Posts published by “Junior Finfa”
José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
A unidade pública tem como objetivo abrigar os cidadãos que precisam realizar exames, cirurgias e tratamentos no Recife
Com a situação da falta de água que passa Afogados da Ingazeira, este blogueiro acabou de registrar neste momento, um desperdício de água na Rua Osvaldo Gouveia, onde funciona o COAS – Centro de Orientação, Aconselhamento e Testagem em DST|AIDS, da Prefeitura de Afogados da Ingazeira. Em conserva com um morador da rua, o mesmo afirmou que, “o órgão tinha vigilante, demitiram o vigilante e agora vive abandonado”, disse o morador
Amigos pessoais, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) trabalham para consolidar suas respectivas candidaturas à Presidência da República nas eleições de 2014. Os dois devem se encontrar residência do socialista nesta quinta-feira (29) para trocar experiências políticas, e claro, falar sobre possíveis alianças para o próximo ano. A cúpula tucana já trabalha com a possibilidade de uma parceria eleitoral de Campos e Aécio num eventual segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff (PT).
Em Pernambuco, o PSDB analisa que, caso Eduardo Campos siga com a promessa de apoiar Aécio Neves num segundo turno, o partido deixe de lançar a candidatura do deputado estadual Daniel Coelho ao governo do estado. Nos planos da legenda ainda é cogitado o apoio ao projeto do senador Armando Monteiro Neto (PTB) em disputar o comando do Palácio do Campos das Princesas.
“O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), receberá o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) para jantar em sua casa hoje no Recife. Na conversa, os dois potenciais presidenciáveis devem discutir o cenário de 2014. O último encontro ocorreu na casa do tucano, há cerca de um mês. Embora não vislumbrem acordo no primeiro turno, não descartam composição caso um deles avance na disputa, e discutem palanques comuns em Estados como São Paulo e Paraná”.
Em um discurso que centralizou boa parte do debate no Plenário na tarde desta quarta-feira (28), o senador Humberto Costa (PT/PE) defendeu o programa Mais Médicos e disse acreditar na aprovação da matéria “por larga maioria” no Congresso Nacional. “Tenho certeza de que essa Casa dará a resposta correta, porque aqui nós não somos advogados, nem médicos, nem engenheiros, nem empresários. Somos representantes do povo”, declarou o senador. A discussão durou mais de meia hora e ganhou apartes de noves senadores no Plenário todos favoráveis ao programa. Entre eles, Armando Monteiro (PTB/PE), Eduardo Suplicy (PT/SP) e Cristovam Buarque(PDT/DF).
Humberto, que é médico e ex-ministro da Saúde, fez questão de ressaltar a importância do programa para garantir a assistência da população que sofre hoje com a carência de profissionais de saúde. “Antes de pensarmos nos interesses corporativos, temos que pensar nos interesses dos cidadãos, como os índios do Amapá, que pela primeira vez na história terão, em cada aldeia, médico 24 horas por dia. Temos que pensar na população do interior do Pernambuco, do Piauí, do Ceará e do Rio Grande do Norte, onde, muitas vezes, não há um médico sequer que resida em suas cidades e que a partir de agora terá médicos brasileiros, cubanos, espanhóis ou argentinos”.
O senador criticou entidades de classe que vem se posicionando contra o programa. “Temos de dizer com todas as letras: por ter uma visão estreita, algumas instituições estão jogando o movimento dos médicos a uma situação de isolamento. Não precisaria ser assim. Todos nós aqui temos absoluta sensibilidade para discutir as questões que forem justas. O próprio Governo já admitiu ser incorreto tentar ampliar o número de anos para formação de um médico no Brasil, até porque precisamos também de médicos especialistas, e, quanto mais rapidamente essa especialização se fizer, melhor para o nosso País”, lembrou o parlamentar.
