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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

EX-PREFEITA FAZ HOJE TRANSPLANTE DE MEDULA EM CURITIBA-PR

A ex prefeita de Afogados da Ingazeira Giza Simões será submetida na tarde de hoje em Curitiba a um transplante de medula para tratar de uma síndrome mielodisplásica. O procedimento será comandado em Curitiba pela equipe do hematologista Ricardo Pasquini, referência nacional na área.

estão sendo feitos os últimos exames .no Hospital Nossa Senhora das Graças, referência nesse tratamento. O procedimento deve durar cerca de duas horas e não é invasivo. “É como se fosse uma transfusão de sangue”, disse o filho de Giza, Danilo Simões.

Doadora escolhida, a irmã de Giza, Lúcia Helena, realiza esta manhã o procedimento de retirada de material genético para doação.  A cirurgia acontece às 15hs.

AFRÂNIO REALIZA ELIMINATÓRIA DO CONCURSO DE SANFONEIRO

O Concurso de Sanfoneiros acontece a 15 anos numa promoção da Emissora Rural de Petrolina e este ano a novidade é a realização itinerante de etapas eliminatórias para que, de cada município escolhido como sede das eliminatórias saiam classificados dois concorrente que disputarão a final no dia 19 de junho na Concha Acústica em Petrolina.

A  penúltima eliminatória aconteceu  no pátio de Eventos  da cidade de Afrânio e contou com total apoio da prefeitura municipal. Para o deputado Adalberto Cavalcanti que estava presente ao evento é muito importante este concurso na região para preservação da cultura sertaneja através da sanfona e a valorização dos sanfoneiros.

Em seu pronunciamento ainda, o deputado Adalberto Cavalcanti destacou sua preocupação como deputado em valorizar a cultura de raíz.  Cultura esta que é da espontaneidade do povo do interior, a cultura popular onde mostra a história de um povo.

A prefeita Lucia Mariano em seu pronunciamento falou de sua preocupação em valorizar a cultura popular, através de programas culturais de sustentabilidade e que, nos eventos do município os artistas locais serão prioridades nas grades da programação nas festividades do município.

O resultado das eliminatórias  de Afrânio foi o seguinte: 1º. Classificado Junior do Acordeon; 2º. Classificado o sanfoneiro Sidnei  e o garoto de 7 anos o jovem Benedito do acordeon mostrou toda sua habilidade com a sanfona. (ASCOM)

SOLDADO HORÁCIO SE RETRATA NA JUSTIÇA DE ACUSAÇÕES INFUNDADAS A GONZAGA PATRIOTA

Nas eleições de 2010, o candidato a Deputado Federal, Soldado Horácio Freire, da Polícia Militar de Pernambuco, em debate nos meios de comunicação, disse que o também candidato a Deputado Federal, Gonzaga Patriota era “Ficha Suja”, tendo esse, Gonzaga Patriota, acionado o opositor, na justiça, em defesa da sua honra.

Na Ação Penal Gonzaga Patriota juntou certidões negativas dos seus fóruns competentes – STF – Supremo Tribunal Federal e Procuradoria Geral da República, além de todos os Tribunais e Fóruns da sua área de atuação, mostrando que jamais foi processado ou acionado judicialmente em qualquer parte do país ou em qualquer ilícito civil ou penal e, pediu ao Juiz, a condenação do acusador, Saldado Horácio, nos termos da Lei Penal e Eleitoral vigentes no país.

No último dia 12 de junho, em audiência para julgamento do Processo Criminal nº 0008689-44.2010.8.17.113, perante o MM Juiz de Direito, Francisco Josafá Moreira, o Réu Horácio Freire, que se fazia acompanhar do seu advogado, Bacharel em Direito Walmir Lourenço da Silva, afirmou que as acusações manifestadas por ele, no calor dos debates eleitorais de 2010, estão devidamente esclarecidas com a inexistência de processos em desfavor do autor desta Ação Penal, Deputado Federal Gonzaga Patriota, logo reconhecendo o requerido, que foi induzido em erro. Reconheceu ainda o Réu Soldado Horácio Freire, efetivamente, que o Deputado Gonzaga Patriota não é “Ficha Suja” e, nem respondeu a nenhum processo pelo cognominado caso do mensalinho, conforme afirmara ele, nos acalorados debates ocorridos nas eleições de 2010.

Em consequência da presente retratação, avençam as aparte em que seja encaminhado o inteiro teor da presente ata, ao Blog de Carlos Brito e a Rádio Grande Rio FM – Programa Nossa Voz, com o objetivo de que seja largamente divulgada a presente retratação, com o fito de cumprir o acordo ora firmado.

