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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

ESTUDANTES VÃO ÀS RUAS DE SERRA TALHADA NO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Centenas de estudantes de escolas públicas tomaram ruas e praças de Serra Talhada nesta quarta-feira (5) em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje. O ato, organizado pela escola Solidônio Leite, contou com o apoio da Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A passeata serviu como alerta para a urgente mudança de postura da população frente às mudanças climáticas, o avanço da poluição e do desmatamento.

O governo de Serra Talhada promove, desta a última segunda-feira (3), uma série de atividades em alusão à Semana do Meio Ambiente. Durante a programação, a Prefeitura divulgará o resultado do concurso de redação realizado junto às escolas públicas e privadas do município com o tema “A Importância da Coleta Seletiva para o Meio Ambiente”.

Ainda nesta manhã, o secretário municipal de Meio Ambiente Euclidez Ferraz realizou palestra na escola Chico Mendes sobre a importância da coleta seletiva. “Nosso foco é realizar um trabalho de educação ambiental junto às crianças e adolescentes. Porque essa é a geração que pode começar a fiscalizar as ações dos próprios pais, incentivando-os para uma mudança efetiva de comportamento em favor do meio ambiente”, comentou.

Na programação da Semana do Meio Ambiente, o governo municipal promove, às 19h, nesta quarta-feira, palestra no auditório do Itep (Instituto Tecnológico de Pernambuco) com o professor universitário e ambientalista nicaraguense Tisson Ramon Ortega. Ele irá debater sobre ética ambiental.

Já no dia 7 de junho, acontece a premiação aos estudantes de escolas públicas e privadas que participaram do concurso de redação promovido pela Secretaria de Meio Ambiente. A solenidade está prevista para acontecer na sala de reuniões da Prefeitura de Serra Talhada, com a presença do prefeito Luciano Duque. (ASCOM) 

DEPUTADO RODRIGO NOVAES COMEMORA O INÍCIO DO ABASTECIMENTO D’ÁGUA NO DISTRITO DE NAZARÉ DO PICO

O deputado Rodrigo Novaes (PSD) foi a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado, nesta terça-feira (04), para comemorar o início do abastecimento d’água no distrito de Nazaré do Pico, em Floresta. Até então, o fornecimento para mais de 400 famílias era feito com água de poços artesianos, sistema que já estava entrando em colapso na localidade.

 Novaes aproveitou a oportunidade para agradecer ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e à Compesa, pela agilidade nas obras, solicitadas pelo parlamentar há cerca de dois meses.

 Ainda durante seu pronunciamento, Novaes falou da vontade em o início das obras da segunda etapa da Adutora, que irá contemplar o município de Carnaubeira da Penha, melhorando, assim, a situação dos moradores da região.

PORTEIROS COMEMORAM DATA DA PROFISSÃO, MAS AINDA SOFREM COM AS IRREGULARIDADES PRATICADAS PELOS CONDOMÍNIOS

O crescimento do mercado imobiliário no Estado, e em especial na Região Metropolitana do Recife, faz crescer também o número de trabalhadores em condomínios, popularmente conhecidos como porteiros. Estima-se que as vagas de empregos crescem de 10 a 15% ao ano. Esses profissionais, entretanto, têm suas atribuições frequentemente confundidas com as de outros trabalhadores que também atuam em residenciais. No próximo domingo (09/06), a categoria celebra o Dia do Porteiro, mas ainda sofre com as irregularidades praticadas pelos condomínios da Região Metropolitana do Recife.

Entre as principais irregularidades praticadas pelos condomínios e edifícios estão o desvio de função, a carga horária excessiva e o não pagamento de direitos como férias, 13º salário e ticket. A Convenção Coletiva da categoria prevê, por exemplo, que o porteiro é o responsável apenas pelo controle de quem entra e sai do condomínio, além disso, deve receber as correspondências e encomendas. Logo, porteiros não podem realizar atividades de limpeza e manutenção.

Também de acordo com a legislação trabalhista, os funcionários de condomínio têm os mesmos direitos que qualquer outro trabalhador, inclusive, a aplicação de banco de horas e jornada de trabalho com menos de 44 horas semanais recebendo salário proporcional a jornada. Mas muitos condomínios não têm seguido as leis. As irregularidades estão sendo identificadas pela atuação do Setor de Base o Sindicato intermunicipal dos Empregados de Edifícios e Condomínios (SIEEC/PE), que vem desenvolvendo uma atividade de fiscalização em condomínios e residenciais, localizados nas cidades de Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Recife.

ARMANDO MONTEIRO: “DIALOGAMOS BEM COM O PT E O PSB”

Veja abaixo a entrevista que o senador Armando Monteiro (PTB/PE) concedeu nesta segunda-feira (3) à Folha de S.Paulo (Folha Online) e que foi publicada nesta terça (4):

Senador coloca em dúvida aliança de Campos e admite se aliar ao PT

Cotado para disputar o governo de Pernambuco em 2014 com o apoio de Eduardo Campos (PSB), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) admite concorrer por uma outra coligação, da qual participaria também o PT, e coloca em xeque a aliança mantida pelo presidenciável do PSB.

Ex-presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Monteiro Neto critica a tese do “hegemonismo partidário” do PSB, segundo a qual a sigla presidida por Campos buscaria o nome para a sucessão pernambucana apenas dentro do próprio partido.

“Quero saber até que ponto nessa aliança existem parceiros ou partidos de duas classes”, disse. “Se existem aqueles que andam no banco da frente e outros que estão condenados a andar no banco de trás.”

