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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

Prefeitura de Garanhuns entrega kits de fardamento aos participantes do AABB Comunidade

Programa atende 100 crianças e adolescentes das comunidades Liberdade e Massaranduba. Evento reuniu participantes, familiares, autoridades e parceiros do programa

A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, realizou, na manhã desta terça-feira (25), a entrega dos kits de fardamento aos 100 educandos atendidos pelo Programa AABB Comunidade. A iniciativa contempla crianças e adolescentes das comunidades Liberdade e Massaranduba e é fruto da parceria entre o município, a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), o Banco do Brasil e a FENABB.

O Programa AABB Comunidade oferece atividades socioeducativas voltadas à convivência, aprendizagem, cultura, esporte e desenvolvimento, além de transporte, alimentação e acompanhamento dos participantes. O evento contou com a presença de autoridades, das crianças e adolescentes acompanhados pelo programa, familiares e parceiros. A programação também incluiu apresentações culturais realizadas pelos próprios educandos.Durante a entrega, a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Nelma Carvalho, reforçou o compromisso da gestão com os educandos. “Estaremos sempre por perto para apoiar cada criança e garantir que elas continuem tendo acesso a novas oportunidades por meio do Programa AABB Comunidade. Podem contar com o acompanhamento da nossa Secretaria nesta e em todas as ações”, destacou.

Em Vicência, João Campos sobe o tom contra Gabinete do Ódio: “Decidido e negociado dentro do Palácio”

Em um discurso enérgico de quase 20 minutos em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato a governador João Campos (PSB) defendeu que a justiça seja feita no caso referente à operação de um suposto “Gabinete do Ódio” financiado com recursos do Governo de Pernambuco, já em investigação pela Polícia Federal (PF). O líder da Frente Popular classificou a prática como “uma política rasteira, de gente que se veste de altar da moral” enquanto usa mecanismos ilegais para atacar adversários, e lamentou que denúncias recentes da imprensa tenham comprovado que o esquema era “decidido e negociado” dentro do Palácio do Campo das Princesas.

“Eu tenho sido atacado de forma criminosa pelos nossos adversários, que montaram um gabinete do ódio supostamente financiado com dinheiro do Estado, dinheiro público, para mentir, caluniar e difamar a mim, meus aliados políticos, minha família, minha esposa, pessoas que simplesmente pensam diferente deles. E agora a imprensa nacional está mostrando que isso era negociado e decidido dentro do Palácio, fazendo política rasteira, de gente que se veste de altar de moral e, na prática, usa as piores práticas políticas do mundo para atacar adversários de forma criminosa. Na política não vale tudo. A justiça será feita”, defendeu.

Ao longo do dia, a imprensa trouxe desdobramentos sobre o caso, como registros de visitas ao Palácio do Campo das Princesas que comprovam que o homem apontado como operador do esquema se reuniu com membros do governo no período em que ataques coordenados contra João Campos começaram a ocorrer nas redes sociais. Pela manhã, o candidato já havia se pronunciado em vídeo e anunciado que acionará sua equipe jurídica para tomar as medidas cabíveis no caso, em paralelo à investigação já em curso na PF.

O discurso de João Campos em Vicência foi proferido diante de uma multidão que caminhou pelas ruas e acompanhou a inauguração do Espaço 40, destinado à distribuição de materiais de campanha e outras atividades de apoio a candidaturas da Frente Popular de Pernambuco. O candidato a governador esteve acompanhado de Carlos Costa (Republicanos), candidato a vice-governador, de Marília Arraes (PDT), candidata a senadora, dos deputados Pedro Campos (PSB) e Francismar Pontes (PSB), de Neto de Dija, liderança local, e de outros nomes da política da Mata Norte e do Agreste Setentrional de Pernambuco.

Henrique Brandão reúne Assisão, Flávio Leandro e outros artistas em gravação audiovisual na Festa da Penha

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O cantor e compositor Henrique Brandão reune diferentes nomes da música nordestina em uma apresentação dedicada ao forró, à poesia popular e à cultura do Sertão do Pajeú. O show ocorre na próxima terça-feira (1), às 20h, na Praça Dr. Sérgio Magalhães, em Serra Talhada, com acesso gratuito.

A apresentação será gravada ao vivo e dará origem ao projeto audiovisual “Henrique Brandão – O Poeta Forrozeiro na Capital do Xaxado”. Ao longo do espetáculo, os convidados se revezarão no palco para dividir canções e encontros musicais com o anfitrião.

Estão confirmadas as participações de Assisão, Flávio Leandro, Fábio Carneirinho, Fulô de Mandacaru, Josildo Sá, Assum Preto, Juarez, Andrezza Formiga, Gabi Cysneiros, Monique D’Angelo e Padre Lucas Emmanuel.

