A FORÇA DA MUDANÇA
No dia 15.08.25 recebi com muita alegria um telefonema de Divaldo Salvador, empreendedor visionário mineiro radicado em Marabá-PA que descobriu cedo a importância da verticalização da cadeia do minério de ferro, para o desenvolvimento regional e agregação de valor. Conversamos sobre poesia, crônicas, “Ócio criativo” e mudança.
Hoje nossa reflexão será sobre esse processo que assusta e está presente em nossas vidas em diversos formatos. Existe verdade na frase de Veve Calazans e Nilton Alecrim “Pedra que muito se muda não cria limo jamais…” na letra “Pedra que não cria limo” gravada por Alcione e inspirada em “Pedra que muito rola não cria limo”, atribuída a Públio Siro, 85 – 43 a. C. e assim como em “A única constante na vida é a mudança” atribuída a Heráclito, séculos VI e V a. C. Tais verdades são identificadas em cada contexto. No caso dos compositores quando falam sobre quem muda de amor rotineiramente e no texto do filósofo quando assegura a certeza das mudanças.
Sou, sem qualquer dúvida, um exemplo claro da força da mudança. Em minhas atividades laborais passei por duas dezenas de cidades, seis estados e quatro das cinco regiões brasileiras. Em cada localidade busquei, e consegui na maioria da vezes, mesclar os saberes anteriores com os novos saberes e com o reforço da massa crítica tomar decisões assertivas. Nessa empreitada contei com a habilidade de adaptação, respeito pelos valores cultuais de cada região onde estava e a certeza que podemos melhorar em cada mudança. Mudar sem extrair da mudança os benefícios é perda de energia.
O imobilismo e a inércia servem apenas na hora que buscarmos recarregar as baterias para um novo deslocamento. A frequência das mudanças pode ser dosada com nossa capacidade. Portanto, saibamos colher os frutos cujas sementes foram semeadas pelos que nos antecederam e tenhamos capacidade de semearmos para os que virão depois da nossa passagem.



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