Press "Enter" to skip to content

Últimas publicações do quadro “Sem categoria”

Teresa Leitão avalia questões prioritárias da educação

Nesta quarta-feira, 16, o Grupo de Trabalho da Educação da equipe de transição do governo vai se reunir pela primeira vez. Entre os integrantes, dois pernambucanos: a deputada estadual e senadora eleita Teresa Leitão e o presidente da Confederação Nacional de Trabalhadoras e Trabalhadores da Educação, Heleno Araújo. A missão é difícil: o grupo vai fazer o diagnóstico e propor soluções para um dos setores mais atacados no governo Bolsonaro.

Em entrevista à CBN Caruaru, Teresa Leitão falou de alguns dos temas que devem ser tratados com prioridade pelo GT: a lacuna curricular em consequência da pandemia; a execução orçamentária e os consecutivos cortes de recursos; o reajuste per capta da merenda escolar; o novo modelo de Ensino Médio; e o Plano Nacional da Educação, abandonado pelos governos Temer e Bolsonaro.

A senadora eleita explicou que o GT fará um diagnóstico profundo da atuação do MEC, com informações oficiais que serão requeridas ao atual governo. Disse que acompanha “passo a passo” a desconstrução das políticas da educação, mas que agora poderá conhecer o quadro completo. Criticou a escolha de ministros – incluindo um impedido de tomar posse por cometer crime de falsidade ideológica –, a falta de ação para educação durante a pandemia, o corte de recursos para creches, universidades e pesquisas, entre outras questões.

Teresa Leitão elogiou a equipe “diversa, o que enriquece as discussões” do Grupo de Trabalho da Educação na equipe de transição, que além de fazer o levantamento de informações irá propor ações para os primeiros 100 dias do governo Lula e soluções para problemas estruturais. “Cabe a leitura estratégica e crítica do diagnóstico final, para elaboração de uma nova política da educação”, concluiu.

Luiz Antônio Fleury Filho, ex-governador de SP, morre aos 73 anos

Por g1 SP e TV Globo — São Paulo

Luiz Antônio Fleury Filho, ex-governador de São Paulo, morreu nesta terça-feira (15), na capital paulista, aos 73 anos de idade. A causa da morte não foi divulgada. A informação foi confirmada por meio de nota divulgada pelo MDB em suas redes sociais oficiais.

“Lamentamos a morte de Luiz Antônio Fleury Filho, que foi governador de São Paulo entre 1991 e 1994. Foi deputado, promotor Justiça e professor. Filiado ao MDB-SP, ele era membro da Executiva Estadual. Nossas condolências a familiares e amigos. Baleia Rossi, presidente do MDB”, informa o comunicado publicado pelo partido em seu Twitter.

O velório será na Funerária Home, na Bela Vista. Até a última atualização desta reportagem não havia confirmação se o corpo do político seria sepultado ou cremado e onde isso ocorreria.

Fleury governou o estado entre 1991 e 1994 pelo antigo PMDB (atual MDB).

Afogados sedia, nesta quinta (15), 3o. Encontro Regional de Bacamarteiros

Afogados da Ingazeira celebra neste feriado de proclamação da república (15), o Dia Municipal do Bacamarteiro. A data foi institucionalizada pela lei no. 765, de Dezembro de 2018, aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo então Prefeito, José Patriota.

A data será comemorada com a terceira edição do encontro regional de bacamarteiros. A concentração será a partir das 6h, no campo do nascente, onde será ofertado um café da manhã aos participantes.

Em seguida, por volta das 8h, os bacamarteiros descem em cortejo pela Avenida Rio Branco, em direção à catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, onde haverá às 9h uma missa em ação de graças. Após a missa estão previstas as falas das autoridades e as homenagens aos bacamarteiros participantes. Finalizada a solenidade, os bacamarteiros voltam em cortejo para o campo do nascente, onde haverá apresentações de tiros e será servido um almoço para os participantes.