A gravação integra a programação oficial do Palco Cultural da Festa de Nossa Senhora da Penha, uma das celebrações mais tradicionais de Serra Talhada. A relação com a cidade também está expressa no título do projeto, que aproxima a trajetória de Henrique Brandão da identidade cultural do município reconhecido como Capital do Xaxado.

“Este projeto é a realização de um sonho que pulsa no ritmo do meu povo. Gravar em Serra Talhada, cercado de amigos que admiro e sob o manto da nossa Padroeira, é rima que se completa”, afirma Henrique Brandão.

Além de registrar o repertório do artista, a produção preserva em formato audiovisual o encontro entre diferentes representantes da cultura nordestina, tendo como cenário uma festa popular e o espaço público da cidade. Como a gravação será realizada ao vivo, a presença do público também fará parte desse registro.

O projeto conta com o apoio de Antonio Souza, Dr. Jared Carvalho, Ernestus, Hotel Sagrada Família, Fundação Cultural de Serra Talhada e Prefeitura Municipal de Serra Talhada.

1ª FENACRAS reúne artesanato, cultura e oportunidades de geração de renda no Pina

Feira promovida pela Prefeitura do Recife acontece nesta quinta-feira (27), no COMPAZ Atriz Leda Alves, com 30 expositores, apresentações culturais e participação de usuários de quatro equipamentos da rede socioassistencial; evento é gratuito e aberto ao público

A Prefeitura do Recife realiza, nesta quinta-feira (27), a 1ª FENACRAS – Feira de Negócios e Artesanatos do CRAS, iniciativa que reúne artesanato, cultura e oportunidades de geração de renda a partir das produções de usuários da rede socioassistencial. Promovida pela Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome (SAS), em parceria com a Secretaria de Cidadania e Cultura de Paz (SECPAZ), a feira acontece das 10h às 15h, na área externa do COMPAZ Atriz Leda Alves, no bairro do Pina. O evento é gratuito e aberto ao público.

A primeira edição da FENACRAS reunirá 30 expositores, que irão apresentar e comercializar artesanatos, trabalhos manuais e produtos culinários. Participam usuários do CRAS Pina, CRAS Ibura de Cima/Cohab e dos Centros Arrecifes da Cidadania da Imbiribeira e de Afogados. Entre os participantes estão pessoas idosas atendidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e usuários acompanhados pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF).

A iniciativa nasceu no SCFV do CRAS Pina, a partir da escuta realizada nos grupos de pessoas idosas, que manifestaram o desejo de contar com um espaço para apresentar e valorizar seus talentos, produções e saberes. A proposta foi acolhida pela equipe e pelos usuários e, diante da adesão, ganhou a participação de outros equipamentos da rede, ampliando o alcance da feira e as possibilidades de troca e geração de renda.

Além da comercialização das produções, a programação valoriza talentos e expressões culturais dos territórios atendidos pela rede. A Banda Melhor Idade de Gurupé abre as apresentações, às 10h30. Às 11h30, haverá uma homenagem aos expositores. Entre 12h e 14h, será realizado sorteio de brindes. Às 14h30, a programação segue com apresentação do Grupo de Capoeira Lua de São Jorge, encerrando às 15h.

Para a secretária de Assistência Social e Combate à Fome do Recife, Pâmela Alves, a feira amplia as oportunidades de reconhecimento e valorização das potencialidades dos usuários. “É importante reconhecer e valorizar os talentos que existem na nossa rede. Queremos que nossos usuários e usuárias tenham espaço para apresentar seus saberes, compartilhar suas produções e, a partir disso, ampliar sua visibilidade e encontrar novas possibilidades de geração de renda. É também uma forma de aproximar a população do trabalho importante e cuidadoso que as equipes da Assistência Social realizam diariamente nos territórios”, afirmou.

FENACRAS – A Feira de Negócios e Artesanato do CRAS é uma iniciativa da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome (SAS), desenvolvida no âmbito da Proteção Social Básica para fortalecer a convivência comunitária, os vínculos e as potencialidades dos usuários da rede socioassistencial do Recife. A proposta valoriza pessoas, histórias, saberes e oportunidades e surgiu a partir do trabalho de convivência desenvolvido no CRAS Pina, mostrando como a escuta e a participação dos usuários podem contribuir para a criação de novas iniciativas dentro da rede.

CRAS – Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) são equipamentos públicos da rede de proteção social básica que ofertam serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais, além de realizarem o acompanhamento de famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. As unidades também desenvolvem ações voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e à promoção do acesso a direitos. Para buscar atendimento em um dos CRAS da Prefeitura do Recife, o cidadão pode comparecer diretamente à unidade de referência do seu bairro.

