PARA A DIVINAS DIVAS
Na data de ontem, oito de março, foi comemorado mais um Dia Internacional da Mulher. Referido esta data é revestida de rico simbolismo representado pelas lutas das mulheres em busca de igualdade, melhores condições de trabalho, dignidade, respeito e direitos de fazer escolhas alinhadas com seus interesses. A greve “Pão e paz” deflagrada na Rússia em 1917 e outros movimentos encabeçados por mulheres sevem como referência. A luta segue, as barreiras a serem superadas são inúmeras, os alarmantes números de feminicídio no mundo são assustadores.
A administradora Amalia Sina, em “Mulher e trabalho” esmiuça ’O desafio de conciliar diferentes papéis na sociedade’. Da quarta capa de referida obra transcrevo a percepção de três mulheres servem sobre o tema abordado no livro: A artista plástica Sonia Menna Barreto afirma: “Como mulher atuante em um ‘metier’ masculino, sei das dificuldades em abrir caminhos e ser vista como alguém que faz da arte uma profissão e um negócio” – A Personal Trainer Clóe Celentano diz: “A mulher chega como uma ‘bomba de flores’ no ambiente corporativo e percebe que com seu trabalho é capaz de realizar os mais profundos desejos. Trabalhar foi uma das maneiras que eu encontrei para demonstrar os meus valores e princípios voltados à ética.” e a Advogada Carolina Esteves Perotti sentencia: “Equilíbrio é a palavra-chave para a mulher que pretende realizar-se no mundo jurídico ou em qualquer outro meio profissional. Sem deixar de lado a sensibilidade inerente à natureza feminina, deve transitar com firmeza no mais sisudo ambiente de trabalho. Eis aí um dos paradoxos que nós mulheres enfrentamos diariamente.”
A adoentada sociedade mundial precisa ver a causa feminina sem preconceito. O movimento feminista necessita ser olhado como uma ação coletiva que sugere abertura de espaço para um convívio saudável, sem
predominância de ninguém, principalmente quando baseado no sexo ou no cargo exercido na família, nas organizações e nos demais meios de relacionamento humano. Essa luta não é apenas delas é de todos nós.


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