Press "Enter" to skip to content

Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

ÚLTIMO RECURSO DOS RÉUS DO MENSALÃO PODE NEM EXISTIR

O recurso jurídico que virou a principal aposta dos advogados dos réus do mensalão para tentar rever as condenações de seus clientes no ano que vem poderá ser barrado pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Os advogados já anunciaram que esperam apenas a publicação do acórdão com as conclusões do julgamento para apresentar esse recurso, conhecido no meio jurídico como embargo infringente.

De acordo com o regimento do tribunal, os réus têm direito a usar embargos infringentes quando são condenados em votações muito apertadas, com pelo menos quatro ministros votando a favor da absolvição.

Em casos assim, os embargos poderiam ser usados para forçar os ministros a julgar novamente algumas questões, o que poderia até mesmo anular condenações ou reduzir as penas já fixadas pelo STF.

Dos 25 condenados do mensalão, 15 poderão apresentar embargos, entre eles o ex-ministro José Dirceu. Ele foi condenado por corrupção passiva e formação de quadrilha a dez anos e dez meses de prisão. No segundo crime, perdeu por 6 votos a 4.

Antes de rediscutir os argumentos dos réus contra suas condenações, porém, o Supremo terá que decidir se os embargos podem mesmo ser examinados ou se eles não têm cabimento no caso do mensalão.

A dúvida existe por causa da Lei 8.038, de 1990, que criou procedimentos para processos no STF e no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Essa lei prevê embargos infringentes para tribunais de segunda instância, mas não para o Supremo.

“O que se diz é que a Lei 8.038 pode ter revogado a norma do regimento sobre os embargos infringentes, mas isso vai ter que ser definido porque não foi objeto de discussão”, disse o ministro Gilmar Mendes.

VADÃO É O NOVO TREINADOR DO SPORT

O Sport anunciou na tarde deste sábado o nome do seu novo técnico. Trata-se de Oswaldo Alvarez, o Vadão. Ele chega para assumir no lugar de Sérgio Guedes, que voltou para o XV de Piracicaba para disputar o Paulistão, mesmo com o desejo do clube em manter ele na Ilha do Retiro.

No Sport, Vadão terá uma difícil missão pela frente. Após o rebaixamento para a Série B neste ano, o técnico tem como maior objetivo recolocar o Leão na elite do futebol nacional. Além disso, o técnico terá a Copa do Nordeste, Campeonato Pernambucano e a Copa do Brasil como competições para disputar e colocar o Sport na luta pelos títulos.

Vadão tem um largo currículo como treinador de clubes. No Brasil, treinou o Mogi Mirim, Atlético Paranaense, Corinthians, São Paulo, Bahia, Goiás, Ponte Preta e Guarani. Suas maiores conquistas à beira do gramado foram o Campeonato Paranaense de 2000 com o Atlético/PR e a Copa Rio-São Paulo, em 2001 com o São Paulo do ainda tricolor Kaká e o Campeonato Paranaense. Este ano, Vadão levou o Guarani para a final do Campeonato Paulista contra o Santos, tornando-se vicecampeão paulista. Acabou demitido em outubro, durante a Série B do Brasileirão, após três derrotas consecutivas do Guarani, que no fim da competição, terminou rebaixada para a Série C.

Com o anúncio do novo técnico, o Sport deve acelerar o processo de renovações, dispensa e, principalmente, contratações. O técnico terá menos de um mês para conhecer o grupo rubro-negro antes da partida contra o Sousa/PB, pela Copa do Nordeste, no dia 22 de janeiro.

TUDO PRONTO PARA A CANTATA NATALINA DE AFOGADOS DA INGAZEIRA

 Mais de 50 músicos e 30 coralistas passaram esta semana entre ensaios e afinação dos instrumentos para a grande Cantata Natalina de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, a 386 Km do Recife. O espetáculo, que começa às  20h do próximo domingo (23), chega renovado, com som digital de 30 mil watts de potência, alta definição, distribuídos de modo uniforme para proporcionar que os mais de 3,5 mil presentes possam ouvir, de qualquer ponto da praça, as canções natalinas, clássicas e de Luiz Gonzaga (que será homenageado).

Atenção especial também para a iluminação cênica robotizada, com o controle de 12 robôs que irão proporcionar um verdadeiro show de luz, emoldurando a beleza da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Quem quiser ter uma pequena mostra do funcionamento do sistema de luzes vai poder conferir o teste técnico hoje a partir das 19h.