Fernando Filho: duas décadas de trabalho por Pernambuco

Por Rinaldo Remígio*

Na política, o tempo é um dos juízes mais rigorosos. Discursos podem entusiasmar momentaneamente, mas somente o trabalho contínuo, a presença e os resultados são capazes de construir uma trajetória respeitada. É sob essa perspectiva que devemos observar a caminhada pública do deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho, o nosso Fernandinho, que há 20 anos representa Pernambuco no Congresso Nacional.

Nascido no Recife, em 1984, e profundamente ligado a Petrolina e ao Sertão pernambucano, Fernando Filho iniciou muito cedo sua vida pública. Em 2006, aos 22 anos, foi eleito deputado federal, tornando-se, naquela ocasião, o parlamentar mais jovem do Brasil. Desde então, foi sucessivamente reconduzido à Câmara dos Deputados, exercendo atualmente o seu quinto mandato.

Primogênito do ex-senador Fernando Bezerra Coelho, irmão do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e do deputado estadual Antonio Coelho, Fernandinho cresceu acompanhando de perto a vida pública. Entretanto, não se limitou ao peso de uma tradição familiar. Construiu sua própria história, consolidando-se como um dos deputados mais atuantes da bancada pernambucana no Congresso Nacional.

Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas, Fernando Filho também acumulou uma importante experiência no Poder Executivo. Entre 2016 e 2018, licenciou-se do mandato parlamentar para assumir o Ministério de Minas e Energia, uma das pastas mais estratégicas do Governo Federal.

Durante sua gestão, participou da modernização do setor energético brasileiro, liderou a implantação do RenovaBio, retomou os leilões de geração e transmissão de energia, deu continuidade ao Programa Luz para Todos e contribuiu para a viabilização de mais de R$ 3 bilhões em investimentos destinados à geração, à transmissão e à modernização do sistema elétrico do Nordeste.

Essa experiência ampliou sua visão administrativa e fortaleceu sua atuação no Congresso Nacional. Ao retornar à Câmara dos Deputados, passou a contribuir ainda mais intensamente nos debates relacionados à energia, à infraestrutura, ao desenvolvimento econômico e à geração de oportunidades.

Sua atuação parlamentar, contudo, não ficou restrita aos grandes temas nacionais. Fernando Filho compreendeu que um mandato também precisa chegar à vida cotidiana das pessoas. Por isso, destinou recursos para hospitais, unidades de saúde, ambulâncias, abastecimento de água, drenagem, pavimentação de ruas, estradas e diferentes obras estruturadoras nos municípios pernambucanos.

Eu, particularmente, tenho uma gratidão muito especial ao deputado Fernando Filho. Quando exercia a Presidência da AEVSF/Facape, enfrentamos uma situação bastante delicada relacionada à construção da Biblioteca da instituição. O processo referente à obra já havia sido encerrado e o prédio havia sido inaugurado, embora ainda não estivesse completamente concluído.

Convidamos Fernando Filho para visitar a Facape e ele prontamente atendeu ao nosso convite. Durante a visita, apresentamos o problema e solicitamos que fizesse gestões junto ao secretário estadual de Educação para autorizar a reabertura do processo, permitindo a conclusão definitiva da Biblioteca.

Ali mesmo, diretamente do gabinete da Presidência da Facape, Fernando Filho telefonou para o secretário, explicou a situação e fez o pedido. A solicitação foi atendida, o processo foi reaberto e a Biblioteca pôde, finalmente, ser concluída e colocada plenamente em funcionamento a serviço dos estudantes, professores e de toda a comunidade acadêmica.

Esse episódio permanece em minha memória porque revela uma característica importante do deputado: a capacidade de ouvir, compreender um problema e agir para resolvê-lo. Não houve promessa vazia nem adiamento. Houve disposição, articulação e resultado. Por esse gesto em favor da educação superior pública de Petrolina, deixo registrada a minha gratidão pessoal e institucional.

É um exemplo concreto de como a atuação parlamentar de Fernando Filho alcança diferentes áreas e chega a todas as regiões de Pernambuco, do litoral ao Sertão. Serra Talhada, a nossa Capital do Xaxado, é outra referência dessa presença. Ao longo dos anos, o município e suas comunidades foram beneficiados por emendas e ações articuladas pelo deputado, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura, abastecimento e apoio ao homem e à mulher do campo.

Essa relação de compromisso foi novamente demonstrada neste último fim de semana, durante a grande recepção promovida pelo vereador Zé Raimundo, em sua residência na Fazenda Nova. Aproximadamente 800 pessoas, vindas de diferentes comunidades, participaram do encontro e manifestaram o reconhecimento pelo trabalho realizado.

