Posts published by “Junior Finfa”
José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira (19) que 98% dos 682 médicos formados no exterior chamados pelo governo foram aprovados para trabalhar no interior e periferias das grandes cidades, pelo programa Mais Médicos.
Segundo a pasta, apenas um médico estrangeiro terá de retornar ao país de origem, por ter sido reprovado na avaliação, que mediu conhecimentos de português e saúde pública ofertados num curso de três semanas. Outros 11 médicos ficaram em recuperação e terão de se submeter a duas semanas de reforço antes de se apresentarem nos municípios para os quais foram alocados.
De acordo com o Ministério da Saúde, o médico reprovado se chama Zoheir Maadarani, é libanês e atuava na Ucrânia. Ele havia sido designado para trabalhar em Franco da Rocha (SP). O governo informou que Maadarani foi desligado do programa federal por ter obtido desempenho abaixo de 30%. Não foi especificada a nota do libanês.
Para o cálculo do desempenho, destacou o ministério, foram considerados o conjunto de exercícios e atividades do módulo de avaliação realizado nas últimas três semanas e o teste final (60%), aplicado pelo MEC na última sexta (13).
Dos 11 médicos que terão de passar pela recuperação para atuar no país, há três profissionais de Cuba, dois da Bolívia, um de Honduras, dois da República Dominicana, um da Rússia, um da Mauritânia e um da Argentina.
Deste grupo, quatro vieram ao Brasil por meio do convênio firmado com o governo cubano, que, em sua primeira fase, trouxe 400 profissionais ao país. Ao todo, deverão desembarcar no Brasil 4 mil médicos de Cuba.
O professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) em Arapiraca, identificado como Fábio Augusto Antea Rotilli, de 33 anos, assassinou a própria mãe, Alda Marina Antea, de 62 anos, no final da tarde de ontem (18), na BR-316, na altura do município de Satuba-AL.
Com seu New Beatle preto, de placa NLV-2333, de Arapiraca, Rotilli atropelou a mãe e passou sete vezes por cima do corpo da idosa. Uma amiga da vítima, identificada apenas como Rejane, presenciou o crime e conseguiu sair correndo do veículo.
Depois de matar a mãe, o professor seguiu em direção a Maceió pela BR-316. Ao passar pela Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no bairro do Tabuleiro do Martins, em Maceió, Rotilli parou o carro, apresentou-se e confessou o crime.
Sob custódia, o professor concedeu entrevista à reportagem do Tribuna Hoje. Sem demonstrar qualquer sentimento, Rotilli relatou que tentou estrangular a mãe com o cinto de segurança do carro. A senhora teria conseguido se libertar e saiu do veículo.
Nesse momento, Rotilli deu ré e a porta do carro atingiu a senhora, que caiu na rodovia. O professor contou que passou sete vezes por cima do corpo da mãe antes de ir embora. Sobre o motivo do crime, Rotilli disse apensa que nunca havia recebido carinho da mãe.
“Não estou arrependido. Fiz na hora certa. Viver sem amor é muito ruim. Inclusive, se tiver alguma moça interessada, entre em contato comigo”, disse ironicamente o professor. Ele negou que tivesse problemas psiquiátricos e tomasse remédios controlados.
Rotilli disse ainda que é professor da disciplina de Produção do Conhecimento, lecionada na área de Ciências Humanas da Ufal.
Dois rapazes que presenciaram o crime em Satuba foram conduzidos para a PRF e conversaram com a reportagem. Eles contaram que Rotilli deu ré várias vezes no carro para passar por cima da idosa. Antes disso, quando o professor tentava estrangular a mãe, a amiga da idosa saiu correndo do carro para pedir ajuda. Segundo as testemunhas, ela havia entrado em estado de choque e nem sequer conseguia se levantar “por causa da tremedeira”.
Assim como Rejane, Alda morava em Maringá e estava em Maceió apenas para passar alguns dias com o filho. À PM, Rejane contou que Alda havia “dado tudo ao filho”, inclusive o carro usado por Rotilli para matá-la.
O professor foi levado por agentes da PRF para a Central de Flagrantes da Polícia Civil, no bairro do Farol, onde prestaria depoimento e seria autuado em flagrante por homicídio qualificado.
O prefeito Luciano Duque conseguir “destravar” um recurso de R$ 68 mil, congelado em conta desde 2010 para calçamento de duas ruas no bairro “Baixa Renda”.
Duque determinou que sua secretaria de obras atendesse as exigências necessárias para liberação dos recursos e agora, com o dinheiro disponível, já iniciou as obras de calçamento das ruas Manoel João e Rua da Esperança.
A chegada do material para o início das obras trouxe muita alegria para os moradores que, conforme afirmaram, “já haviam perdido as esperanças”, agora porém, festejam as providências tomadas pela prefeitura municipal.
Para Edna Santos, comerciante na Rua Manoel João, o calçamento é “um presente. Vai melhorar tudo, inclusive valorizar mais ainda meu comércio”, diz ela.
Um levantamento feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ligada ao Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça, revela que cerca de 370 mil brasileiros de todas as idades usaram regularmente crack e similares (pasta base, merla e óxi) nas capitais ao longo de pelo menos seis meses em 2012.
Por “uso regular”, foi considerado um consumo de pelo menos 25 dias nos seis meses anteriores ao estudo, de acordo com definição da Organização Panamericana de Saúde (Opas).
Esse número de 370 mil pessoas corresponde a 0,8% da população das capitais do país e a 35% dos consumidores de drogas ilícitas nessas cidades. Além disso, 14% do total são crianças e adolescentes, o que equivale a mais de 50 mil usuários.
O estudo foi realizado com 25 mil pessoas de forma domiciliar e indireta, ou seja, cada indivíduo respondeu a questões sobre suas redes sociais (familiares, amigos e colegas de trabalho residentes no mesmo município) de forma geral e também especificamente sobre o uso de crack e outras drogas.
Nordeste lidera ranking
Entre as regiões do Brasil, o Nordeste lidera o uso regular de crack e similares, com 40% do total, seguido do Sudeste, do Centro-Oeste, do Sul e do Norte (veja o gráfico acima). Além disso, cerca de 80% dos usuários dessas substâncias fazem isso em lugares públicos e de grande circulação, como as ruas.
Estamos investigando uma população oculta, que tem dificuldade de revelar seu uso, suas prevalências, porque há a questão criminal, a discriminação”
Vitore Maximiano, secretário da Senad.












