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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

DUPLA É PRESA COM GRANDE CARGA DE EXPLOSIVOS NO SERTÃO DA PARAÍBA

Dois homens foram presos com uma grande quantidade de material explosivo neste domingo (2), em Santa Luzia, município do Sertão paraibano. A Polícia Militar acredita que a dupla planejava roubar uma agência bancária da região na madrugada desta segunda-feira (3). Os detidos, um vendedor de 31 anos e um ex-presidiário de 24, foram encaminhados para o Presídio Regional de Patos.

Com eles, foram apreendidas 18 bananas de dinamite, uma escopeta calibre 12 com 17 cartuchos de munição, uma caixa com grampos, toucas, alavancas, dois celulares, duas espoletas para dinamite, cerca de R$ 200 em espécie e o veículo utilizado pelos suspeitos.

Segundo a Polícia Militar, a dupla foi presa em uma barreira policial na entrada de Santa Luzia, após uma perseguição iniciada em Patos. Uma denúncia anônima levou os policiais a seguirem um veiculo Toyota Corolla, de cor prata, que estava em posse dos dois homens.

Ainda de acordo com a Polícia, a dupla transitava no bairro do Jatobá, em Patos, Sertão paraibano, quando começou a ser seguida por uma guarnição do 3º Batalhão da Polícia Militar. Por volta de 16h30 (horário local), seguiram com destino a Santa Luzia.

Em depoimento, os homens confessaram apenas que estavam transportando o material até a cidade de Juazeirinho, onde receberiam R$ 5 mil pela entrega dos produtos a um desconhecido. A Polícia ainda não conseguiu rastrear a origem dos explosivos.

ARMANDO: “TEMOS QUE RESOLVER AS CONTRADIÇÕES FEDERATIVAS E AVANÇAR”

O seminário Guerra fiscal: momentos de decisão, organizado pela InterNews, em São Paulo, reuniu nesta segunda-feira (03) o senador Armando Monteiro, o ministro Gilmar Mendes e o economista Bernard Appy – entre outros convidados -, em debate com selecionada platéia sobre a reforma do sistema tributário brasileiro. Titular da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado, Armando Monteiro voltou a priorizar em sua fala – como fez em outras ocasiões em que discutiu o tema – a necessidade de uniformização do ICMS, mas ressaltou que caminhar para uma alíquota única dependerá de uma série de condições.

Primeiro, a existência de um período adequado de transição, que terá de ser de no mínimo 08 anos; segundo, deverá haver um fundo de compensação fiscal que ofereça absoluta confiança a partir de mecanismos automáticos de reposição de receitas. Armando Monteiro ressaltou igualmente que o governo deve calibrar todos os instrumentos à disposição, inclusive criando novos fundos para apoiar o desenvolvimento regional, destacadamente em áreas de política industrial e inovação, tecnologia e educação. “É preciso um modelo novo de incentivos, que se harmonize melhor com a política tributária nacional. O regime pré-existente está esgotado.”

O ICMS responde por quase 8% do PIB. Nos quase 50 anos de sua existência foi se desfigurando, perdendo suas características e hoje não é mais um imposto de valor adicionado. “Isso tem que mudar. Não afirmo que será fácil o processo, mas digo que é possível. O cenário internacional coloca o acirramento da competição global, que não permitirá que o tempo econômico espere o tempo político. Temos que resolver nossas contradições federativas e avançar”, disse o senador.

Calibrar a alíquota e estabelecer o colchão necessário de proteção são questões de ordem técnica, disse Armando Monteiro, mas “não podemos mais nos dar ao luxo de construir barreiras ao comércio interregional, como hoje o ICMS faz.” Para ele, pensar o País está acima de tudo, e “ninguém tem mais a compreensão dos interesses regionais do que eu, que sou de uma região que ainda se apropria de parcela muito modesta da renda nacional e tem um terço da renda per capita do Sudeste. Mas isso não pode comprometer uma política de caráter nacional.”

Agenda federativa – O senador afirma que a agenda federativa se impõe como condicionante para se avançar na reforma tributária. Assim como a inflação gerava incertezas, adiava investimentos, distorcia a alocação dos recursos, dificultava a produção, o sistema tributário brasileiro cria disfunções significativas que afetam diretamente o desempenho da economia. A insegurança jurídica decorrente das incertezas com relação à convalidação dos incentivos fiscais, de um lado, e o estabelecimento de passivos tributários decorrente da glosa dos créditos do ICMS nas operações interestaduais por alguns Estados, de outro, paralisa os investimentos e cria risco adicional para os negócios. “Como o combate à inflação, a União deve estar à frente desse processo, buscando a harmonização das políticas tributárias, e contribuir para fortalecer a coesão federativa.”

O senador ressaltou a tramitação dos projetos da cesta federativa, entre estes, os referentes ao rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), os projetos que buscam mudar as regras de unanimidade do CONFAZ, a Medida Provisória da repartição dos royalties do petróleo (a ser editada) e os projetos de renegociação das dividas estaduais. 

FOTO É HISTÓRIA

Foto no ano de dezembro de 1970, uma viagem a Fortaleza-CE, da esquerda para direita, as professoras, Elvira Siqueira, Dona Ione Góes e Gena Siqueira, foto enviada por Ana Tereza Arruda,  se você possui uma foto antiga, envie para finfa@blogdofinfa.com.br. 

A CORRUPÇÃO NÃO ESTÁ MAIS DEBAIXO DO TAPETE, DIZ GILBERTO CARVALHO

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República) afirmou na manhã desta segunda-feira (3) que os órgãos de fiscalização e controle do governo federal nunca tiveram tanta autonomia e liberdade até mesmo quando “cortam na própria carne”.

“A impressão de que há mais corrupção agora não é real. O que há mais agora é que as coisas não estão mais embaixo do tapete”, disse o ministro, antes do seminário internacional Desafios da Construção da Democracia no Mercosul, em Brasília.

Questionado se o governo apoia ações do Ministério Público, da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da República “doa a quem doer”, o ministro respondeu: “Sempre foi assim”.

Carvalho, contudo, não quis falar especificamente sobre os desdobramentos da Operação Porto Seguro, da PF, que flagrou um esquema corrupção e tráfico de influência com participação de diretores de agências reguladoras, da ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo e de outros funcionários do governo federal. Todos os envolvidos foram exonerados ou afastados dos cargos.

INAUGURADA A DONNA BIJU

 Foi inaugurada na noite da última sexta-feira (30) em Afogados da Ingazeira, a Loja  “DONNA BIJU” Bijoterias e Acessórios, fica na Rua Manoel Mariano 49 – Sala C, um empreendemento de Luciana Cabral.

 

 Esse novo empreendimento neste segmento estava faltando em nossa cidade, disse a professora  Kátia Cecília, a empresária Luciana Cabral em contato com este blogueiro afirmou: “a necessidade de Afogados possuir uma loja de acessórios que acompanha a tendência da moda, com bastante variedade e preço bem acessível, fez eu investir na cidade”. (Fotos Júnior Finfa)