Além de Fernando Filho e do anfitrião Zé Raimundo, estiveram presentes a prefeita Márcia Conrado, a vereadora Alice Conrado, secretários municipais, lideranças políticas, familiares, amigos e representantes das comunidades beneficiadas pelas ações dos parlamentares.

Mais do que um evento político, aquela recepção simbolizou uma relação construída sobre o trabalho e a confiança. Zé Raimundo é um líder nato, herdeiro de uma tradição familiar de compromisso com Serra Talhada. Há 20 anos, acompanha Fernando Filho com lealdade, firmeza e coerência. Não se trata de uma aliança de ocasião, mas de uma parceria atravessada pelo tempo e fortalecida pelos resultados entregues à população.

Na política, a lealdade verdadeira não significa submissão. Significa caminhar junto, compartilhar responsabilidades e trabalhar por objetivos comuns. Zé Raimundo tem sido essa presença constante em Serra Talhada: alguém que conhece as comunidades, ouve suas necessidades e busca, junto ao deputado, transformar reivindicações em ações concretas.

A recepção na Fazenda Nova mostrou que o trabalho deixa marcas. As pessoas que ali compareceram não foram apenas assistir a discursos. Foram testemunhar uma história de presença, compromisso e amizade. Cada comunidade representada carregava consigo alguma lembrança de uma ação, de uma emenda ou de uma porta aberta por meio dessa parceria.

Nas últimas eleições, Fernando Filho recebeu 155.305 votos, ficando entre os cinco deputados federais mais votados de Pernambuco. Essa votação expressiva, especialmente no Sertão, representa o reconhecimento a uma trajetória iniciada na juventude e consolidada pela experiência.

Com duas décadas de vida pública, Fernando Filho reúne a disposição da juventude, a maturidade de cinco mandatos e a experiência de quem já ocupou um dos mais importantes ministérios do país. Sua caminhada demonstra que é possível crescer politicamente sem perder a ligação com as bases e com os municípios que sustentam um mandato.

Serra Talhada o recebeu de braços abertos porque reconhece essa presença. E, ao lado de Zé Raimundo, Fernando Filho reafirmou que a boa política é aquela que aproxima as pessoas, preserva as amizades, honra os compromissos e transforma confiança em trabalho.

A história política de Fernando Filho ainda está sendo escrita. Entretanto, suas primeiras duas décadas já revelam uma trajetória marcada por experiência, capacidade de articulação e relevantes serviços prestados a Pernambuco. Uma caminhada que começou muito cedo, atravessou o Congresso Nacional e o Ministério de Minas e Energia e continua chegando às cidades, ao campo, às instituições e à vida do povo pernambucano.

*Professor universitário aposentado, administrador, contador, mestre em economia!

Em carta, Inocêncio Oliveira destaca caminhada de Waldemar e Sebastião por Pernambuco

Um dos nomes mais importantes da história política de Pernambuco, o ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Inocêncio Oliveira fez uma manifestação pública aos primos Waldemar Oliveira e Sebastião Oliveira, que disputam, respectivamente, uma vaga na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Com dez mandatos como deputado federal e uma trajetória que marcou a política pernambucana e nacional, Inocêncio acompanha hoje de forma mais reservada a movimentação política no Estado. Mesmo afastado da rotina pública, segue atento às agendas dos primos e à caminhada que eles vêm realizando por Pernambuco.

Em uma carta, Inocêncio revelou que acompanha o trabalho de Waldemar e Sebastião por meio da família e também pelas redes sociais, desejou sorte aos dois e reforçou sua confiança no reconhecimento dos pernambucanos nas urnas.

“A meus primos Sebastião (Seba) e Waldemar (Dema), estou acompanhando o trabalho de vocês por todo o Estado de Pernambuco, Juliana sempre me mostra tudo e também acompanho nas redes sociais. Contem sempre com seu primo. Desde já desejo sorte e continuem trabalhando, que o povo de Pernambuco irá reconhecer votando 7070 Waldemar Oliveira e 70123 Sebastião Oliveira e para governadora Raquel Lyra 55. Fechado. Forte abraço, Inocêncio Oliveira.”

A mensagem ganha um significado especial pela trajetória de Inocêncio Oliveira, que durante décadas foi uma das principais referências políticas de Pernambuco em Brasília e construiu uma forte relação com municípios, prefeitos, lideranças e diferentes regiões do Estado.

A carta também evidencia a continuidade de uma trajetória política familiar que segue presente na vida pública pernambucana. Waldemar e Sebastião têm intensificado, nas últimas semanas, as agendas de campanha, percorrendo municípios de diferentes regiões e ampliando o diálogo com prefeitos, vereadores, lideranças políticas e a população.