Os organizadores garantem que em todo o Interior do Estado mão há nenhum evento similar no que se refere à beleza e modernidade da iluminação. A realização da Cantata é da empresa BPM Serviços, da Prefeitura Municipal e da Diocese de Afogados da Ingazeira.
 

EDUARDO CAMPOS: “ESTAREI COM DILMA EM 2014”

O governador de Pernambuco diz que não será candidato a presidente – e que, apesar de ser amigo de Aécio Neves, não apoiará o PSDB nas eleições

O governador Eduardo Campos no Porto de Suape. “Quem é amigo da Dilma, amigo do Brasil, não botará campanha na rua”

    
“Não tenho tido a oportunidade nem o tempo de falar o que vou falar aqui. Quero dizer como está minha cabeça neste instante.” Foi com essa disposição de espírito que o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB recebeu ÉPOCA num final de manhã, em entrevista que entrou pela tarde. O cenário foi a sala de reuniões contígua a seu gabinete, no subsolo do Centro de Convenções, em Olinda, de onde exerce seu segundo mandato desde que o Palácio do Campo das Princesas entrou em reforma. Pela primeira vez numa entrevista, Eduardo Campos foi taxativo em relação ao assunto do momento: sua possível candidatura à Presidência da República em 2014. “Não é a hora de adesismos baratos, nem de arroubos de oposicionismos oportunistas”, disse. “Queremos que a presidenta Dilma ganhe 2013 para que ela chegue a 2014 sem necessidade de passar pelos constrangimentos que outros tiveram de passar em busca da reeleição.”

 
ÉPOCA – Estou convencido de que o senhor é candidato a presidente da República em 2014. É?

Eduardo Campos – E aí sou eu que vou ter de lhe desconvencer (risos). Tenho um amigo que é jornalista, experiente, que outro dia me disse: “Fulano de tal é candidato, e ninguém acredita. Você diz que não é, e ninguém acredita”. O que é que posso fazer? Na minha geração, poucos tiveram a oportunidade que tive de conviver com quadros políticos que sempre fizeram o debate com profundidade, olhando objetivos estratégicos, os interesses da nação, do povo. O quadro político que tem acesso a essa formação, e que a amadurece, percebe que suas atribuições e sua responsabilidade impõem essa visão que vai muito além do eleitoral e está até acima do eleitoral.

ÉPOCA – Explique melhor.
Campos – Nesse curto espaço de tempo, vamos decidir muita coisa no Brasil. Estamos vivendo uma crise sem precedentes lá fora. Essa crise há de gestar outro padrão de acumulação de capital. Outros valores vão surgindo. Com a importância que tem nesse concerto internacional, o Brasil fez, nos últimos anos, alguns avanços importantes. Na quadra mais recente, viveu três ciclos: o ciclo da redemocratização, o ciclo da estabilidade econômica e um ciclo do empoderamento da pauta social, uma coisa que se transformou, inclusive, em política econômica. Na brevíssima democracia que nós temos, tivemos líderes que, a seu modo, por suas virtudes e vicissitudes, interpretaram o que era um acúmulo de consenso na sociedade. Tiveram a capacidade de orquestrar frentes políticas que deram apoio e força política para viver esses ciclos.

ÉPOCA – O que é que o senhor vê neste cenário de crise?

Campos – Que essa disputa entre estes dois blocos que surgiram no processo da redemocratização, um liderado pelo PT – onde sempre estivemos incluídos – e outro pelo PSDB, muitas vezes com posições assemelhadas em relação a determinadas coisas, fez com que o país e o povo ganhassem. Houve conquistas para a população, no ciclo comandado pelo PSDB, e houve equívocos. E houve muitas conquistas no ciclo em que estivemos sob a liderança do presidente Lula. Essas conquistas não estão inteiramente consolidadas. Se a gente eleitoralizar esse momento, se a gente não pensar o país de forma larga, a gente pode se ver como lá no Quincas Borba (romance de Machado de Assis): “Aos vencedores, as batatas”. Mas o que você não pode, num momento como este, dessa  importância, é interditar o debate político.

ÉPOCA – Debate que já está colocado
.
Campos – A gente tem de compreender, a gente tem de respeitar, tem de fazer esse debate, ter a disposição de estimulá-lo. Os partidos puxam para o eleitoral, os quadros, a militância, a mídia que cobre isso, tudo puxa para o eleitoral. É natural. A gente tem de ter calma, paciência, e compreender. Agora, ninguém pode dizer o que acontecerá em 2014, nem quem está liderando esse processo, a própria presidenta Dilma. Ela tem nossa confiança, foi nossa candidata, com quem temos identidade, respeito pelos valores que ela traz para a vida pública. Ela é uma mulher que tem dignidade, tem força de pelejar com seus valores. Nem ela pode, a uma altura desta do campeonato, permitir que o debate se eleitoralize. Quem é amigo da Dilma, amigo do Brasil, não botará campanha na rua, nem da oposição nem a campanha da Dilma.

