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Inaldo Sampaio: a voz ética do jornalismo

Ontem – 11/09/25, primo, a política, o jornalismo, a música e a família se encontraram na mesma homenagem. Durante toda a solenidade, se constatava como o seu ecletismo motivou e contagiou profissionais do jornalismo, da política, da cultura, sobretudo sua família. Estávamos diante da sociedade pernambucana celebrando um Inaldo Sampaio multifacetado.

E eu, de cá, só consigo pensar que sua coluna continua escrita, soprada nas notas do sax, gravada na memória de todos que o amaram. Era impossível não se encantar: músico apaixonado, homem que sabia equilibrar trabalho, cultura e afeto com naturalidade. Tinhas um jeito único de (re)unir todos, de fazer cada um importante!

A iniciativa da Secretaria de Comunicação não apenas valoriza o legado de Inaldo, mas também reforça o compromisso de manter viva a memória de um profissional que soube servir com dialogicidade e responsividade à sociedade. Quanto orgulho e emoção ver seu nome eternizado e reconhecido em sua terra natal!

Nesse contexto, Itapetim se mostra conectada com uma comunicação humanística por essa justa homenagem, que não pertence apenas a Inaldo, mas também a todos aqueles que acreditam no jornalismo ético, na cultura como identidade e na política como instrumento de transformação social.

Nascido em São José do Egito, (onde a poesia nasce com o vento e se espalha pelas esquinas em forma de verso), no Sertão do Pajeú, foi um jornalista que marcou Pernambuco por sua competência, ética e sensibilidade. Inaldo escolheu a comunicação como caminho de vida, demonstrando desde cedo um olhar agudo, atento e analítico sobre a política, a cultura e a sociedade pernambucana.
Isso posto, deixou um legado que vai muito além das páginas dos jornais que assinou e dos microfones em que se destacou. Seu comentário político não apenas informava, mas ajudava o público a compreender os bastidores do poder com clareza e equilíbrio.

Mas, Inaldo não se limitava às palavras escritas. Saxofonista apaixonado, unia música e cultura à sua vida, participando ativamente de eventos culturais e das festas em família. Para ele, jornalismo, música e convivência humana eram caminhos interligados para compreender e transformar o mundo.

Com efeito, a memória de Inaldo Sampaio permanece viva, inspirando novos jornalistas, cidadãos e familiares. Sua ética, clareza e amor à palavra são lembranças que atravessam gerações, assim como seu sax que, em tom suave, ainda parece ecoar entre as páginas que ele escreveu e os corações que tocou.

Portanto, Inaldo deixou exemplo de que jornalismo sério, paixão pela cultura e compromisso com a família podem caminhar juntos. Pernambuco lembra e celebra sua voz, hoje silenciosa, mas eterna na história do jornalismo.

Eternas saudades, primo, Inaldo Sampaio!
Brim.

Patos, 11 de setembro de 2025

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