Marília Arraes soma apoio do prefeito Júnior Vaz, de Pedra, e avança na articulação com lideranças do interior

Gestor chega ao palanque da pedetista trazendo ainda o vice-prefeito, sete vereadores e outras lideranças

A articulação política de Marília Arraes (PDT) para o Senado conquistou mais um aliado de peso no interior de Pernambuco. O prefeito de Pedra, Júnior Vaz (PV), e todo o seu grupo político declararam apoio à pedetista, numa adesão que fortalece a presença da candidatura no Agreste. O apoio foi oficializado durante um encontro que reuniu os vereadores José Benevides (PSD), Riva de Jota (PSD), Wilson de França (PT), Leonardo Cavalcanti (sem partido) e o secretário de Obras e vereador licenciado Joinha Cavalcanti. O vice-prefeito, Tinan (PSD) e os vereadores Reginaldo Ferreira (PV) e Beto Torres (PSD), que não puderam estar na reunião, também se somam ao palanque de Marília.

Com liderança consolidada no município e interlocução política na região, Júnior Vaz se soma ao conjunto de gestores que vêm aderindo ao projeto de Marília, reforçando a capilaridade de sua candidatura. Recentemente, fecharam com a candidata o prefeito de Cupira, Duda Lira (União), e seu grupo; a prefeita de Escada, Mary Gouveia, o ex-prefeito Jandelson Gouveia e seu grupo político. Também passaram a integrar o palanque da pedetista o prefeito de Tamandaré, Carrapicho (Republicanos); o prefeito de São Caetano, Josafá Almeida (PRD), e seu irmão, o candidato a deputado estadual Jobson Almeida (Republicanos); a vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora (PT); e o prefeito de Bonito, Dr. Ruy (PSB).

Para Júnior Vaz, a decisão de caminhar com Marília reflete a confiança em uma representação capaz de defender os municípios e as demandas do interior em Brasília. “Marília é uma mulher de coragem, tem preparo, experiência e uma história de trabalho por Pernambuco. Pedra e toda a nossa região precisam de uma senadora que conheça a realidade do povo do interior e tenha força política para buscar os investimentos de que nossas cidades necessitam. Nosso grupo chega unido e com entusiasmo para somar nessa caminhada”, afirmou o prefeito.

Marília destacou a importância política da adesão e a liderança exercida por Júnior Vaz. “Júnior faz um trabalho importante em Pedra e construiu uma liderança que ultrapassa as fronteiras do município. Receber o apoio dele e de todo o seu grupo fortalece muito a nossa caminhada, especialmente no Agreste e na nossa conexão com o Sertão. Nossa candidatura cresce com diálogo, reunindo quem conhece de perto os desafios das cidades e acredita que Pernambuco precisa de uma voz forte no Senado para ajudar os municípios a avançarem”, afirmou Marília.

Recife celebra novos empreendimentos no Centro com o foco em moradia

Evento “Antigo Vivo: a transformação continua” marcou a chegada de novos investimentos em habitação na região central da cidade e também celebrou a entrega da revitalização do prédio da Associação Comercial de Pernambuco (ACP). Prefeito Victor Marques destacou ações da Prefeitura para captar novas iniciativas do setor privado no centro

A Prefeitura do Recife, por meio do Gabinete do Centro (Recentro), realizou, nesta quarta-feira (26) o evento Antigo Vivo: A transformação continua!, que apresentou um primeiro balanço das ações realizadas desde o lançamento deste pacote de intervenções no Centro. Na ocasião, foi comemorado a captação de um pacote de 12 novos empreendimentos que chegarão nos próximos anos nos bairros do Recife, São José e Santo Antônio, com o foco em moradia, que possibilitará a atração de mais de 4 mil novos moradores. Os novos negócios estão em fase final de tramitação e deverão ser anunciados publicamente nos próximos meses pela iniciativa privada. O prefeito Victor Marques participou do evento e da conclusão da pintura do edifício da Associação Comercial de Pernambuco (ACP).

“O objetivo central de estarmos aqui hoje é fazer com que o poder público, as instituições privadas e a sociedade civil reunidas para que juntos possamos defender o nosso centro. Essas ações, que têm impacto imediato, são muito importantes para mostrar que o Centro tem jeito, que é possível fazer e transformar. Para quem acredita e vive em uma cidade como a nossa, é fundamental fazer com que esse processo seja capaz de gerar moradia em toda a cidade. E, quando fazemos um recorte da região central, existe uma angústia muito grande ao vermos um dado que mostra que apenas 988 pessoas moram nos dois bairros onde nasceu a nossa cidade. É inadmissível que isso aconteça. Por isso, é fundamental a presença de todos vocês aqui e que, juntos, defendamos o nosso Centro”, destacou o prefeito Victor Marques.

