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DILMA ANUNCIA AFIF COMO MINISTRO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (6) que o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos-foto (PSD), será o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa. A nomeação ocorre quase 40 dias após a criação do ministério, o 39º do governo. A posse está marcada para a próxima quinta-feira, às 10h.

A assessoria de Afif informou que, mesmo como ministro, ele se manterá na função de vice-governador, mas renunciará à presidência do Conselho Gestor do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas de São Paulo.

Pela manhã, Dilma fez diversas referências a Afif e prestou uma homenagem a ele em discurso durante cerimônia de posse das diretorias da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo. A confirmação oficial da indicação de Afif saiu no final da tarde.

“Afif tem tido papel relevante em todos os processos que, nos últimos anos, resultaram no estímulo e na valorização das micro e pequenas empresas no país”, diz nota assinada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República.

Afif será o primeiro ministro filiado ao PSD a integrar o governo. Mas, em março, o presidente do partido, o ex-prefeito Gilberto Kassab, disse que, se Dilma escolhesse Afif, seria na cota pessoal da presidente. Na ocasião, ele afirmou que, embora apoiando o governo, o PSD manteria uma posição de “independência”.

A nova secretaria terá status de ministério. Segundo prevê a lei que a criou, a pasta formulará políticas de apoio a microempresas e empresas de pequeno porte e de artesanato. Cuidará, por exemplo, de promover a qualificação, aumentar a competitividade e incentivar as exportações de bens e serviços.

O projeto de lei que previa a criação da secretaria foi enviado pelo governo ao Congresso Nacional no início da gestão de Dilma, em 2011. Passou primeiramente pela Câmara e foi aprovado no início de março pelo Senado.

A nova secretaria terá 68 cargos, incluindo o ministro de Estado e o secretário-executivo, número dois na hierarquia dos ministérios. A estrutura será composta pelo gabinete, pela secretaria-executiva e por até mais duas secretarias, conforme determina a lei.

A pasta será vinculada diretamente à Presidência da República, a exemplo da Secretaria de Direitos Humanos e da Secretaria de Políticas para as Mulheres.(G1.COM)

TABIRA:TCE PEDE REJEIÇÃO DAS CONTAS DO EX-PREFEITO DINCA BRANDINO DE 2010

Já se encontra com os vereadores de Tabira, o parecer prévio do Tribunal de Contas de Pernambuco, das contas do ex-prefeito Dinca Brandino (foto), no exercício de 2010. O blog apurou que existem 12 itens que pede a rejeição das contas. O documento é assinado pelo Conselheiro Marcos Loreto.

JARBAS VASCONCELOS: PARA COMBATER A DITADURA, ATÉ UM JORNAL FERNANDO LYRA BANCOU DO PRÓPRIO BOLSO

O Congresso Nacional homenageou nesta segunda-feira, em sessão solene, o ex-deputado federal e ex-ministro da Justiça, Fernando Lyra, que morreu em São Paulo dia 14 de fevereiro em decorrência de problemas respiratórios e cardíacos.

Discursaram na ocasião os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Simon (PMDB-RS), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e os deputados federais Roberto Freire (PPS-SP), Wôlney Queiroz (PDT-PE), Gonzaga Patriota (PSB-PE), José Genoíno (PT-SP) e Sérgio Guerra (PSDB-PE).

Compareceram a viúva Márcia Teixeira com as filhas Patrícia, Juliana e Renata e os irmão João Lyra Neto (vice-governador de Pernambuco), Gilberto, Roberto e Angelice, além do cunhado Marcelo Teixeira que era quase irmão do homenageado.

Em seu discurso de cinco laudas, Jarbas Vasconcelos (foto), contou um fato da vida de Fernando Lyra que poucos pernambucanos conheciam.

Ele chegou a chefiar um semanário de oposição chamado “Folha do Povo” que tinha como editor o jornalista Ivan Maurício.

“Usou dinheiro do próprio bolso, mesmo sabendo que se tratava de uma missão quase impossível, pois quem iria anunciar num jornal de oposição à ditadura? Ainda mais no Nordeste, região sempre tão dependente da boa vontade de Brasília. Por esse motivo, a ‘Folha do Povo’ terminou fechando, vítima da falta de anunciantes”, disse o senador pernambucano.

Roberto Freire (PPS-SP), por sua vez, lembrou que votou em Lyra para deputado federal em 1970 porque ele foi o candidato indicado pelo velho “Partidão” (PCB).

Era muito próximo do também candidato a deputado, Marcos Freire, mas por orientação partidária abraçou a candidatura do representante de Caruaru.

Já o deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE) definiu Fernando Lyra como um “democrata”, adjetivo que, segundo ele, resume tudo que o ex-ministro da Justiça tinha de bom.

E o deputado Wôlney Queiroz (PDT-PE) disse que, por ter entrado na política muito jovem, considera Fernando Lyra uma espécie de “professor”.

DILMA ELOGIA AFIF E DIZ QUE PASTA DA MICROEMPRESA TERÁ ‘PAPEL ESTRATÉGICO’

A presidente Dilma Rousseff prestou uma homenagem nesta segunda-feira (6) ao vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), e fez diversas referências a ele em discurso durante cerimônia de posse das diretorias da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo.

Dilma destacou o “papel estratégico” da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, novo ministério criado no último dia 1º de abril, mas que ainda não teve o ministro anunciado. A pasta será a 39ª do governo, e Afif é um dos nomes cotados para o posto.

“Quero aproveitar esta cerimônia para escolher homenagear um de vocês. Homenagear um brasileiro que colocou na pauta do país, na nossa pauta, o apoio às micro e pequenas empresas, fazendo com que reconhecêssemos que essa é uma questão estratégica e é uma questão imprescindível para o futuro e para o presente do país. Eu me refiro aqui ao Guilherme Afif Domingos”, declarou a presidente.

Dilma ressaltou a participação de Afif na aprovação do Estatuto da Microempresa e da aplicação da proposta do Simples Nacional, medida implementada durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e que, segundo a presidente, “reduziu, unificou e simplificou os impostos e seu recolhimento”.

“Parabéns ao Guilherme Afif por todas essas iniciativas que, de fato, mudaram a história até então do micro e pequeno empresário, esse grande empresário que controla o pequeno negócio no nosso país”, afirmou.