Esta retratação foi homologada pelo MM Juiz de Direito Dr. Francisco Josafá Moreira, depois de assinada pelo Réu, Soldado Horácio Freire, por seu advogado Walmir Lourenço da Silva, pelo advogado do autor, Pedro Patriota e por outras autoridades presentes.(Assessoria do Deputado)

CUSTÓDIA: 7ª PEGA DE BOI NO MATO NA FAZENDA MALHADINHA ATRAI MULTIDÃO

A 7ª Pega de boi no mato, na Fazenda Malhadinha em Custódia, neste último sábado (15) atraiu uma multidão, entre vaqueiros, simpatizantes e público em geral de toda a região de Pernambuco e de algumas cidades da Paraíba e Alagoas,  mostrando assim a força da cultura nordestina.

Durante todo o dia teve muito churrasco e diversas atividades foram realizadas como a pega de boi no mato, logo após a pega de boi houve a premiação. A pega teve também muito forró com Léo Costa e banda, Zé de Almeida e Carlos Cavalcanti. Sendo todos os  presentes agraciados com boa música de vaqueirama.

A organização do evento foi de Divon Amorim e Dedé Amorin e família.

Diferente da famosa vaquejada, onde o boi corre numa arena demarcada perseguido por uma dupla de cavaleiros, a Pega de Boi no Mato acontece no meio da vegetação caatingueira com os vaqueiros encourados se embrenhando no mato em cima dos seus cavalos ligeiros para pegar o boi, enfrentando espinhos de juremas e touceiras de xique-xique, demonstrando coragem e valentia.

A 7ª Pega de boi da Fazenda Malhadinha teve o apoio da Prefeitura Municipal de Custódia.

Para o prefeito Luiz Carlos, é gratificante apoiar e participar de um evento que reforça a cultura do nordestino. “Apoiar e presenciar uma manifestação cultural tão forte quanto a do vaqueiro no sertão é sem dúvida gratificante e é compromisso do governo Juntos construindo um novo tempo fortalecê-la cada vez mais em Custódia”, afirmou Luiz Carlos.

CRÔNICA DO ADEMAR RAFAEL

A ceva e a cultura, tudo haver?
O ribeirinho da Amazônia sabe corretamente onde ficam os pontos mais frequentados pelos peixes da região. Os locais e os horários melhores para fisgar um piau ou um tucunaré são reserva de mercado dos moradores da região.
Mas, ao receberem uma comitiva de pescadores não se incomodam em levá-los aos locais onde colocoram as cevas dos piaus e os trechos por onde os tucunarés costumam “passear”. Não ficam com as informações retidas por egoísmo. Algumas vezes deixam que os visitantes fiquem tentando pegar um piau fora de hora ou perder iscas de tucunarés em situações adversas.
O educador com “E” maiúsculo também sabe onde fisgar informações de extrema importância para o aprendizado e não esconde isto dos seus alunos, pelo contrário incentiva a busca permanente de tais registros para ampliação saberes.
Com estes dois fundamentos nasce esta crônica, contudo seu foco é na direção de dois programas televisivos que classifico como verdadeiras reservas. Ambos aos domingos, um na sequência do outro na TV Cultura. O primeiro é “Viola minha viola”, com Inezita Barroso e o segundo “Sr. Brasil”, com Rolando Boldrin. Quem joga seus anzóis e seus olhares para estes programas com certeza encontrará peixes culturais fartos e conteúdos lastreados em rica cultura.
É possível que alguém possa dizer são programas muitos “caipiras” é neste ponto que encontramos o diferencial. A música e a poesia são produtos que depois de concebidos ganham o mundo, mesmo estando fincadas em certas regiões correm espalhando sua infinda essência.
Quando morei no Mato Grosso do Sul gostava de frequentar uma Churrascaria de Campo Grande onde um conjunto regional apresentava polcas, vanerões e outros ritmos da região. Sempre que possível fazia pedidos de músicas nordestinas e era prontamente atendido. Luiz Gonzaga, Fagner, Alceu Valença e Zé Ramalho eram tocados com intensidade.
Certa vez às margens do Rio Apa, em Bela Vista – MS ouvi de um violeiro local a seguinte sentença: “Bichinho – era assim que eles me tratavam -, uma música pode até ter raiz o problema é que quando nasce deixa de pertencer ao local onde foi produzida ela passa a ser de domínio público”.
Isto fez com que eu passasse a ter outra visão sobre as produções regionais. Gonzagão, Noel Rosa e Gaúcho da Fronteira, dentre outros jamais podem ser lidos e ouvidos com artistas regionais, são entes culturais do mundo. Respeito às opiniões contrárias e mantenho a indicação dos dois programas. Curtam e procedam como os ribeirinhos e os educadores, não escondam.
Por Ademar Rafael