“Eu saio deste momento celebrando, porque finalmente podemos acreditar que essa transformação é possível, e eu estou empenhado nisso. Vou ser o principal defensor de cada um desses projetos, para garantir que o nosso Centro volte a ter gente morando. Porque, se tem gente morando, todos os outros serviços funcionam, o comércio se fortalece e a cidade ganha vida. Eu considero o momento de hoje o marco zero de uma nova fase, dos novos momentos que vamos viver e construir para o nosso Centro”, complementou o prefeito do Recife.

Durante o evento, foram apresentados os resultados das ações integradas de requalificação urbana, social e econômica no bairro, os benefícios concedidos através da Lei do Recentro, como isenção de IPTU, redução de ISS, devolução de ITBI e remissão de débitos, PPP Morar no Centro, Projeto R.E.D.E.S. para embutimento de fiação, Cores no Centro, entrega da Associação Comercial de Pernambuco (ACP), novos investimentos, entre outras atividades.

Também durante o evento foi destacado o “Cores no Centro”, iniciativa executada pelo Programa Recentro, em parceria com a Tintas Coral e d’O Boticário, que já revitalizou 14 fachadas situadas na Rua do Bom Jesus, no bairro do Recife, e outras cinco estão em andamento. Esse projeto busca ampliar a atratividade turística e cultural do endereço, considerado um dos três mais bonitos do mundo, de acordo com uma revista especializada em Arquitetura, reforçando sua imagem como um cartão-postal da cidade.

O Gabinete do Centro também apresentou a Cartilha do Centro do Recife, que tem como objetivo orientar os proprietários e inquilinos de imóveis, moradores, comerciantes e investidores do Centro Histórico do Recife, especialmente no que se refere à preservação do patrimônio, obras, reformas, festas e eventos, leis de incentivos e outras normas. A cartilha foi feita para simplificar todos esses processos, feita em linguagem direta, com exemplos práticos, fluxos resumidos, check-lists e dicas úteis, mostrando que é possível investir no Centro, aliando a preservação do patrimônio com modernização e novos investimentos e usos. O material tem como parceiros a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento (SEDUL), Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU-PE) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), ambos na elaboração e revisão do conteúdo.

“Esse evento fala muito sobre a transformação do território por meio de uma gestão transversal, com uma ação integrada de vários órgãos e secretarias, realizando entregas importantes para as pessoas. O objetivo é transformar esse território, qualificando o espaço, mas, sobretudo, melhorando a vida daqueles que trabalham, moram e investem aqui. A melhora no Centro é visível, e isso só acontece a partir da atuação do poder público, mas também da parceria com diversos setores, em especial os investidores”, destacou a chefe do gabinete do Recentro, Ana Paula Vilaça.

Guilherme Guerra, CEO da GMG Prime, destacou a importância do apoio do Recentro e da Prefeitura do Recife na implementação de um dos empreendimentos. “Desde o momento em que tomamos a decisão de implementar o Terraço Rio Branco, nosso novo empreendimento, tivemos um apoio muito importante da Prefeitura, no sentido de unir todos os atores envolvidos e tornar o processo de licenciamento mais ágil e eficiente. Quero deixar aqui a nossa gratidão e o nosso reconhecimento pela importância desse apoio que recebemos. Acreditamos profundamente na força da união entre o melhor da gestão pública e o melhor da iniciativa privada. É essa parceria que nos permite construir e entregar o melhor Recife que podemos imaginar”, disse.

O voto é meu, e isso independe da opinião alheia!

Por Alê Cavalcanti/ Blog Do Elielson

A campanha eleitoral mal chegou às ruas e eu já recebi uma sugestão curiosa: votar em branco. Não porque eu esteja indecisa. Justamente o contrário. Eu sei em quem pretendo votar para presidente. O problema é que meu voto não coincide com o de uma pessoa muito próxima. E, diante da impossibilidade de me convencer a escolher aquilo que ela considera a melhor opção, veio a alternativa:

– Então vote em branco.

A frase ficou comigo. Não pelo candidato. O nome dele é, talvez, a parte menos importante desta crônica. Tampouco pela discordância. Convivo muito bem com pessoas que pensam diferente de mim e espero continuar convivendo. Política deveria comportar debate, argumento, mudança de opinião, divergência – e, principalmente, a possibilidade de duas pessoas se quererem muito bem sem precisar apertar os mesmos números numa urna.

