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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

Presidente da CCJ rechaça PL que reduz penas de Bolsonaro

Senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, afirmou que o texto do PL da Dosimetria — do jeito que está — “não tem a menor chance de passar na CCJ”.

Em uma semana decisiva para o Congresso Nacional, às vésperas do recesso parlamentar, o senador, ouvido pelo blog, disse que este é um projeto pró-facção, que os parlamentares perderam a cerimônia e chamou de “absurdo” um projeto nesses termos estar sendo discutido.

Alencar ainda disse que, para ele, as pessoas de interesse público que estão apoiando a proposta, não viram, não leram e não estão sabendo do que se trata o texto.

Resultado de um acordão feito na segunda (8) entre Câmara dos Deputados, Senado, setores do Supremo Tribunal Federal (STF) e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL da Dosimetria foi aprovado no plenário da Câmara na última quarta (10) com 291 votos a favor e 148 votos contra.

O texto propõe a aplicação da pena do crime mais grave aumentada até metade. Com isso, por exemplo, a pena do Bolsonaro mudaria de 27 anos e três meses para 24 anos e 10 meses.

Este é um PL apoiado pela ala bolsonarista, que tinha como objetivo inicialaprovar a anistia para Jair Bolsonaro, condenado na trama golpista, e outros envolvidos no 8 de janeiro.

A proposta foi aceita pelos apoiadores do ex-presidente, depois que os líderes do Centrão colocaram na mesa para Flávio Bolsonaro que anistia estava fora de questão e que “era pegar ou largar” a dosimetria. E eles pegaram.

Crônica de Ademar Rafael

FUGA SAUDÁVEL

Em recentes pesquisas que fiz para elaboração de uma apostila sobre doenças do trabalho abordadas em curso ministrado no Programa Jovem Aprendiz do SENAR-PB, módulo “EDUCAÇÃO SOCIOEMOCIONAL, SAÚDE E BEM-ESTAR”, encontrei textos que vinculam muitas dessas doenças aos ambientes e a pessoas tóxicas.

A pergunta a ser respondida é: “Podemos nos livrar de ambientes laborais e pessoas que nos causam mal e provocam doenças psicossomáticas?” Eu afirmo com segurança que pode ser difícil mas não é impossível. Pode ter custo financeiro e social, contudo, a saúde sendo colocada em primeiro plano o caminhos existem.

Entre as diversas histórias de domínio público tem a que nos conta a lenda da águia e do corvo. Em resumo esta lenda nos narra que a “única ave que ousa atacar a águia é o corvo e o faz pousando sobre suas costas de onde bica o pescoço da águia em processo repetitivo e irritante. A água ao ser atacada não revida, não gasta energia para atacar o seu torturador, sua reação é voar mais alto e alcançar alturas nas quais o corvo não consegue voar em função de ser incapaz de suportar grandes altitudes.”

Percebam a principal lição que podemos extrair da ação praticada pela águia é que em lugar de revidar a agressão ela se coloca em um patamar onde seu agressor não sobrevive, isto é, ela se eleva não se rebaixa ao nível do corvo. Assim também podemos agir para fugir de ambientes e de pessoas tóxicas, muitas vezes optamos pelo enfrentamento pela devolução das agressões recebidas. Estas opções além de agravar a situação causam-nos doenças.

O ideal para sairmos de locais tóxicos e não convivermos com pessoas tóxicas é praticarmos a política da não violência elevando os níveis da nossa serenidade, do nosso amor próprio e da nossa sabedoria. A fuga saudável é possível, precisamos colocá-la em prática

Os arautos do mercado no setor elétrico brasileiro

*Por: Heitor Scalambrini Costa
“ Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”
“Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores”, música de Geraldo Vandré

Uma das lendas que ainda persistem em nosso país é a ideia que o setor privado é naturalmente superior, ou mais eficiente, que o setor público. Para refutar tal colocação é necessário analisar a complexidade e os fatores que levam a esta assertiva. A primeira distinção consiste nos objetivos distintos que movem estes setores.

O setor privado visa primordialmente o lucro e a geração de valor (criação de riqueza) para os acionistas, enquanto o setor público o foco principal é o interesse social, a equidade e o atendimento das necessidades da população. ­­­

Comparar a eficiência de ambos sem considerar esses diferentes fins é, muitas vezes, incompleto e enganoso, e leva a situações em que setores como saúde, educação, saneamento, segurança pública, além de bens essenciais à vida, como água, energia são repassados ao controle privado.

