerida pelo morador: “O Beco do Hidrante, um reflexo de uma cidade sem comando”.