O que me inquietou foi outra coisa. Sou mulher. E talvez por isso a frase tenha encontrado em mim uma história muito mais antiga do que aquela conversa. A campanha começou oficialmente no último domingo, 16 de agosto e propaganda eleitoral vem aí neste dia 28. O primeiro turno será em 4 de outubro.

Teremos semanas de campanha pela frente. Ruas ocupadas, bandeiras, jingles, debates, entrevistas, pesquisas, discussões em mesas de almoço, grupos de WhatsApp pegando fogo e famílias descobrindo, mais uma vez, que amor e concordância política definitivamente não são sinônimos.

Ainda ouviremos muito. E deveríamos. Quero ouvir argumentos. Quero conhecer propostas. Quero ter o direito de concordar, discordar, reconsiderar. Posso, inclusive, mudar de voto. Mas, se mudar, a escolha da mudança também será minha.

Talvez seja essa a palavra desta crônica: escolha. Porque houve um tempo, não tão distante assim, em que mulheres brasileiras precisaram lutar justamente para que essa palavra também lhes pertencesse. O voto feminino só foi reconhecido nacionalmente pelo Código Eleitoral de 1932, que passou a considerar eleitor o cidadão maior de 21 anos “sem distinção de sexo”.

Dois anos depois, a Constituição de 1934 assentou esse direito em bases constitucionais – naquela etapa, porém, a obrigatoriedade do voto ainda não alcançava todas as mulheres, mas as que exerciam função pública remunerada. E há um detalhe histórico que me impressiona ainda mais.

Durante a elaboração do Código de 1932, houve proposta de regras muito mais restritivas para o alistamento feminino. O anteprojeto previa condições específicas para mulheres solteiras, viúvas e casadas; para estas últimas, apareciam inclusive hipóteses relacionadas ao exercício profissional com autorização do marido. Essas limitações não prevaleceram no texto final.

Leio isso em 2026 e penso no tamanho de menos de um século. Não estou falando da Idade Média. Estou falando das nossas bisavós. De mulheres que nasceram num país em que escolher os governantes não era um direito político assegurado a elas nos termos em que é para nós hoje.

Houve pioneiras antes da conquista nacional. Celina Guimarães conseguiu alistar-se no Rio Grande do Norte, em 1927; Alzira Soriano seria eleita prefeita de Lajes, no mesmo Estado, em 1928. Depois vieram tantas outras mulheres que ajudaram a transformar participação política feminina em cidadania efetiva.

E talvez seja importante lembrar uma coisa: o voto feminino não foi conquistado para que as mulheres finalmente pudessem votar igual aos homens de sua casa. Foi conquistado para que pudessem escolher. Parece uma diferença pequena, mas é imensa.

Nenhuma mulher precisa votar diferentemente do marido para provar independência. Também não precisa votar diferentemente do pai, do namorado, do irmão ou dos amigos. Se chegou às próprias convicções e elas coincidem com as de quem está ao lado, ótimo. Liberdade não é discordar obrigatoriamente. Liberdade é não precisar concordar obrigatoriamente.

E é aí que volto àquela sugestão: não tenho absolutamente nada contra quem decide votar em branco. Esse pode ser um posicionamento consciente do eleitor, e a consciência alheia merece o mesmo respeito que reivindico para a minha. Mas eu pessoalmente não quero votar em branco. E votar em branco apenas para que meu voto deixe de contrariar alguém seria uma contradição difícil de engolir.

Depois de tantas mulheres terem lutado pelo direito de escolher, eu estaria usando a minha liberdade para tornar a minha escolha mais confortável para outra pessoa. Não. O direito de escolher só é verdadeiramente um direito quando continua valendo depois que alguém discorda da nossa escolha.

Posso estar errada. Essa frase também precisa caber aqui. Talvez o meu candidato não seja aquele que outra pessoa considera melhor para o país. Talvez eu interprete determinados acontecimentos de maneira diferente. Posso rever posições. Posso ser convencida por fatos, argumentos, propostas. Posso chegar à véspera da eleição e pensar novamente. Democracia também é a possibilidade de mudar de ideia. O que ela não pode exigir é que eu alugue minha consciência.

Há algo especialmente bonito no momento da votação. Entramos sozinhos. A mãe não entra. O pai não entra. O marido não entra. O namorado não entra. A amiga não entra. O chefe não entra. Nem o candidato entra. Talvez existam poucos lugares tão solitários e, ao mesmo tempo, tão povoados quanto aquele pequeno espaço diante da urna.

Porque entramos sozinhos, mas levamos muita gente conosco. Levamos a família que nos formou e as experiências que nos contrariaram. Levamos aquilo que estudamos, ouvimos, vivemos e testemunhamos. Levamos nossos interesses, valores, dúvidas, acertos, erros, esperanças e medos. Levamos até as nossas contradições. Mas há uma coisa que não deveríamos precisar levar: a licença de ninguém.

