Posts published by “Junior Finfa”
José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
Acusado de estupro de menores, o assessor especial da Casa Civil da Presidência da República Eduardo André Gaievski pediu afastamento do cargo. Segundo nota divulgada pela Casa Civil, o próprio assessor decidiu se afastar das funções que exercia até que “as circunstâncias e a veracidade das acusações sejam apuradas”.
O pedido de afastamento foi apresentado no sábado (24), mesmo dia em que veio a público a notícia de que a Justiça do Paraná decretou a prisão preventiva de Gaievski. Segundo reportagem publicada pela revista Veja, o assessor da Casa Civil é acusado de oferecer dinheiro a meninas em troca de sexo. O inquérito corre em segredo de Justiça. A Agência Brasil tentou confirmar as informações, mas ainda não conseguiu contato com nenhum funcionário do Fórum de Realeza (PR) e nem com Gaievski.
Gaievski foi prefeito de Realeza entre 2005 e 2012. Desde janeiro deste ano ocupa o cargo de assessor especial do gabinete da Casa Civil. Entre suas atribuições estava acompanhar a implementação de programas federais como o Mais Médicos.(Agência Brasil)
O “New York Times” publicou neste sábado um perfil do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Ao jornal americano, o ministro diz que seu temperamento “não se adapta bem à política” e, em referência às eleições presidenciais de 2014, completa: “Não sou candidato a nada”.
As recorrentes discussões na Corte entre Barbosa e outros ministros foram destacadas pela reportagem do correspondente Simon Romero, que citou polêmicas dos últimos anos. “Eu falo muito o que penso”, disse o ministro do STF para explicar por que não se adaptaria à vida política.
O perfil aborda a atuação do ministro durante o julgamento do mensalão e sua “falta de tato”, que representa, segundo o NYT, a força por trás de uma série de decisões socialmente liberais, objeto de “fascínio popular”. São citadas ainda as recentes discussões entre Barbosa e o ministro Ricardo Lewandowski, na fase de recursos do julgamento. Na entrevista, Barbosa disse que alguma tensão é necessária para a Corte funcionar corretamente. “Sempre foi assim”, disse o presidente do STF.
O não pedido de desculpas por ter dito que Lewandowski estaria fazendo “chicana” para atrasar as decisões finais também faz parte do perfil.
Ao falar das manifestações que tomaram as ruas do Brasil em junho, Barbosa criticou a violência de alguns manifestantes, mas disse acreditar que o movimento é sinal da “exuberância da democracia”. “As pessoas não querem ficar passivas diante dos arranjos da elite”.
A exposição também traz problemas e o deixa em posição “defensiva”, diz o texto, que cita reportagens sobre o apartamento comprado por Barbosa em Miami (por meio de uma empresa aberta supostamente para pagar menos impostos) e benefícios atrasados recebidos do Ministério Público Federal.
O correspondente do NYT escreve também sobre a infância em Paracatu (MG) e a trajetória profissional, desde sua entrada na universidade contra “todas as expectativas”. “Era o único estudante negro no curso da época”, diz o texto.
A popularidade do presidente do Supremo aparece até nas máscaras vendidas durante o carnaval, ressalta o correspondente. Durante os protestos de junho, a reportagem lembra que o nome do ministro foi apontado por manifestantes como uma das principais opções de candidato a presidente da República. Atuações em casos polêmicos dão prova de sua influência no Judiciário, informa a reportagem. Fora a relatoria do julgamento da ação penal do mensalão, o trabalho pela efetiva legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo no país é um exemplo apontado pelo “New York Times”. (Jornal O Globo)