Segundo o Secretário de Cultura, Augusto Martins, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara haverá duas tendas para exposição e venda de artigos produzidos pelos artesãos e artesãs do mercado público municipal.

Afogados registra 08 casos positivos de Covid-19 em sete dias

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que entre os dias 08 e 14/11 foram notificados 08 casos novos para a COVID-19 em nosso município.

São 04 pacientes do sexo feminino, com idades entre 28 e 69 anos (04 com 03 doses) e 04 pacientes do sexo masculino, com idades entre 07 meses e 68 anos (01 com 01 dose, 01 com 04 doses, 01 não vacinado e 01 com 03 doses).

Durante o período citado não tivemos novos casos em investigação e 64 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

Hoje 11 pacientes apresentaram alta por cura após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.221 (99,10%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 03 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 41.602 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 111,65% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (9.118 casos), 98,00%;
Graves: (186 casos), 2,00%.

Encerrou no último sábado a semana epidemiológica 44, com 08 casos para a COVID-19 e média de 1,14 casos/dia.

Análise das 04 últimas semanas anteriores:

SE 43 – 06 casos e MV 0,85;
SE 42 – 03 casos e MV 0,42;
SE 41 – 00 casos e MV 0,00;
SE 40 – 01 casos e MV 0,14;

Dados atualizados em 14/11/2022.

Alckmin anuncia novos nomes do gabinete de transição do governo Lula

Por g1 SP — São Paulo

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou na tarde desta segunda-feira (14) novos nomes que irão integrar as equipes técnicas do governo de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No grupo de Esporte, foram chamados a ex-jogadora de vôlei Ana Moser e o ex-jogador de futebol Raí. Já o grupo de Cidades contará com o ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB), e com o prefeito de Recife, João Campos (PSB). Fará parte do grupo de Cultura a cantora Margareth Menezes.

Segundo o blog da jornalista Andreia Sadi, Alckmin convidou os médicos Ludhmila Hajjar, Miguel Srougi e Roberto Kalil para a área da saúde, mas os nomes ainda não foram anunciados oficialmente. Os três são professores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

A equipe de transição está prevista em lei e serve para que seus membros tenham acesso a documentos e informações do atual governo.

Lula viajou na manhã desta segunda para o Egito, onde participará da COP 27, a Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele deixou sua residência na capital paulista e pegou um avião no Aeroporto Internacional em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Equipe de transição
A equipe de transição de Lula foi dividida em 31 áreas temáticas. O presidente eleito tem o direito de nomear 50 cargos remunerados, além de contar com trabalho de voluntários.

Alguns dos grupos técnicos já tiveram sua composição publicada no Diário Oficial da União. Também integram o gabinete de transição os grupos de coordenação Executiva, Articulação Política, Grupos Técnicos, Organização da Posse e Conselho Político.

Veja a lista dos novos nomes da equipe de transição que já foram anunciados. Eles não necessariamente continuarão no novo governo, mas alguns podem assumir ministérios ou secretarias:

Coordenação executiva
Floriano Pesaro, ex-deputado federal;

Coordenação de articulação política
Gleisi Hoffman, presidente nacional do PT

Coordenação de grupos técnicos
Aloizio Mercadante, um dos fundadores do PT

Coordenação de organização da posse
Rosângela Silva, a Janja, esposa de Lula, futura primeira-dama e socióloga

Grupos técnicos:

Assistência social
Simone Tebet (MDB);
Márcia Lopes, assistente social e professora;
Tereza Campello, economista;
André Quintão, deputado estadual.

Cidades e Habitação
Guilherme Boulos, deputado federal eleito (PSOL);
Márcio França (PSB), ex-governador de São Paulo;
Ermínia Maricato, arquiteta e urbanista;
Evanise Lopes Rodrigues, mestre em urbanismo;
Geraldo Magela, ex-deputado federal;
Inês Magalhães, ex-ministra das Cidades;
João Campos (PSB), prefeito de Recife;
José de Filippi (PT), prefeito de Diadema;
Maria Fernanda Ramos Coelho, ex-presidente da Caixa;
Nabil Bonduki, urbanista e professor da FAU-USP;
Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói

Comunicações
Paulo Bernardo, ex-ministro das Comunicações;
Jorge Bittar, ex-deputado federal;
Cezar Alvarez, ex-secretário do Ministério de Comunicações;
Alessandra Orofino, especialista em economia e direitos humanos formada na Universidade de Columbia.