No final da década de 80 do século passado com o objetivo propagandeado de ajudar países latino-americanos a retomarem o caminho do crescimento, um conjunto de ideias econômicas foram propostas para combater a crise da dívida e a hiperinflação na América Latina, como o controle fiscal, a abertura comercial e financeira, e a privatização. Tais recomendações de políticas neoliberais foram baseadas nos ideais do FMI, do Banco Mundial e do Departamento do Tesouro dos EUA.

O que ficou conhecido como o Consenso de Washington, o liberalismo econômico da época, defendia a mínima intervenção estatal na economia, com o mercado se autorregulando pela lei da oferta e da procura. Afirmavam que a liberdade individual e econômica levaria a mais investimentos e empregos, e a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Na comunidade europeia a política de liberalização do mercado levou a privatizações das empresas de energia elétrica. No entanto, não houve um modelo único e uniforme para todos os países do bloco, coexistindo empresas privatizadas e estatais. Todavia a tendência recente em alguns países tem sido a reestatização. O caso mais emblemático é o da França, que em 2022 o governo anunciou a reestatização da sua maior companhia elétrica, Électricité de France (EDF), justificando a necessidade de garantir a soberania energética do país, e enfrentar a crise energética

As reformas neoliberais da década de 1990 no Brasil estão inseridas no contexto das liberalizações promovidas em virtude do processo de globalização, em que a dinâmica do capitalismo – vinculada à expansão do capital financeiro – levou à redução dos estados nacionais. Nesse sentido, o setor elétrico brasileiro seguiu exemplarmente o processo de privatização, adotado como política de Estado durante as duas gestões do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), planejado levando em consideração apenas questões econômico-financeiras, relegando a segundo plano questões de atendimento à população. O resultado foi problemas para a cidadania e mesmo, dificuldades de abastecimento, além dos valores abusivos das tarifas cobradas, colocando em risco a situação financeira das famílias, principalmente aquelas de baixa renda, a maioria da população.

O liberalismo da política econômica aplicado ao setor elétrico propôs a reestruturação do setor, quebrando monopólios e introduzindo o que chamavam de concorrência, com a separação das atividades de geração, transmissão e distribuição de energia. O objetivo apregoado era de promover a eficiência econômica, à inovação, e como afirmavam os neoliberais, oferecer mais opções e estimular o protagonismo do consumidor. A liberalização, segundo seus defensores, buscava atingir ganhos de eficiência através da competição e do investimento de agentes privados, resultando na modicidade tarifária e na melhoria da qualidade dos serviços prestados.

Passados 30 anos desde o início da privatização, iniciado pelas distribuidoras, o fiasco e a decepção são evidentes e frustrantes para o consumidor. A eficiência, os investimentos prometidos, a concorrência e a inovação, resultando na diminuição de custos, e a redução das tarifas para o consumidor, não aconteceram. Ao contrário, as tarifas aumentaram e os serviços prestados despencaram. E coube ao consumidor simplesmente ser um mero observador, ao mesmo tempo arcar com os aumentos na tarifa bem superior à inflação. Foram enganados, ludibriados.

O processo de privatização resultou na demissão de pessoal das empresas, na queda nos investimentos, e na manutenção do sistema, com as despesas sendo superadas pela busca por lucros a curto prazo. O “desmonte” do setor estatal ocorreu, com decisões que favoreceram interesses privados em detrimento da base técnica. A desnacionalização do setor e a perda do protagonismo estatal provocaram a perda da soberania energética e hídrica do país, especialmente em um contexto de mudanças climáticas, tecnológicas e de desafios no planejamento e na segurança do funcionamento do sistema.

A separação das atividades de geração, transmissão, distribuição e comercialização com diferentes agentes privados e públicos atuando, introduziu um desarranjo no sistema, rompendo com a integração vertical tradicional. E foram verificados problemas de coordenação e governança fragmentada, e pelos interesses específicos de cada atividade. O que levou a problemas frequentes que afetaram diretamente o consumidor, quer pelo rebaixamento da qualidade dos serviços oferecidos, quer pelas escandalosas tarifas cobradas.

Os mensageiros das soluções de mercado no setor elétrico se locupletaram nestes 30 anos pós-privatização. A partir da lógica liberalizante/mercantil, o setor se compromete com o pagamento dos acionistas privados e de seus gerentes, as custas do bem-estar da sociedade brasileira e de nossa soberania. Enquanto a população contribui significativamente para a transferência de renda para as grandes corporações transnacionais, provocando o empobrecimento da população.

