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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

ESPAÇO DO INTERNAUTA

Geração distribuída contra os apagões
Independente das explicações oficiais, o fato é que o novo apagão no Nordeste do País expõe novamente às dúvidas a confiabilidade dos sistemas, da gerência e da política energética governamentais frente a acidentes de qualquer natureza.
No final do ano passado, li que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estimava que o setor elétrico deveria investir R$ 268,8 bilhões até 2021 para evitar o risco de apagões. O País precisaria gastar cerca de R$ 213 bilhões para construir usinas capazes de gerar 65,4 mil MW ou seis hidrelétricas de Belo Monte. E precisará desembolsar outros R$ 55,8 bilhões em 47,7 mil quilômetros de linhas de transmissão, algo equivalente a instalar oito linhões de transmissão de energia ligando o Oiapoque (AP) ao Chuí (RS).
Nossos números são grandes, porque o País é imenso e complexo, mas o governo pensa e planeja pequeno com as viseiras de andar em trilhas modestas. Considerando o crescimento previsto da demanda de energia, as limitações de ampliação das fontes hidrelétricas de grande porte e os altos custos – inclusive ambientais – de acudir nossas carências com usinas termoelétricas, precisamos encarar seriamente a geração distribuída (GD) como complemento tático de oferta para o abastecimento energético do País.
A GD oferece importantes benefícios ao sistema elétrico, aos consumidores, ao meio ambiente e aos produtores porque se dá principalmente junto aos pontos de demanda e assim emerge como relevante mecanismo de eficiência energética, descentralizando a geração e utilizando fontes complementares que estão à disposição, especialmente da biomassa sucroenergética, da cogeração a gás natural e solar, das pequenas centrais hidrelétricas. No final das contas, pode aliviar os riscos operacionais e de fornecimento energético do sistema nacional.
Governo, empresários, pesquisadores e formuladores de políticas concordam que é preciso posicionar os projetos do setor no centro das atenções, mas as barreiras política e de regulação são os maiores entraves para o desenvolvimento da geração distribuída e da cogeração de energia, apesar da legislação (Lei 10.848) sobre o assunto vigorar há cerca de 10 anos.
No início de agosto, o presidente da EPE Maurício Tolmasquim teceu loas à geração energética distribuída. Disse que é vantajosa “porque atende à demanda com diferentes estratégias, além de postergar investimentos em expansão do sistema, reduzir perdas na rede, aumentar a qualidade da energia, manter a modicidade tarifária no longo prazo e emitir poucos gases poluentes”. O discurso é bom, mas temos pedras no caminho que o governo se recusa a enxergar e enfrentar.
A governança do setor de energia é claudicante; a maneira como se estabelecem reajustes e se fixam tarifas é precária; da forma como têm sido estabelecidos, os valores de referência de remuneração da GD não atraem novos investimentos, da mesma forma como ainda é frouxa a norma para auto contratação de GD nos grupos empresariais. Aguarda-se a implementação da resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sobre a geração distribuída, uma regulamentação definitiva sobre a Lei do gás e definição que inclua o gás natural com destaque na matriz energética nacional. É preciso ampliar o limite de 10% estabelecido na lei para a contratação de GD pelas distribuidoras de energia, como é necessário que o governo estruture leilões regionalizados, por fontes, e dê fortes incentivos ao desenvolvimento de inovações, como as de redes inteligentes (smart grids) para as saturadas estruturas dos grandes aglomerados urbanos brasileiros de modo a evitar, prevenir e minimizar acidentes e apagões que paralisam os serviços essenciais, como de abastecimento de água, comunicações e socorro de grandes populações.
A energia eólica está deslanchando. A conjuntura é favorável ao incremento da energia solar e é bom o cenário que se desenha para o biogás, com o tratamento de resíduos sólidos, vinhaça e outras fontes resultantes dos processos agroindustriais brasileiros.
Ainda há burocracia e impedimentos para que os projetos deslanchem. Não é apenas uma questão de custos e de preços. O governo precisa participar mais do processo e induzir, com intenção, palavras e obras, sem necessariamente centralizar, o bom caminho para riscar do País os episódios frequentes de apagões.

Por: Arnaldo Jardim. Deputado Federal – Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Infraestrutura e membro da Comissão de Minas e Energia.

ARMANDO MONTEIRO: “O SERTANEJO TEM UM TERÇO DA RENDA DA ÁREA METROPOLITANA”