O senador também voltou a condenar atos hostis contra cubanos que aderiram ao programa Mais Médicos. Humberto disse que as declarações da jornalista potiguar que em tom jocoso comparou médicas cubanas a empregadas domésticas “envergonharam a todos os nordestinos”. “O preconceito, a xenofobia e o racismo não podem ser o fator e a linha para a construção de uma nova sociedade”, disse Humberto que completou: “Feliz será o dia – e eu tenho certeza de que não vai demorar – que a maioria dos nossos médicos forem filhos de empregadas domésticas, forem filhos de pedreiros, forem filhos do povo; aí, sim, com certeza, nós teremos começado a promover uma grande mudança social no nosso País”.
O senador ainda defendeu mais recursos para a Saúde. Humberto é relator da Comissão de Financiamento que discute novas fontes de recursos para o setor. “Nós sabemos que não vamos resolver todos os problemas da saúde apenas trazendo mais médicos. São necessários mais recursos. E é por isso que nós apresentaremos, na semana que vem, a nossa proposta de aumento de verbas para a área, concorde ou não o Governo com essa proposição”, lembrou o senador. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
A Câmara rejeitou nesta quarta-feira (28), em votação secreta, a cassação do mandato do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO). O parlamentar está preso desde 28 de junho no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena de 13 anos devido à condenação por peculato e formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na sessão, 233 deputados votaram a favor do parecer aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, favorável à cassação. O número foi insuficiente para a perda do mandato, que exige ao menos 257 votos. Outros 131 deputados votaram pela manutenção do mandato de Donadon e 41 se abstiveram.
Após a votação, contudo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou que o deputado será afastado por causa da condenação pelo STF e convocou o suplente imediato, o ex-ministro da Previdência e ex-senador Amir Lando (PMDB-RO).
“Tendo em vista a rejeição do parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que opinava pela procedência da representação, esta presidência dará consequência à decisão do plenário. Todavia, uma vez que, em razão do cumprimento de pena em regime fechado, o deputado Natan Donadon encontra-se impossibilitado de desempenhar suas funções, considero-o afastado do exercício do mandato e determino a convocação do suplente imediato, em caráter de substituição, pelo tempo que durar o impedimento do titular”, leu Henrique Alves após o anúncio do resultado.
Em julho, ato da Mesa Diretora já havia suspendido todas os benefícios parlamentares de Donadon. Segundo a Mesa Diretora da Câmara, com a rejeição da cassação, Donadon manterá o status de parlamentar, mas o mandato ficará suspenso enquanto ele estiver preso. Se for libertado até o final da atual legislatura, ele retoma prerrogativas como salário, verba de gabinete, cota de auxílio para a atividade parlamentar e apartamento funcional.
“Eu agradeço a Deus que a justiça está sendo feita”, disse Donadon após a divulgação do resultado.
A sessão durou quatro horas (das 19h às 23h), e o processo de votação (tempo disponível para que o deputado fizesse o registro eletrônico de sua opção), duas horas e 35 minutos. Henrique Alves poderia ter encerrado a sessão antes do prazo, mas prolongou até as 23h com o objetivo de obter o maior quórum possível. Na última hora de votação, no entanto, não foi registrado nenhum voto. Embora 405 tivessem votado, outros 54 deputados registraram presença no plenário, mas não votaram. Outros 54 sequer apareceram.
Diante do resultado, Henrique Alves disse que não irá mais realizar votações secretas para perda de mandato. No Congresso, tramitam propostas de emenda à Constituição para abrir as votações, mas nenhuma ainda foi aprovada em definitivo. “Enquanto for presidente desta Casa, mais nenhum processo de cassação será feito por votação secreta”, declarou Alves após a proclamação do resultado.
Donadon foi autorizado pela Justiça a acompanhar no plenário da Câmara a votação que analisou o requerimento de perda de mandato. Com algemas, ele foi conduzido ao Legislativo pela Polícia Judiciária, mas dentro do parlamento ficou livre sob a custódia da Polícia Legislativa. A mulher e os dois filhos do parlamentar rondoniense acompanharam a sessão. (G1.COM)