Ao longo deste período de mercantilização da energia elétrica, a atuação dos lobbies pulverizados, atuando na esfera do Ministério de Minas e Energia (MME) e no Congresso Nacional (CN) na defesa de vários interesses, muito deles antagônicos, cresceu intensamente, causando um desequilíbrio de poder entre o Estado, as empresas e o mercado. Particularmente pelos inúmeros lobbies atuando tanto no MME, como no CN, buscando benefícios pontuais, e contribuindo para a desorganização do arcabouço regulatório do setor e de sua governança.

A partir de 2025, começa a findar a vigência, estipulada em 30 anos, dos contratos de concessão dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica. Entre 2025 e 2031, 20 contratos de distintas concessionárias chegam ao fim. E é prerrogativa do poder concedente, o MME, decidir se prorroga ou não essas concessões.

A decisão tomada pelo governo federal foi pela prorrogação por mais 30 anos, podendo mesmo ser solicitada a prorrogação contratual antecipada. Em 21 de junho de 2024, foi publicado o Decreto no 12.068, que estabeleceu mudanças pontuais, e definiu diretrizes similares às já existentes nos contratos de concessão inicial, que foram violados sistematicamente pelas concessionárias. Sem dúvida com a atual decisão governamental as distribuidoras de energia elétrica continuarão penalizando o povo brasileiro, seguindo como um dos principais algozes do consumidor, e da economia nacional.

Neste sentido é urgente e necessário a reestatização do setor elétrico, iniciando pela distribuição, e assim promover justiça, bem-estar social e o desenvolvimento sustentável. Nada custaria aos cofres do tesouro nacional, pois os contratos estariam finalizados, e não haveria nem prorrogação, nem nova licitação. Os bens reversíveis, envolvendo ativos como imóveis, equipamentos e a infraestrutura seriam devolvidos ao patrimônio do Estado, titular do serviço.

Setor elétrico. Reestatização Já!!!!

*Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Avante Pernambuco

Por Waldemar Oliveira

Pernambuco vive um momento importante talvez um dos mais decisivos de sua história recente. Depois de anos desafiadores, o estado começa a experimentar uma retomada consistente do crescimento econômico, com geração de empregos, novos investimentos em infraestrutura e avanços relevantes nas áreas sociais. Essa combinação não é fruto do acaso, mas do esforço conjunto de instituições, lideranças políticas, iniciativa privada e da própria sociedade.

Também temos plena consciência do papel que nos cabe nesse processo. Temos feito a nossa parte. Só através do nosso mandato, mais de R$ 300 milhões em emendas e obras do Governo Federal, as quais foram destinadas para áreas essenciais, levando recursos para obras, equipamentos agrícolas, serviços, assistência à saúde, políticas públicas que fazem diferença direta ou indiretamente na vida das pessoas. Da mesma forma, temos apoiado a governadora e o Governo do Estado em tudo o que é importante para Pernambuco, sempre colocando o interesse coletivo acima de qualquer disputa política.

Temos, inclusive, muito orgulho de integrar a gestão estadual, contribuindo com trabalho, dedicação e compromisso para que o estado avance em cada área onde há necessidade. Servir a Pernambuco é uma honra, mas também é um dever e esse dever não é apenas nosso. É coletivo. É de todos que acreditam no potencial do estado e entendem que o desenvolvimento sustentável só se consolida quando há união, responsabilidade e continuidade.

É assim que o Avante enxerga o futuro de Pernambuco: um futuro que precisa seguir em frente, com mais diálogo, mais cooperação e mais trabalho. Porque Pernambuco só alcançará todo o seu potencial quando cada um fizer a sua parte e quando todos caminharem juntos.

Conselho Pleno do TJPE homologa, por aclamação, lista trípice para o TRE/PE

Nomes dos três advogados já inscritos são confirmados em sessão pública do Tribunal Pleno

Em sessão realizada nesta data, o Conselho Pleno do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) homologou, por aclamação dos Desembargadores presentes, os três nomes que compõem a lista tríplice destinada ao preenchimento do cargo de Desembargador Eleitoral Efetivo do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE), conforme previsto no edital que rege o processo.

A homologação confirma oficialmente a lista já formada, encerrando a etapa interna do Tribunal de Justiça. A partir de agora, nos termos constitucionais, a escolha final caberá ao Presidente da República, dentre os três nomes homologados.