Em mais uma viagem ao Sertão, senador defende um trabalho mais intenso para desconcentrar a economia de Pernambuco
Depois de reunir mais de 700 pessoas, entre parlamentares, prefeitos, lideranças do PTB e de outros partidos da Frente Popular de Pernambuco, na sexta-feira (30), o senador Armando Monteiro seguiu para mais uma viagem de trabalho por municípios do Sertão, que se encerrou neste domingo (1º), em São Joaquim do Monte, onde acompanhou a procissão de Frei Damião.
Ainda na sexta-feira, Armando Monteiro esteve em Serra Talhada, Mirandiba e Carnaubeira da Penha. No sábado, foi a Santa Cruz da Baixa Verde, Calumbi e novamente Serra Talhada. Em todos esses lugares, o senador discutiu os problemas locais e projetos que possam contar com a interferência dele em Brasília para que se viabilizem. Nas reuniões de trabalho que participou, foi firme ao defender ações mais profundas para reduzir as desigualdades e o desequilíbrio econômico em Pernambuco.
“Nos entristece saber que o sertanejo tem um terço da renda dos homens e mulheres que vivem na área metropolitana do Recife. Precisamos mudar esse quadro. O desenvolvimento de Pernambuco ainda continua muito concentrado”, ressaltou.
Armando acrescentou: “Nós temos as notícias dos grandes projetos que estão chegando a Pernambuco, a refinaria de petróleo, o Estaleiro Atlântico Sul, o polo petroquímico, a montadora de automóveis, o polo farmacoquímico, tudo isso é muito importante, mas nós temos sempre que lembrar que esses investimentos estão chegando mais à área metropolitana do Recife e, infelizmente, o interior não tem podido aproveitar esse desenvolvimento”.
Na avaliação de Armando, é preciso um investimento continuado em infraestrutura, qualificação das pessoas e na indução de projetos que possam se implantar no interior. “Isso demanda um esforço muito grande, infraestrutura, investimento tanto na área da educação quanto numa ação indutora para que os empreendimentos possam chegar a essas regiões mais distantes”.
Nos municípios que visitou, Armando Monteiro reuniu-se com os prefeitos José Queiroz (PDT), Luciano Duque (PT), Bartolomeu Carvalho (PR), Dr. Neto (PSB), Tássio Bezerra (PTB), Joelson (PSB) e João Tenório (PSDB), além de ter se encontrado com Sebastião Dias (PTB), prefeito de Tabira; Zé Teixeira (PSB, Paranatama); Gustavo Caribé (PSB, Belém do São Francisco); e Antônio Dizuita (Granito).
Sempre acompanhado do deputado estadual Augusto César de Carvalho (PTB), cuja festa de aniversário de 60 anos, em Serra Talhada, no sábado, fez questão de prestigiar, Armando Monteiro também conversou com lideranças políticas locais, vereadores, ex-prefeitos e ex-candidatos.

GOVERNO DE SORAYA MORIOKA SEDIARÁ CINEMA ITINERANTE NA CIDADE DE FLORES

A secretaria de Cultura e Eventos de Flores, sediará nesta segunda-feira 02 de setembro (segunda-feira), o Cinema Itinerante Beneficente. O projeto, denominado “CINE TIM”, é uma parceria da empresa de telefonia TIM com a BIG Etruck Mídia Eletrônica, que consiste em levar cinema às cidades onde as suas populações não dispõem do atrativo da “sétima arte”. 
Em Flores, o projeto instalará um caminhão com tela de cinema de 16m² e exibirá os filmes: “Os Vingadores” e “Rio” gratuitamente para o público presente. A exibição das películas começará a partir das 17hs, na Praça Dr. Santana Filho no centro da cidade.(ASCOM)

PREFEITURA DE TABIRA VAI DEMITIR 200 CONTRATADOS

A Lei de Responsabilidade Fiscal limita o gasto das prefeituras com a folha de pagamento em 54% da receita. Em Tabira a Prefeitura está gastando 59% com isso desrespeitando a LRF. Daí porque o Governo Municipal vai afastar cerca de 200 contratados a partir de hoje.
O prefeito Sebastião Dias já havia anunciado o corte falando a Rádio Cidade FM. Melhorando a receita, o gestor admite recontratar os servidores.(Anchieta Santos)

SELEÇÃO AFOGADENSE VENCE ARCOVERDE

 
A seleção de Afogados da Ingazeira, venceu ontem (01), a seleção da cidade de Arcoverde por 2 x 0.  Já classificada a duas rodadas de antecedência, a seleção afogadense, jogou dentro do possível para chegar a vitória contra a seleção arcoverdense. Um bom público compareceu ao Estádio Vianão.
Em conversa com este blogueiro, o Presidente da Liga Afogadesne, Charles Cristian, disse que a classificação antecipada da seleção na Copa do Interior, é um fato inédito, “nunca uma seleção de Afogados  tinha se classificado com duas rodadas de antecedências, isso foi a mostra do nosso trabalho, vamos jogar no próximo domingo (08), contra a seleção de Pesqueira, mas o jogo será realizado na cidade de Sanharó, em uma situação cômoda, o apoio do comércio local e do Prefeito José Patriota, que em nenhum momento negou a ajudar, é sem dúvida um dos motivos para o sucesso da nossa seleção”, finalizou Charles.

TRECHO DA ADUTORA DO PAJEÚ É INAUGURADA NESTA SEGUNDA-FEIRA

Será realizada, hoje (2), a inauguração do trecho “Serra Talhada e Calumbi”, da Adutora do Pajeú. O Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e o governador do estado, Eduardo Campos, participam do evento, às 11h30, em Calumbi.
As obras da adutora visam evitar o colapso de água em zonas urbanas e, atualmente, já beneficiam cerca de 90 mil famílias. Ao todo, estão sendo investidos R$ 547 milhões para captar água do Rio São Francisco e do Eixo Leste para tender um total de 400 mil pessoas em 21 municípios pernambucanos e outros oito na Paraíba. A obra está sendo executada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).