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Crônica de Ademar Rafael: A palavra

A PALAVRA

 Em uma das suas participações em programas matinais de rádios no Pajeú o professor Saulo Gomes comentou sobre o poder da “palavra” principalmente quando  revestida de “sinceridade”, nosso diálogo de hoje será sobre a junção destes fatores que formam uma equação poderosa.

Antes permitam-me transcrever conceitos extraídos de sites de buscas, com auxílio da Inteligência Artificial – IA, sobre as duas variáveis. Começamos pelas com autoria indicada como ‘ditado popular/domínio público’:  “Palavras, leva-as o vento” – “Para bom entendedor, meia palavra basta” e “As ações são mais sinceras que as palavras.”. Agora transcrevo cada frase com seu autor: “As palavras verdadeiras não são agradáveis e as agradáveis não são verdadeiras – Lao-Tsé” – Os homens de poucas palavras são os melhores – William Shakespeare” – “A palavra é prata, o silêncio é ouro – “Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida – Provérbios árabe” – “Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal – Oscar Wilde” – A sinceridade e a generosidade se não forem temperadas com moderação conduzem infalivelmente à ruína – Tácito e “Embora a sinceridade, por ela mesma, não seja nada, ela é a condição de tudo – Michel Houellebecq”.

De posse dos enunciados acima cabe-nos refletir sobre a importância que devemos dar a cada “palavra” proferida em todo e qualquer ambiente, vinculando-a às nossas ações e sempre revestindo-a com “sinceridade”. Temos plena ciência que a palavra dita pode nos custar caro e que existem momentos que sugerem o silêncio.

Nesta época do “politicamente correto” da divulgação irresponsável de tudo em redes socias nunca devemos perder de vista os ditados populares que dizem: “Quem fala o que quer, ouve o que não quer” e “Quem fala demais dá bom dia a cavalo”. Mesmo quem possui o dom da palavra deve se policiar, todos nós estamos expostos quando falamos demais.

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