Durante a sessão, houve pronunciamento em plenário de Desembargador integrante do colegiado, registrando considerações institucionais acerca da trajetória profissional de uma das integrantes da lista, a advogada Hérica de Kássia Nunes de Brito, Presidente da OAB Subseccional de São José do Egito.

Hérica destacou o significado institucional do momento: “Recebo a homologação da lista com serenidade, respeito e profundo senso de responsabilidade. Trata-se de um ato do Tribunal, fruto de um processo público e republicano, que honra a advocacia e fortalece a democracia.”

Para a OAB Subseccional de São José do Egito, a homologação representa um marco histórico: pela primeira vez, uma advogada do Sertão do Pajeú integra oficialmente uma lista tríplice destinada ao TRE/PE, ampliando a representatividade da advocacia interiorana nos espaços de decisão da Justiça Eleitoral.

Encerrada esta etapa, o processo segue seu curso constitucional, aguardando a definição da autoridade competente para a escolha final.

MINUTO COM FINFA – Marconi Santana promove 15ª Confraternização da Imprensa do Pajeú

A 15ª Confraternização da Imprensa do Pajeú, realizada em Flores, reafirmou seu papel como um evento crucial para a valorização do jornalismo regional, reunindo profissionais em uma cerimônia marcada por emoção e reconhecimento. Idealizada e promovida por Marconi Martins Santana, a iniciativa destacou-se pela organização e pelo acolhimento, evidenciando o profundo respeito dedicado à imprensa local. O encontro transcendeu o caráter festivo, estabelecendo-se como um ato de reconhecimento formal ao trabalho essencial que a comunicação desempenha na edificação da cidadania e da democracia no Sertão. Marconi Santana consolidou-se, nesta edição, como uma figura central no estímulo e suporte à imprensa, defendendo um jornalismo livre, responsável e comprometido com a verdade. O ponto alto do evento foi a entrega de lembranças e de um troféu de reconhecimento, símbolos de mérito que sublinham o valor e a excelência do trabalho jornalístico na região.

Senador Dueire participa da última assembleia do ano do Coniape nesta segunda

O senador Fernando Dueire participa, nesta segunda-feira (15), em Caruaru, da última assembleia geral de 2025 do Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano (Coniape), entidade que reúne 44 municípios das regiões do Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife.

Reconhecido por sua atuação municipalista no Senado Federal, Dueire atende a convite feito pessoalmente pelo presidente do Conselho do Coniape e prefeito de São Caetano, Josafá Almeida, parceiro do senador e liderança municipal que representa os interesses dos prefeitos consorciados.

O Coniape é um dos maiores consórcios públicos de Pernambuco e atua de forma integrada em áreas como saúde, educação, gestão pública e fortalecimento institucional dos municípios, promovendo ações conjuntas que ampliam a eficiência administrativa e reduzem custos para as prefeituras.

A presença do senador na assembleia reforça a caminhada conjunta entre o mandato de Dueire no Senado e os prefeitos pernambucanos, especialmente aqueles que integram o consórcio, consolidando uma relação de diálogo permanente e cooperação institucional. “A política se faz perto das pessoas e dos municípios. Estar junto dos prefeitos do Coniape é reafirmar o compromisso de um mandato municipalista, que escuta quem está na ponta e trabalha no Senado para fortalecer as cidades de Pernambuco. Essa caminhada é coletiva, construída com diálogo, parceria e resultados”, afirmou Dueire.

Simão Durando destaca redução das filas na saúde após mutirão com 22 mil atendimentos em Petrolina

Petrolina registrou mais de 22 mil novos atendimentos na área da saúde básica na última semana. O volume expressivo é resultado de um pacote de ações da saúde, com uma ampla mobilização que garantiu a oferta de consultas, exames e cirurgias, com impacto direto na redução das filas de espera.

O prefeito Simão Durando avaliou a grande mobilização como um avanço de impacto para a atenção básica. O mutirão teve mais R$ 4 milhões em investimentos e atuou em diversas comunidades petrolinenses. “Foi uma megaoperação voltada principalmente para a população que mais precisa da saúde básica gratuita. Tivemos uma redução significativa nas filas com mais de 22 mil consultas, exames e cirurgias. São números que mostram que vale a pena planejar, investir e executar com foco em resultado. O mais importante é que esses atendimentos chegaram à população que precisa do nosso sistema público”, afirmou.