Desenvolvimento Regional
Randolfe Rodrigues, senador (Rede Sustentabilidade-AP);

Direitos Humanos
Maria do Rosário, deputada federal e ex-ministra de Direitos Humanos;
Silvio Almeida, advogado;
Luiz Alberto Melchetti, doutor em economia;
Janaína Barbosa de Oliveira, representante do movimento LGBTQIA+;
Rubens Linhares Mendonça Lopes, do setorial do PT para pessoas com deficiência;
Emidio de Souza, deputado estadual (SP);
Maria Victoria Benevides, socióloga, professora doutora.

Sub-grupo da Infância

Maria Luiza Moura Oliveira, psicóloga, professora aposentada da Universidade Católica de Goiás;
Welington Pereira da Silva, teólogo, pastor da igreja metodista, conselheiro do Conanda (Brasília)

Economia
André Lara Resende, economista;
Guilherme Mello, economista;
Nelson Barbosa, economista;
Pérsio Arida, economista.

Educação
Henrique Paim, ex-ministro da Educação;
Andressa Pellanda, coordenadora da Campanha pelo Direito à Educação;
Alexandre Schneider, ex-secretário municipal de Educação de São Paulo;
Binho Marques, ex-governador do Acre;
Cláudio Alex, presidente Conif;
Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);
Macaé Evaristo, deputada estadual eleita por MG;
Maria Alice (Neca) Setubal, presidente do Conselho Consultivo da Fundação Tide Setubal;
Paulo Gabriel, ex-reitor da UFRB;
Priscila Cruz, presidente executiva do “Todos Pela Educação”;
Ricardo Marcelo Fonseca, presidente da Andifes;
Rosa Neide, deputada federal;
Teresa Leitão, senadora eleita;
Veveu Arruda, ex-prefeito de Sobral

Esporte
Ana Moser, ex-atleta de voleibol;
Edinho Silva (PT), prefeito de Araraquara;
Isabel Salgado, ex-atleta de voleibol;
José Luís Ferrarezi, ex-vereador;
Marta Sobral, ex-jogadora de basquete;
Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico;
Nádia Campeão, ex vice-prefeita de São Paulo;
Raí Souza de Oliveira, ex-jogador de futebol;
Verônica Silva Hipólito; atleta paralímpica

Infraestrutura
Alexandre Silveira, senador por MG;
Fernandha Batista, secretária de Infraestrutura de Pernambuco;
Gabriel Galipolo, economista;
Maurício Muniz, ex-ministro da Secretaria de Portos;
Miriam Belchior, ex-ministra de Planejamento;
Paulo Pimenta, deputado federal;
Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura da BA

Juventude
Bruna Chaves Brelaz, presidente da UNE;
Gabriel Medeiros de Miranda, subsecretário de Juventude do RN;
Jiberlandio Miranda Santana, presidente da União da Juventude Socialista do ES;
Keli dos Santos Araújo; secretária-geral de Juventude do PT;
Marcos Barão; membro da Juventude do MDB;
Nádia Beatriz Martins Garcia Pereira, secretária nacional da Juventude do PT;
Nilson Florentino Júnior, secretário adjunto da Juventude do PT;
Thiago Augusto Morbac, presidente nacional da União da Juventude Socialista;
Sabrina Santos, membro da UNAS

Cultura
Áurea Carolina, deputada federal (PSOL-MG);
Lucélia Santos, atriz e ex-candidata a deputada federal pelo PSB
Márcio Tavares, Secretário Nacional de Cultura do PT;
Margareth Menezes, cantora

Igualdade Racial
Nilma Lino Gomes, ex-ministra de Igualdade Racial;
Givânia Maria Silva, quilombola e doutora em sociologia;
Douglas Belchior, professor;
Thiago Tobias, do Coalizão Negra;
Ieda Leal, Movimento Negro Unificado (MNU);
Martvs das Chagas, secretário do Planejamento de Juiz de Fora;
Preta Ferreira, movimento negro e movimento de moradia.