ÉPOCA – O senhor daria uma grande contribuição a essa tese que está defendendo agora – não eleitoralizar o debate neste momento – dizendo, com todas as letras, que apoiará a reeleição da presidente Dilma em 2014. Isso é água na fervura, acaba com a eleitoralização do debate.

Campos – Nosso partido foi o partido que tomou a decisão de não ter um candidato que tinha ponto na pesquisa para apoiar a presidenta Dilma. E passamos todo o tempo dizendo que a candidatura natural é a candidatura da Dilma.

ÉPOCA – Então, o senhor apoiará a reeleição da presidente Dilma em 2014?

Campos – Não há dúvida, não. Qual é a dúvida? Estamos na s base de sustentação. Não tenho duas posições. Quem defende a presidenta Dilma neste momento deseja cuidar em 2013 do Brasil. Quem pode cuidar do Brasil é Dilma. Nós temos de ajudá-la a ganhar 2013. Ganhando 2013, Dilma ganha 2014. Então a forma de ajudar Dilma é dizer: em 2014 todos nós vamos estar com Dilma. Claro. Por que não vamos estar com Dilma? Nós rompemos com Dilma? Saímos do governo de Dilma? Saímos da base dela? Você conhece algum programa criado pelo PSB constrangendo algum programa, alguma decisão da presidenta Dilma? Não existe nenhum. Agora, entendemos que é a hora de cuidar do Brasil. Temos muitas ameaças e possibilidades pela frente. “É uma verdade que eu sou amigo de aécio neves. mas, Em palanque nacional, a última vez que estive com ele foi no palanque do Doutor Tancredo”

ÉPOCA – O senhor está dizendo algo como: “Oposição, tira seu cavalinho da chuva, porque em 2014 vou marchar com a presidente Dilma e com esse campo político do qual venho participando ao longo destes últimos anos”?
Campos – As pessoas dizem: “Eduardo é amigo de Aécio Neves”. É uma verdade. Mas a aliança feita em Belo Horizonte (PSB-PSDB) foi gestada por mim? Não. Foi gestada por Fernando Pimentel, que é uma pessoa ligadíssima à presidenta, ministro dela, e por Aécio. Eles me chamaram para perguntar se o PSB toparia filiar o Márcio (Lacerda, do PSB, que venceu a eleição para prefeito). Essa é que é a história. Em palanque nacional, a última vez que estive com Aécio Neves foi no palanque de doutor Tancredo. Agora, daí a desejar que a gente não dialogue… O presidente hoje do PSDB nacional é um deputado federal (Sérgio Guerra) que foi secretário do meu avô (Miguel Arraes, exilado político e ex-governador de Pernambuco) nos dois governos dele. Convivemos com ele, foi do meu partido, é meu amigo pessoal, com quem dialogo, e nem por isso esteve no meu palanque nas últimas eleições.

ÉPOCA – Dita com as palavras do ex-ministro Roberto Amaral, seu vice-presidente no PSB, a frase seria esta: “No plano nacional, não é possível fazer uma aliança com o PSDB”.
Campos – O PSDB está numa situação em que não defendeu nem o legado do Fernando Henrique nem propôs ainda algo que se coloque em debate na sociedade. E é isso que Fernando Henrique tem cobrado do partido, com grande lucidez. A hora é de qualificar o debate. Não vou entrar nesse debate de maneira desqualificada. Em respeito a meu partido, em respeito à presidenta e em respeito, sobretudo, ao país.

ÉPOCA – Por que o senhor quer ser presidente da República?
Campos – Quem lhe disse isso?

ÉPOCA – O senhor quer? O senhor tem esse sonho de ser presidente da República?
Campos – Deixa eu falar, com toda a tranquilidade: quando quis ser governador, disse às pessoas que queria ser governador. Procure neste país alguém que procurei dizendo: “Quero ser candidato a presidente da República”. Em março de 2005, disse que seria candidato a governador em 2006 (foi e ganhou, no segundo turno, com 65,36% dos votos). Agora eu não disse isso. É preciso saber que, na política, também há pessoas que pensam, sem necessariamente se colocar. E sei o que é que vou viver, esse estresse todo, as pessoas querendo, achando que devo ser, que posso ser, que vou ser, outros olhando de um jeito diferente, ou com uma desconfiança, porque as circunstâncias políticas no Brasil vão, no ciclo pós-Dilma, escolher novas lideranças que pautarão o debate político. Então tem de ter calma. Estou sereno, tranquilo. No dia em que eu vier a querer ser presidente, vou responder a essa pergunta. Mas hoje não.