Dentro do pacote da saúde, o mutirão oftalmológico, encerrado neste domingo (14), realizou quase 6 mil procedimentos, entre consultas, exames, cirurgias de catarata, Yag-laser (limpeza de lentes) e revisões. Para muitos pacientes, a iniciativa significou recuperar a autonomia e melhorar a qualidade de vida.

Entre os atendidos está Benta Rezende, moradora do bairro São Gonçalo, que realizou a cirurgia de catarata neste final de semana. Ela já havia feito o procedimento em um dos olhos no ano passado e agora conseguiu concluir o tratamento. “Esse cuidado é muito importante, porque tem muita gente precisando. Voltar a enxergar melhor é uma dádiva. Sou muito grata ao prefeito por essa ação”, afirmou.

O mutirão de exames laboratoriais contabilizou mais de 15 mil procedimentos realizados somente neste final de semana, com atendimento em unidades da zona urbana e rural. Já o mutirão de exames de imagem garantiu atendimento a cerca de 1.500 pessoas, com ressonância magnética e tomografia realizados em horários ampliados, acelerando diagnósticos e encaminhamentos.

Ao comentar o impacto do pacote da saúde, Simão Durando ressaltou o significado dos números para a vida das pessoas. “Quando a gente vê esse volume de atendimentos, fica claro que o esforço valeu a pena. São pessoas que voltaram a enxergar a ter seu exame realizado e que tiveram um diagnóstico mais rápido. Isso é muito gratificante”, afirmou o prefeito.

Coluna do Finfa

Vereador espera resposta da Prefeitura de Afogados da Ingazeira – Em conversa agora há pouco com este blogueiro, o vereador Zé Negão, afirmou que a arrecadação da taxa de iluminação pública realizada pela Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, além de ser exorbitante, não tem transparência de informação para com a Câmara de Vereadores, e ao mesmo tempo são negadas as informações pedidas pelo próprio vereador. Segundo Zé Negão, são arrecadadas quase R$ 3 milhões anual sem que o gestor Sandrinho Palmeira, diga com que foram gastos estes valores. “Eu pedi informações durante a sessão na Câmara, do levantamento contábil de 2015 a 2025, e solicitei também sobre uma tal de emenda do Código Tributário que segundo a Procuradoria da Prefeitura, existe legalização, para com a cobrança da taxa de iluminação dos moradores da zona rural. Queria saber quem são os vereadores que anteriormente votaram a favor da emenda, isentando a cobrança dessa taxa de iluminação. No Portal Tome Conta até outubro/2025, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira, já arrecadou R$ 2.287.678,24, chegando ao final quase R$ 3 milhões arrecadados”. Para onde vai esse dinheiro, estou esperando a informação da Prefeitura Municipal, onde tem se gastado esse dinheiro? Com a palavra o Governo Municipal, disse Zé Negão.

Menção honrosa – A Gerente da X Gerência Regional de Saúde (GERES) com sede em Afogados da Ingazeira, em Pernambuco, Mary Delanea, recebeu na semana passada, a menção honrosa da Secretaria Estadual de Saúde pelo trabalho realizado em 2025, agradeço o apoio de toda a equipe do governo. “Ter a X GERES entre as regionais que zeraram as filas de ressonância, tomografia e densitometria óssea é um orgulho imenso. Esse resultado é fruto do esforço coletivo e da dedicação de toda equipe da secretaria executiva de regulação em saúde e da nossa equipe da X GERES em especial a equipe de regulação regional. Agradeço de coração a cada profissional da X GERES. Esta honraria nos fortalece e nos inspira a seguir cuidando da nossa população com ainda mais compromisso”, escreveu Mary nas suas redes sociais.

Confraternização – O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana, reuniu na noite da última sexta-feira (12) profissionais da imprensa para comemorar a 15ª Confraternização da Imprensa do Pajeú, evento já tradicional no calendário da comunicação regional, na Casa de Recepções 16 de Março. O evento foi bastante prestigiado por colegas de vários cidades do Pajeú e outras regiões, agradeço ao amigo Marconi Santana e sua esposa Lucila Santana, pela recepção.

