Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia
Afogados da Ingazeira ganha mais um site, É Gooool, do parceiro, radialista e escritor Celso Brandão, o site é exclusivamente voltado a diversas modalidades de esporte. Para acessar o site o endereço é: www.egooool.com.br
O crescimento desordenado, que expõem em risco itens como a qualidade de vida e a natureza. O tema tem gerado muita preocupação a gestores da região do Pajeú e se tornou motivo de debates entre o poder público e o judiciário. A situação é preocupante na cidade de Itapetim..
De acordo com o prefeito Arquimedes Machado-foto (PSB), todos os loteamentos com terrenos a venda em Itapetim apresentam irregularidades e não possuem registro junto a Prefeitura.
O prefeito alerta que possíveis compradores não poderão ter expedido o alvará de construção ou edificação podendo ter a obra interditada, conforme exigência do Ministério Público de Pernambuco. (Foto: Júnior Finfa)
Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) feito a partir de dados do Tesouro Nacional e dos ministérios aponta que 96,4% de 5.563 municípios do país estão, este mês, inaptos a fazer convênios com o governo federal. Por conta disso, apenas 200 cidades em todo o Brasil podem receber verbas de transferências voluntárias. É dinheiro que pode ser usado, por exemplo, para reformar e ampliar postos de saúde, para obras de dragagem e pavimentação e até para construção de equipamentos de lazer e reformas de escolas e creches.
Segundo a CNM, as cidades inaptas têm restrição no Cadastro Único de Convênios (CAUC), uma espécie de Serasa das prefeituras. Em sete estados — Alagoas, Piauí, Amazonas, Amapá, Maranhão, Roraima e Sergipe —, todos os municípios estão inadimplentes. Rio Grande do Sul, que no levantamento aparece como sendo o estado com menos cidades com pendências, ainda assim tem 89,5% dos municípios inaptos. No Rio, apenas Natividade e Niterói estão aptos.
Estamos monitorando o CAUC desde janeiro e houve um aumento grande de inadimplência entre março e abril. Eram 4.042 cidades inaptas no mês passado. Essas que entraram agora vão parar de receber os repasses dos convênios que têm. São obras que acabam paralisadas — diz Paulo Ziulkoski, presidente da CNM:
Uma parte do problema se deve à falta de capacidade técnica, mas os municípios chegaram ao fundo do poço muito porque o governo oferece os programas, os prefeitos aceitam e depois não têm como arcar com a manutenção. O ProInfância, que é para construir e reformar creches, é importante. Mas o governo federal faz o prédio e depois cada criança matriculada custa entre R$ 700 e R$ 800. Daí, a prefeitura recebe pouco mais de R$ 250 por aluno. Para mantê-los, o prefeito deixa de pagar a Previdência, não aplica a renda mínima em Saúde e em Educação e acaba com pendência no CAUC.(Jornal o Globo)