ÉPOCA – Foi por isso que o seminário dos prefeitos eleitos do PSB, no final de novembro, com 600 participantes, não virou uma festa de lançamento de sua candidatura, como alguns setores esperavam?
Campos – Se eu quisesse, tocava fogo naquilo ali. Podia pedir a um governador, a um deputado.

ÉPOCA – E por que isso não aconteceu?
Campos – Porque a gente tem um debate político feito no partido. Nós temos responsabilidade. Calma! O país está numa situação de muita dificuldade. Se a gente não ganhar 2013, podemos botar abaixo 20 anos de construção brasileira. Se a gente importar essa crise, começar a destruir o mercado de trabalho, começar a eleitoralizar esse debate, ir para a luta fratricida e não sei mais o quê, vamos desmontar grande parte do que foi a conquista dos últimos 20 anos. É isso que está em jogo. E quem você acha que vai ser respeitado como quadro político? Quem for fazer a disputa eleitoral pela disputa eleitoral? Ou quem pautar o que interessa à sociedade?

DOMINGUINHOS MANTÉM-SE SEDADO E EM CUIDADOS INTENSIVOS, DIZ HOSPITAL

De acordo com boletim médico enviado neste sábado (22), pelo Hospital Santa Joana, no Recife, o músico Dominguinhos, 71 anos, continua internado no Centro de Terapia Intensiva da unidade de saúde. O cantor, sanfoneiro e compositor, que chegou ao hospital na última segunda-feira (17), mantém-se em cuidados intensivos, usando antimicrobianos, sedado e respirando com ajuda de aparelhos, porém com quadro clínico estável.

Dominguinhos ainda encontra-se com estado de saúde grave, e recebe tratamento para a infecção respiratória e arritmia que o levaram à internação. Ainda de acordo com a unidade de saúde, não há programação de modificação das condutas terapêuticas atuais nas próximas 48 horas.

O sanfoneiro luta há seis anos contra um câncer de pulmão, que mantém-se estável e respondendo bem às drogas, além de doenças associadas, como insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. O tratamento ocorre entre Recife e São Paulo, devido à agenda de shows do artista. A apresentação que ele faria neste sábado, em Brasília, foi cancelada.

FILHA DE CHÁVEZ PEDE O FIM DE BOATOS SOBRE SUA MORTE

Uma das filhas de Hugo Chávez, María Gabriela, pediu em seu Twitter o fim das “mentiras” sobre o estado de saúde do presidente da Venezuela, hospitalizado em Cuba, ante os rumores sobre sua suposta mortes.

“Respeito à família e sobretudo respeito a meu povo. Basta de mentiras! Estamos junto a papai. Vivos, lutando e recuperando a saúde. Com Deus”, disse no perfil Maby80 a filha do lider venezuelano, que está em Havana com o pai.

María Gabriela é a segunda dos quatro filhos do mandatário.

Desde que Chávez, 58 anos, foi operado pela quarta vez para o tratamento de um câncer cuja localização jamais foi revelada, circulam na internet rumores sobre sua morte, especialmente nas redes sociais. Ele enfrenta um pós-operatório que o governo define como “complexo”.

O vice-presidente Nicolás Maduro e o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, também desmentiram as informações nos últimos dias, os médicos continuam tratando e controlando uma infecção respiratória que ele havia desenvolvido nesta semana.

Reeleito no mês de outubro para mais um mandato, Chávez deveria assumir a presidência no próximo dia 10 de janeiro.

Ele não fez nenhuma aparição pública desde a internação. De acordo com a constituição da Venezuela, se o presidente morre, está incapacitado ou renuncia, uma nova eleição deve ser realizada em 30 dias.

PMDB DE SERRA TALHADA GANHA ESPAÇO NA EXECUTIVA ESTADUAL

Dinho, Raul Henry, Senador Jarbas Vasconcelos, Guilherme Robalinho e Duquinho

Serra Talhada acaba de ocupar dois cargos na executiva estadual do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em reunião realizada ontem(21), em Recife, João Duque Filho (Duquinho) assume um posto chave no partido e José Duarte Neto (Dinho) ocupa uma das cadeiras do Conselho de Ética, segundo o Farol de Notícias.

