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Diogo Moraes destaca atuação para impedir que taxação antidumping sobre poliéster seja aplicada ao Polo de Confecções

O deputado estadual Diogo Moraes usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco, nesta terça-feira (05), para tranquilizar empresários, trabalhadores e lideranças do Polo de Confecções do Agreste pernambucano sobre um assunto que tem gerado questionamentos: a taxação antidumping sobre produtos de poliéster, matéria-prima essencial para a cadeia produtiva da região. O parlamentar reafirmou que o trabalho de articulação política junto ao Governo Federal, desenvolvido ao longo de mais de um ano, tem sido determinante para proteger os interesses do setor.

Em seu pronunciamento, Diogo Moraes destacou que a possibilidade de aplicação da tarifa antidumping chegou a ser incluída em pauta, mas foi retirada em outubro do ano passado, resultado direto da atuação contínua e diálogo com o Executivo Federal. Para o deputado, a retirada da pauta comprova que os esforços estão no caminho certo.
“Essa taxação antidumping não está por hora e não vai estar em nenhum momento sendo aplicada. Com a retirada de pauta lá em outubro, prova e mostra que nós estamos no caminho certo de proteger o nosso polo de confecções”, afirmou.

O deputado ressaltou o papel junto ao deputado federal Felipe Carreras (PSB), que tem conduzido pessoalmente as tratativas em Brasília. Carreras se encontrou com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Pereira, e com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, para reforçar a posição contrária à aplicação das medidas antidumping e ao possível aumento das alíquotas de importação sobre o poliéster. O presidente nacional do PSB e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, também atuou na pauta junto ao Governo Federal.

O Polo de Confecções do Agreste, que engloba municípios como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru, depende diretamente do poliéster importado para sustentar sua produção, gerar renda e manter milhares de empregos. A aplicação de tarifas antidumping encareceria os insumos e comprometeria a competitividade de micro e pequenas empresas que estruturam a economia regional.

Diogo Moraes ponderou que a medida antidumping, quando debatida, servia primordialmente para proteger poucas empresas nacionais produtoras de poliéster que, isoladamente, não têm capacidade de abastecer toda a demanda do mercado interno. Na avaliação do parlamentar, impor barreiras às importações nesses casos prejudica toda a cadeia produtiva, especialmente o setor de confecções que depende do acesso a insumos a preços competitivos.

Ao encerrar seu pronunciamento, o deputado garantiu: “Quero deixar o nosso polo de confecções tranquilo quanto a esta discussão da lei antidumping. Todo o trabalho que foi feito pelo Governo do Brasil, pelo Vice-Presidente Alckmin, pelo Presidente Lula, pelos ministros e pelos técnicos é para preservar regiões como esta, para preservar o trabalho do nosso povo e as indústrias brasileiras”.

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