Agenda – Nesta segunda-feira (15), às 9 horas, a governadora Raquel Lyra estará presente no Seminário de Educação de Pernambuco, que reunirá especialistas e servidores para discutir os principais avanços e desafios da educação no Estado. O tema do encontro, promovido pela Secretaria Estadual de Educação (SEE), será: “Educação, mudança e transformação: projetando as metas e desenhando o futuro”. Às 15 horas, a chefe do Executivo segue para a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), para comandar a solenidade de formatura de 171 concluintes 2025 do Ensino Médio Integral – Itinerário da Formação Técnica e Profissional, desenvolvido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Esta é a primeira turma do modelo de ensino médio integral nas Escolas de Referência em Ensino Médio, em que a formação geral básica é integrada aos itinerários formativos de caráter técnico-profissional.

Balanço recentro – Nesta segunda-feira (15), o Gabinete do Centro do Recife vai realizar balanço de suas atividades de 2025, às 10h, no Paço do Frevo, no Recife Antigo. Durante o evento, além dos resultados, também serão apresentadas as perspectivas e os projetos estruturantes que seguirão em curso em 2026.Ao final da apresentação, serão entregues placas de referência aos proprietários dos 24 imóveis que finalizaram suas obras de requalificação e estão sendo contemplados com os benefícios fiscais da Lei do Recentro.

Participou – A deputada federal Maria Arraes participou, neste domingo (14), de uma mobilização realizada na Rua da Aurora, no Recife, contra o Projeto de Lei da Dosimetria. A proposta, aprovada na última quarta-feira (10) pela Câmara dos Deputados, reduz as penas de condenados pelos atentados contra a democracia ocorridos em 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Não vamos aceitar absurdos como reduzir penas ou anistiar quem tentou contra a nossa democracia. A democracia não é moeda de troca, e a vontade do povo não pode ser tratada com desprezo. Esperamos que o Senado derrube esse PL”, afirmou a deputada.

Expoita – A cidade de Itapetim, de 19 a 21 de dezembro, realiza a primeira edição da Expoita, exposição de caprinos e ovinos. Um evento importante que chega para fortalecer e incentivar nossos criadores, além de movimentar a economia do nosso município, que na Rua Juvino de Sousa Lima, em frente à Diretoria de Juventude e Empreendedorismo, ao lado da Academia da Saúde. Em contato com este blogueiro a prefeita Aline Karina, disse que durante os três dias de exposição, haverá palestras, além de apresentações artísticas e culturais. A Expoita é promovida pelo Governo Municipal, través da Diretoria de Juventude e Empreendedorismo, em parceria com a Câmara de Vereadores, o Sicoob, SEBRAE, Ina Rações, Nutria Nutrição Animal e Sertão On-line.

Disse – Um governista afogadense, em conversa com este blogueiro, comentou sobre a iluminação natalina realizada pela Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira. “Sem novidades, uma mesmice, sinceramente vemos outras cidades com um porte menor do que Afogados inovando, aqui a ornamentação é de vários anos atrás, a mesma coisa, tem ornamentação que está perto de se aposentar. Esse ano na entrada da Avenida Rio Branco fizeram um portal que parece mais uma entrada de circo”, afirmou o governista.

Frase – “A oposição está fazendo o papel deles, se eu fosse oposição estava fazendo muito mais do que eles estão fazendo hoje”. (Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, acabou de dizer na Rádio Pajeú, com os radialistas Juliana Lima e Aldo Vidal)

Perguntar não ofende – A governadora Raquel Lyra estará ainda esta semana no Pajeú e Moxotó?

 

Caso Jandyson: Prazo para alegações começa a valer hoje

O prazo passa a contar a partir da data de publicação da ata da audiência de instrução no Diário Oficial do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), ocorrida nesta segunda-feira. Embora o diário tenha sido disponibilizado na sexta-feira (12), a edição é oficialmente datada de 15 de dezembro de 2025, marco que dá início à contagem do prazo processual.

Conforme despacho do juiz eleitoral Osvaldo Teles Lôbo Júnior, as partes devem apresentar as alegações finais por meio de memoriais, em prazo comum de dois dias úteis, nos termos do artigo 22, inciso X, da Lei Complementar nº 64/1990. Encerrado esse prazo, os autos serão encaminhados ao Ministério Público Eleitoral, que também terá dois dias úteis para emissão de parecer.

Após a manifestação do Ministério Público, o processo será concluso para sentença.

São investigados Jandyson Henrique, ex-secretário de Finanças detido em flagrante às vésperas da eleição de 2024 com R$ 35 mil em espécie e centenas de tickets de combustível; o prefeito Sandrinho Palmeira; e o vice-prefeito Daniel Valadares.