E penso especialmente nas mulheres porque nossa autonomia não termina na porta da seção eleitoral. Durante séculos, fomos ensinadas a pedir autorização para quase tudo. Para estudar. Trabalhar. Viajar. Casar. Separar. Administrar dinheiro. Ocupar espaços. Falar alto. Desejar. Decidir. Muita coisa mudou. Outras tantas ainda estão mudando. Talvez por isso eu tenha tanta resistência a qualquer ideia de que uma mulher deva neutralizar a própria decisão porque sua escolha desagrada a alguém que ama.

Não quero transformar uma divergência política numa guerra doméstica. Muito pelo contrário. Discordância não precisa ser divórcio afetivo. Talvez uma das provas mais bonitas de democracia nem aconteça no Congresso, num palanque ou num debate televisionado. Talvez aconteça dentro de casa.

Duas pessoas sentadas à mesma mesa. Uma pensa de um jeito. A outra pensa de outro. Discutem. Argumentam. Às vezes se irritam. Talvez até encerrem o assunto antes da sobremesa para preservar a paz familiar. Chega o dia da eleição. Cada uma vota segundo a própria consciência. Depois voltam para a mesma mesa. Isso também é democracia.

Nos próximos dias, ouviremos muito sobre candidatos. A campanha está nas ruas. Até 4 de outubro, haverá tempo para discursos, propostas, conversas, discordâncias e, espero, reflexão. Quero participar disso. Quero ouvir quem pensa diferente. Quero defender aquilo em que acredito sem transformar quem discorda em inimigo. E quero preservar o direito de mudar de ideia sem que ninguém possa reivindicar a autoria da minha consciência.

Não sei se Bertha Lutz, Celina Guimarães, Alzira Soriano e tantas mulheres que abriram caminhos imaginaram as brasileiras que viriam depois delas. Provavelmente não imaginaram a mim, quase um século mais tarde, ouvindo de alguém querido que seria melhor votar em branco porque minha escolha presidencial não coincide com a sua.

Mas gosto de pensar que toda aquela luta serviu também para situações pequenas assim. Não para garantir que eu escolhesse determinado candidato. Não para garantir que eu estivesse certa. Não para me impedir de mudar de opinião. Muito menos para me ensinar em quem votar. Lutaram para que a opinião pudesse ser minha. E isso muda tudo.

Na hora da urna, entrarei sozinha. Talvez eu mantenha o voto que tenho hoje. Talvez alguma coisa até lá me faça repensá-lo. Só existe uma condição que não negocio: se eu permanecer, a decisão será minha. Se eu mudar, também. Porque depois de tantas mulheres terem lutado para conquistar uma voz, seria uma ironia enorme usá-la apenas para repetir a escolha de outra pessoa. Meu voto pode coincidir com o seu. Pode não coincidir. Pode até incomodar você.

Só não precisa da sua licença para existir.

*Jornalista e escritora

Fé, tradição e emoção: II Missa do Vaqueiro reúne multidão em Brejinho

Brejinho viveu, na última terça-feira (25), um dia marcado pela fé, emoção e valorização da cultura sertaneja. A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, realizou a 2ª Missa do Vaqueiro, evento que já integra o calendário cultural e religioso do município e reuniu uma verdadeira multidão.

A programação teve início por volta das 13h, com a concentração dos vaqueiros no pátio do Curral do Gado. Às 16h, cavaleiros e amazonas seguiram em cavalgada pelas principais ruas de Brejinho, levando a tradição do homem e da mulher do campo até o Pátio de Eventos Raimundo Adialy, onde aconteceu a celebração religiosa. Este ano, a homenagem especial foi dedicada ao vaqueiro Claudenes Costa, que faleceu precocemente há um ano. A lembrança emocionou familiares, amigos e participantes, reforçando o significado da missa como um momento de fé, memória e reconhecimento daqueles que fazem parte da história e da cultura do sertão.

A Santa Missa foi celebrada pelos padres Luizinho Marques e Aderlan Siqueira, reunindo a comunidade em um momento de oração e devoção. Na sequência, o Terço da Superação, conduzido pelo Padre Fabrício, emocionou o público e proporcionou uma noite ainda mais especial para todos os presentes.

Mesmo estando em viagem e impossibilitado de participar presencialmente, o prefeito Gilson Bento destacou a importância da realização do evento para Brejinho. Segundo ele, a Missa do Vaqueiro fortalece a fé da população, valoriza as tradições do município e também movimenta a economia local, beneficiando comerciantes e empreendedores.