O empresário João Duque Filho também foi reeleito presidente do diretório municipal e aproveitou o encontro da legenda para fortalecer as bases da Capital do Xaxado.

“Vamos seguir em frente com o nosso PMDB e contamos com o apoio da executiva e do próprio senador Jarbas Vasconcelos”, disse Duquinho, comemorando o fato do partido também contar com dois vereadores na Câmara de Serra Talhada: Dedinha Inácio e Edmundo Gaia.

GOVERNADOR PRESTIGIA INAUGURAÇÃO DO PARQUE MAXIMIANO CAMPOS EM APIPUCOS

O governador Eduardo Campos prestigiou na noite desta sexta-feira (21/12) a entrega de mais um espaço de lazer à população recifense. Acompanhado da primeira-dama, Renata Campos, dos filhos João, Pedro, Maria Eduarda e José, além do irmão Antônio Campos, o governador acompanhou a solenidade de inauguração da primeira etapa do Parque Apipucos Maximiano Campos. O espaço recebeu esse nome em homenagem ao escritor, poeta e cronista pernambucano e também pai do governador, que faleceu em 2008.

Emocionado, Eduardo agradeceu o “gesto” do prefeito João da Costa e assegurou que ele ficará “gravado no coração, lugar onde guardamos boas lembranças”.  “Esse recanto belo da cidade com certeza tem muito haver com a existência, a vida e a cabeça do meu pai, um homem ligado ao campo que rompeu as amarras por causa das injustiças que via naquele tempo, que abraçou com outros estudantes a causa das mudanças, o sonho de transformar essa cidade e embalou, a contragosto dos seus, as campanhas de Pelópidas e Arraes nos idos de 50 e 62, confrontando os valores da própria família”, relembrou Eduardo.

O governador também elogiou o “esforço” e “compromisso” do prefeito em “legar à população do Recife espaços de convivência onde as pessoas possam viver conviver com mais intensidade, além de desfrutar de mais qualidade de vida”, parabenizou. Também emocionado, o prefeito João da Costa justificou a escolha do nome do escritor para o parque.

“Maximiano é um daqueles escritores e cidadãos que se identifica com a forma de ser de quem ama e vive o Recife”, disse João da Costa ao destacar a importância das pessoas que conseguem “falar com sua arte sobre a vida de algo que a gente não consegue enxergar”. O prefeito também emocionou a família Campos e todos os presentes ao recitar o poema “O filho”, do escritor. (Fotos: Raul Buarque/SEI)

ESPAÇO DO INTERNAUTA

Mensagem de Natal.
Mais um Natal se aproxima e, como de costume, na celebração de tão importante data, quando comemoramos o nascimento do Redentor da raça humana, não poderíamos deixar de enviar por meio dessa tão querida página, a nossa mensagem aos leitores e conterrâneos, o que fazemos em forma de versos, ao tempo que rogamos ao Deus menino que nos dê muita Paz, saúde e um Ano Novo repleto de realizações.

O MEU, O NOSSO NATAL.
Quisera um Natal sem guerra e sem fome,
Sem ver maltrapilhos dormindo em sarjetas,
Nem ver mães famintas sem leite nas tetas,
Prá criar seus filhos que o pai não deu nome…
Não ver tanta seca que a tudo consome,
Dizimar rebanhos chocando a pobreza
Não ver na política tanta safadeza,
Não ver mais prisões tão superlotadas,
Nem nossas crianças sendo massacradas
Com vidas ceifadas de forma indefesa.

Quisera um presépio cheio de Paz e luz
Vendo cada irmão se confraternizando,
O cessar das guerras, Nações se amando,
Seguindo os conselhos dados por Jesus…
Chega de calvário, lembremos da cruz
Que o Pai carregou para nos salvar
No seu belo exemplo vamos meditar,
Lembrando que todos somos filhos Seus
Pois nada seremos distante de Deus
Prá que tanto ódio se o bem é amar?

Vamos combater o desmatamento,
Plantando mais árvores como desafios,
Fazer reciclagem e limpeza dos rios,
Não pôr agrotóxico em nosso alimento,
Rogar prá que mude nosso parlamento
Já que o Mensalão mostra um mundo novo
Chega de políticos nos causando estorvo
Se locupletando ganhando milhões
Fazendo vergonha, criando aflições
Enchendo os seus bolsos, secando o do povo.

Danizete Siqueira de Lima.
Recife-PE, 22 de dezembro de 2012.

AGENDA DO GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS

DATA 22/12/12 – SÁBADO
 Horário
Evento
Local
19h30
Assiste ao Espetáculo “Natal Luz”
Gravatá
Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar
Gravatá