Cordialmente,
Rodrigo Lima
Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira
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José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
Cinco indústrias do segmento metalmecânico de Afogados da Ingazeira, município do sertão pernambucano, estão expondo na Feira Mecânica Nordeste que começou na terça-feira no Centro de Convenções, em Olinda, e termina na próxima sexta. São fabricantes de tanques para transporte de combustíveis, estruturas metálicas, mesas inox, janelas e esquadrias, além de diversos tipos de reboques homologados pelo Detran.
As empresas estão participando do evento com apoio da prefeitura. “Participar de uma feira como essa é muito importante pois contribui para ampliar o conhecimento e para criar oportunidades para ampliação dos negócios”, afirma o prefeito José Patriota. Segundo ele, a prefeitura está cumprindo o seu papel de indutor do desenvolvimento na medida em que cria condições para que os empresários do município possam ampliar seus horizontes . Além de participar da feira, os empresários fizeram visitas a potenciais clientes instalados no Complexo Industrial e Portuário de Suape onde realizaram contatos promissores.
De acordo com o secretário de desenvolvimento de Afogados, Eraldo Feijó, a tradição no segmento metalmecânico tem origem no antigo ginásio industrial, instituição estadual de ensino técnico que tinha uma unidade no município. A escola foi desativada há cerca de 15 anos, mas o seu legado permanece vivo até hoje. “Os proprietários de duas empresas, a Metalúrgica Brotas, que fabrica pias e mesas inox, e a Serralharia Modelo, que fabrica reboques, são ex-alunos do Ginásio Industrial”, revela. As outras empresas do setor que estão na feira são Art Metal (estruturas metálicas), Metalúrgica Ferreira Zuza (fabricação de tanques e caçambas) e Metalúrgica Santa Inês (fabricante de portas e janelas). Também está expondo no estande do município a indústria de fardamentos Invesa.
A feira é realizada pelo Sindicato da Indústria Metalúrguca, Mecânica e de Material Elétrico de Pernambuco (Simmepe) em parceria com a Reed Exhibitions Alcantara Machado.
O Ministério da Integração Nacional vai promover, nesta quinta-feira (24), em Salgueiro (PE), o seminário “Comunidades quilombolas e o Projeto São Francisco: construindo soluções e apontando caminhos”. O evento integra o Programa de Desenvolvimento das Comunidades Quilombolas – um dos 38 Programas Ambientais do Projeto de Integração do Rio São Francisco –, que tem os objetivos de apoiar o processo de reconhecimento e territorialização, promover melhoria na qualidade de vida e fortalecer o desenvolvimento dos processos produtivos das 12 comunidades quilombolas assistidas pelo empreendimento.
Para o seminário, são esperados cerca de 190 participantes, entre representantes de associações e comitês locais das comunidades quilombolas localizadas nos municípios pernambucanos de Cabrobó, Mirandiba e Salgueiro. O evento marcará o encerramento do Programa Integrado de Capacitações, organizado nas comunidades quilombolas buscando promover um processo de formação continuada e contribuindo para a autonomia e organização socioeconômica e ambiental das comunidades.
Durante as capacitações, foram desenvolvidas atividades como oficinas temáticas nas áreas de organização social, incentivo ao empreendedorismo e busca de parcerias, bem como ações produtivas de agricultura orgânica e agroflorestal, criação de animais de pequeno médio porte, apicultura, beneficiamento de frutas e gestão integrada de resíduos sólidos.
Conhecimento e empreendedorismo – Além do estímulo ao cultivo de espécies mais adequadas para a região, as oficinas promovidas pelo Projeto São Francisco, iniciadas em agosto de 2011, possibilitaram aos pequenos produtores quilombolas melhores condições para competir no mercado e obter financiamentos.
Os resultados já são visíveis e têm contribuído para uma maior organização social, fiscal e administrativa das comunidades. Essa população está cada vez mais empreendedora e voltada à aplicação de ações produtivas como o manejo de animais de pequeno porte, agricultura orgânica, gestão integrada de resíduos sólidos e beneficiamento de frutas.
Compensação Ambiental – As atividades para o desenvolvimento das comunidades quilombolas integram os 38 planos e programas ambientais desenvolvidos pelo Ministério da Integração Nacional com vistas à minimização, à compensação e ao controle dos impactos ambientais provocados pela implantação e operação do Projeto São Francisco. Ao todo, os recursos para a compensação ambiental somam cerca de R$ 1 bilhão e vão trazer benefícios econômicos, sociais, científicos e ecológicos para as localidades da área de abrangência do empreendimento.
Em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o ministério investe na melhoria das condições de moradia dos quilombolas. Para isso, está prevista a construção de 328 casas. Até o momento, 228 famílias já trocaram as antigas moradias de taipa por outras de alvenaria. Dessas, 106 estão em Salgueiro, 47 em Mirandiba, 44 em Custódia e 31 em Cabrobó, municípios pernambucanos. Outras 18 casas estão em construção.
A arara azul de Dona Vera.
Por: Danizete Siqueira de Lima



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