Uma nova aliança de partidos em Pernambuco interessa ao governo federal, que precisa montar um palanque forte no Estado para a presidente Dilma Rousseff, caso Campos confirme sua candidatura à Presidência.

Aliado de Campos, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), também é cotado para mudar de partido e participar dessa chapa aliada ao governo federal.

Em entrevista à Folha nesta segunda-feira (3), Monteiro Neto disse que não faz parte de “nenhum entendimento” e afirmou que sua candidatura ao governo do Estado independe de uma decisão do PTB em relação a coligações nacionais.

Folha – Quem o PTB tende a apoiar para presidente da República?
Armando Monteiro Neto – O PTB é um partido que vive uma situação curiosa. As bancadas no Congresso estão muito alinhadas com o governo, e a executiva, por conta da força e da liderança do presidente [licenciado] Roberto Jefferson, que tem uma ligação diferente com o governo, não tem esse mesmo alinhamento. Mas muitos atuam no partido para que se busque uma posição convergente.

Hoje a executiva tende a apoiar quem?
O Roberto Jefferson está afastado, e o presidente interino, Benito Gama, é uma pessoa ligada a ele e, pelo que se fala, há uma perspectiva de que venha a participar de uma posição no governo. Seria sintomático ele vir a participar de algum espaço no governo.

O PTB com Dilma fecharia uma janela para o senhor na disputa pelo governo de Pernambuco?
Eu não diria isso. Do mesmo modo que o governador tem o grau de liberdade dele para poder decidir seu processo sucessório, eu também tenho um grau de liberdade, na medida em que não sou parte de nenhum entendimento que passe por apoio nacional. Há entendimentos e conversas que o governador manteve com o partido que nem foram intermediados por mim. O governador tem seus canais também.

Então o sr. se sente à vontade para trabalhar sua candidatura a governador independentemente de uma decisão a nível nacional do PTB?
Eu acho que sim. A minha candidatura não está condicionada a esse processo do partido a nível nacional. É claro que um alinhamento seria desejável, mas não é algo que condicione essa posição. O PTB tem uma condição de mobilidade natural. Estamos inseridos num campo em que coerentemente estivemos ligados ao PT e ao PSB. Dialogamos bem com os dois partidos.

Um alinhamento com a presidente Dilma facilitaria uma reaproximação com o PT no Estado?
É uma outra hipótese. No Congresso eu integro a base do governo federal. Fui eleito em 2010 em um palanque com o PSB e o PT.

O sr. considera sair em uma chapa com o PT e o ministro da Integração Nacional?
Isso não está posto porque ainda não temos definições claras no processo. O governador não assume sua candidatura à Presidência. O PT está no governo dele [Campos], e o PSB está no governo Dilma. E o PTB está no governo dele aqui. Não há ainda algo que indique que essas figuras estarão separadas. Mas vai haver um momento em que ele terá de explicitar as posições. E aí veremos se isso corresponderá a um distanciamento, a um rompimento.

A sua candidatura ao governo independe de um acerto com o governo do Estado?
Eu estou numa aliança cujo condutor natural do processo é o governador. Nós estamos aguardando o encaminhamento desse processo, que poderá se dar de forma a termos um único palanque em Pernambuco ou termos dois palanques. Isso vai depender de uma decisão do governador, se ele é ou não candidato a Presidência. E com relação ao encaminhamento da sucessão [estadual], a partir daí, também da explicitação de critérios políticos que vão orientar isso.

O governador parece querer um candidato do próprio partido.
Fala-se em alguns círculos aqui num certo hegemonismo partidário, ou seja, que o candidato tem que ser do partido dele. Isso é uma condição para o processo? Na essência é uma certa negação do espírito de aliança. É como se houvesse na aliança partidos de duas classes. Eu quero saber até que ponto nessa aliança existem parceiros ou partidos de duas classes. Se existem aqueles que andam no banco da frente e outros que estão condenados a andar no banco de trás.

O sr. considera que a mudança de partido do vice-governador, João Lyra Neto, do PDT para o PSB, é um indicativo de que ele será o candidato da aliança?
Eu acho que um vice-governador tem credenciais para postular o cargo, mas para isso ele nem precisaria mudar de partido. Até que ponto isso foi uma exigência do PSB ou correspondeu a um ato do vice-governador eu não tenho essa resposta. Mas sei que ele já declarou um desconforto dele e do partido. Então posso entender que isso se deu muito mais por motivação pessoal do que por exigência externa.

O governador diz que só cuida de 2014 em 2014. O calendário de quem está no poder pode ser igual ao de quem espera uma decisão?
Alguém disse com propriedade que todos têm seu próprio relógio. O nosso está na sintonia da aliança. Mas eu tenho impressão que a definição não poderá ser no ano que vem. Não digo nem pela vontade do PTB, mas pela dinâmica do processo político. Essa definição da candidatura nacional vai esperar até o próximo ano? Me parece que não. E isso vai condicionar os outros movimentos. Estamos em junho e já há um caldo, tanta especulação, tantos movimentos identificados. Eu acho que até setembro essas coisas têm que estar mais ou menos definidas, encaminhadas.

O sr. também vai se definir até setembro?
Até lá nossa aliança no Estado tem que tomar um rumo. O que eu posso dizer é que o PTB tem legitimamente a aspiração de conduzir um projeto político-administrativo no Estado. Portanto nós temos a nossa autonomia, a nossa própria identidade, a nossa trajetória que nos autoriza a aspirar um projeto próprio.