Indústria, Comércio e Serviços
Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul;
Jackson Schneider, executivo da Embraer e ex-presidente da Anfavea;
Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai Nacional;
Marcelo Ramos, deputado federal (AM);

Pequenas Empresas
Paulo Okamotto, ex-presidente do Sebrae e do Instituto Lula;
Paulo Feldmann, professor da USP;
Tatiana Conceição Valente, especialista em economia solidária;
André Ceciliano, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Mulheres
Anielle Franco, diretora do Instituto Marielle Franco e irmã da vereadora morta;
Roseli Faria, economista;
Roberta Eugênio, mestre em direito, pesquisadora do Instituto Alziras e ex-assessora de Marielle Franco;
Maria Helena Guarezi, ex-diretora de Itaipu e amiga pessoal de Janja;
Eleonora Menicucci, ex-ministra da Secretaria de Política para Mulheres;
Aparecida Gonçalves, ex-secretária Nacional da Violência contra a Mulher.

Planejamento, Orçamento e Gestão
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda;
Enio Verri, deputado federal (PT-PR);
Esther Dweck, economista e professora da UFRJ;
Antonio Corrêa de Lacerda, presidente do Conselho Federal de Economia.

Saúde
Humberto Costa, senador (PT)

Conselho político de transição
Antônio Brito, deputado federal (PSD);
Carlos Siqueira, presidente PSB;
Daniel Tourinho, presidente do Agir;
Felipe Espírito Santo, direção do Pros;
Guilherme Ítalo, direção do Avante;
Jader Barbalho, senador (MDB);
Jefferson Coriteac, vice-presidente do Solidariedade;
José Luiz Penna, presidente do PV;
Juliano Medeiros, presidente do PSOL;
Luciana Santos, presidente do PC do; B;
Renan Calheiros, senador do MDB;
Wesley Diógenes, porta-voz da Rede;
Wolney Queiroz, deputado federal (PDT).

Teresa Leitão na equipe de transição do governo Lula

A senadora eleita por Pernambuco Teresa Leitão (PT) foi anunciada hoje à tarde como integrante da equipe de transição do governo Lula na área de Educação.

Professora aposentada, Teresa Leitão foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Educação de Pernambuco (Sintepe) e, durante os 20 anos de mandato como deputada estadual, teve a Educação como tema prioritário. Teresa foi coordenadora do Ano Legislativo Paulo Freire, quando desenvolveu uma série de atividades para homenagear o centenário do educador pernambucano.

Jaboatão inicia, nesta quarta (16), vacinação em crianças de 6 meses a 2 anos com comorbidades

Por Portal Folha de Pernambuco

A cidade de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, inicia, nesta quarta-feira (16), a vacinação contra Covid-19 para crianças de 6 meses a 2 anos que possuem comorbidade.

A imunização acontecerá das 10h às 17h, no estacionamento da Secretaria de Saúde da cidade, na avenida Barreto de Menezes, em Prazeres.

De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, Jaboatão recebeu 1.960 doses da Pfizer baby, o que possibilita o início das aplicações das primeiras e segundas doses. No local, os pais ou responsáveis devem apresentar documentos pessoais da criança, além de comprovante da comordidade.

O Ministério da Saúde orienta que a imunização para esse público seja administrada em três doses, sendo as duas primeiras com o intervalo de 21 dias, seguidas por uma terceira dose que deve ser administrada com, no mínimo, 2 meses após a segunda dose.

