Líder do governo na Assembleia Legislativa (Alepe), o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) vem seguindo à risca o discurso do seu partido, de que é preciso avançar, embora reconheça que as conquistas nos últimos anos sejam significativas para o povo brasileiro. À Rádio Folha FM 96,7, o parlamentar disse ontem que a agenda do PSB “é uma agenda de avançar, de ir daqui para frente e de quebrar o antagonismo”.
“Essa coisa, também, que o PSDB representou durante muito tempo, de ser contra tudo, não (deve ser assim). O que houve de avanço, aí, foram passos significativos, importantíssimos na melhoria da qualidade de vida do brasileiro. De tal maneira que precisamos preservar. Mas, precisamos avançar mais ainda”, cravou o socialista engrossando o coro do presidente nacional da legenda, o governador Eduardo Campos, e as peças para TV e Rádio da sigla, que sempre têm fortalecido o pensamento de que é preciso fazer “mais, melhor e bem feito”.
Borges vê campo, sobretudo, no debate econômico, para o crescimento do PSB. Nessa área, o deputado enxerga a necessidade de uma discussão, que já vem sendo feita por Eduardo, mais profunda. “O Brasil, há alguns anos, viveu um ‘boom’ econômico, em boa medida, provocado pela crescente demanda que vinha, sobretudo, de países como a China, que cresciam em taxas elevadíssimas e que geravam uma demanda muito grande no mundo todo. A China hoje não vive esse momento e isso repercute no nosso nível de produção” disse.
Waldemar destacou que a atual situação da economia global obriga o País a ter que ampliar a produção e a produtividade para, com isso, se inserir no mercado globalizado. “Esse é um enfoque que tem que ser visto para que a gente se posicione diante dele e encaminhe a economia de maneira a dar resposta”.



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