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Danilo aciona STF para quebra de sigilo de reuniões de Bolsonaro com pastores envolvidos em corrupção no MEC

Para o deputado federal Danilo Cabral, a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro deixa evidente que a gestão da educação de Bolsonaro não é apenas um vazio de ideias, “é também resultado do assalto aos cofres públicos promovido por esse desgoverno”. O parlamentar encaminhará um ofício para o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, pedindo o imediato julgamento de uma ação do PSB, pedindo a quebra do sigilo imposto pelo governo à lista de pastores envolvidos em supostos pedidos de propina para liberação de verbas do Ministério da Educação.

Danilo lembra que, em gravação, o ex-ministro afirmou que recebia os pastores atendendo a uma ordem direta de Bolsonaro e que, diante da pressão da opinião pública, o presidente colocou sigilo de cem anos sobre as dezenas de reuniões que ele teve com esses pastores. O PSB, então, acionou o STF (ADPF 961) para que o sigilo imposto pelo governo à lista de pastores envolvidos em supostos pedidos de propina para liberação de verbas do MEC — que foram recebidos por Bolsonaro — seja quebrado. A ação está nas mãos do ministro André Mendonça.

“Com as prisões de Milton Ribeiro e do pastor, realizadas hoje (22) pela Polícia Federal, torna-se evidente que o sigilo colocado sobre as reuniões não é apenas ilegal, configura-se, na verdade, como obstrução à justiça. Por isso, estou encaminhando ofício ao ministro André Mendonça e ao presidente do STF, Luiz Fux, pedindo o imediato julgamento de nossa ADPF”, afirma Danilo.

Danilo defende também que haja uma rigorosa apuração das denúncias pelo Congresso Nacional. “O povo brasileiro se recorda das denúncias de que ele estava trocando o futuro dos jovens do Brasil por barras de ouro. Bolsonaro desmontou a educação pública do Brasil, não apresentou uma política estratégica para o futuro do Brasil e, agora, está efetivamente envolvido no mar de lama na educação”, critica.


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