Entre as comorbidades elencadas pelo órgão federal para a vacinação estão: diabetes, hipertensão arterial e pulmonar, doenças cardiovasculares, doenças neurológicas crônicas, doença renal, obesidade (IMC >40), síndrome de Down, hemoglobinopatias graves e cirrose hepática.

A Prefeitura de Jaboatão informou que uma equipe técnica da Atenção Básica validou um formulário para levantar com a rede de unidades de saúde o quantitativo de crianças na faixa de 6 meses a 2 anos, com comorbidades, para melhor estruturar as estratégias de vacinação.

Ainda de acordo com a Prefeitura, a pasta de saúde também está fazendo contato com associações da cidade que atendem crianças com comorbidades para organizar a vacinação de crianças nessas associações. (Foto: Miva Filho/SES-PE)

Lula embarca para COP27 com Haddad em sua primeira viagem internacional

Por Agência O Globo

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva embarcou na manhã desta segunda-feira (14) para COP27, no Egito. Em sua primeira viagem internacional após vencer as eleições, o petista fará também uma visita a Portugual.

Junto com Lula, no avião particular, embarcaram também a sua mulher, a socióloga Rosângela da Silva, a Janja, e o ex-prefeito Fernando Haddad. A expectativa é que durante a viagem o presidente eleito defina a função que Haddad terá em seu governo.

O ex-prefeito tem chances de assumir o comando do Ministério da Fazenda.

O ex-ministro Celso Amorim, principal assessor de Lula para questões externas, participaria da comitiva, mas não pôde ir porque se recupera de uma cirurgia no quadril.

O anúncio mais importante deve ser a confirmação de que, atendendo a uma demanda de ONGs da sociedade civil, o governo eleito vai propor o Brasil como sede da COP30, em 2025. Havia também a expectativa de que Lula revelasse durante a conferência o nome do futuro ministro do Meio Ambiente, mas dois aliados próximos do presidente eleito disseram nos últimos dias que isso não deve acontecer.

O petista quer começar a montar o seu governo na volta ao Brasil.

Segundo o colunista Lauro Jardim, Lula viajou no avião do empresário José Seripieri Junior, que foi dono da Qualicorp e hoje comanda a Qsaúde. Seripieri é um dos empresários mais próximos de Lula. O uso da aeronave provoca preocupação no entorno do petista. (Foto: AHMAD GHARABLI / AFP)

Alckmin convida Roberto Kalil, Ludhmila Hajjar, Miguel Srougi para transição da Saúde

Por Andréia Sadi

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), convidou os médicos Ludhmila Hajjar, Miguel Srougi e Roberto Kalil para integrar a equipe de transição do governo Lula (PT) na área da saúde.

Os três são professores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo o blog apurou, os três aceitaram os convites, feitos na semana passada mas não têm informação sobre quando será oficializado. A expectativa é de que Alckmin faça o anúncio na tarde desta segunda-feira (14).

Antes de integrar a equipe de transição, Kalil já havia coordenado, a pedido de Lula, a montagem de uma comissão de assessoramento na área da Saúde. Srougi fazia parte desse grupo. Ludhmila, não.

Kalil é o médico de Lula. No final de semana, o presidente eleito fez um checkup completo com o cardiologista antes de embarcar para o Egito, onde participa da COP 27.

Ludhmila e chegou a ser convidada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para substituir o general (e hoje deputado federal eleito) Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde.

Na época, Pazuello enfrentava pressão do Centrão por conta do agravamento da crise sanitária causada pela Covid, com mais de 2 mil mortes por dia – hoje está em 45 por dia.

Ludhmila, porém, foi atacada por bolsonaristas por defender medidas preconizadas por especialistas, como isolamento social, e ser contrária ao que o presidente chamava de tratamento precoce – uso de medicamentos sem eficácia, como a cloroquina, para tratar a doença.

À época, Ludhmila disse à GloboNews que não aceitou o convite de Bolsonaro pois não havia “não houve convergência técnica” entre ela e o presidente.