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A Prefeitura de Serra Talhada firmou parceria, nesta quarta-feira (29), com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco) para implantação do Plano Brasil Sem Miséria, do Governo Federal, no município. Uma reunião entre representantes da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar; Desenvolvimento Social e Codevasf acertou que a Capital do Xaxado será atendida pelo eixo 3 do programa, que garante incentivo à inclusão de famílias que atuem em arranjos produtivos, tanto na zona rural como urbana.
“Ao lado da garantia de renda e do acesso a serviços públicos, esse eixo tem como objetivo propiciar o acesso da população em extrema pobreza a oportunidades de ocupação e renda e apresenta estratégias diferenciadas para o meio urbano e o rural. O estímulo ao aumento da produção no campo e a geração de ocupação e de renda na cidade”, explicou o secretário de Agricultura Familiar, José Pereira. Nesta quarta, foi formada uma comissão gestora de acompanhando dos trabalhos de implantação do projeto junto à Codevasf em Serra Talhada.
Após essa etapa, a missão será de traçar um diagnóstico econômico-social das famílias que vivem a baixo da linha da pobreza na Capital do Xaxado. “Vamos contar com a ajuda da comissão para nos ajudar a fazer um levantamento de quantas pessoas sobrevivem com renda menor que R$ 70. Identificando as famílias, será feito um cadastro e traçaremos as estratégias de incentivo aos arranjos produtivos em que essas já famílias atuam”, detalhou a coordenadora do Plano no município, Elizabeth Macedo. (ASCOM)
As ações da Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura de Serra Talhada começam a mudar a face do mais populoso bairro da cidade, o Bom Jesus, hoje com mais de 20 mil habitantes, o bairro possui vida própria e uma economia de dar inveja a muitas cidades da região.
Agora o bairro recebe com euforia o capeamento asfáltico de uma de suas principais artérias, a Rua 2, estendendo-se pela futura Academia da Cidade, na praça da Rua 4 e indo encontrar-se com a via de acesso a BR 232 na malhada.
A obra, que foi destravada pelo prefeito Luciano Duque trata-se de uma emenda do Deputado Estadual Manoel Santos (PT), conseguida ainda em 2012 e que agora transforma-se em realidade para população do bairro.
“O Bom Jesus é de fundamental importância para cidade, é como se fosse uma cidade dentro de outra”, destacou Duque referindo-se a ação e lembrou também que outras secretaria, como Esportes, Cultura, Saúde e Educação “estão realizando ações no bairro, estamos sempre atentos ao Bom Jesus”, finalizou ele.
A população do bairro comemora o novo visual: “é o progresso que está chegando”, disparou dona Conceição de 64 anos, moradora do Bom Jesus desde sua adolescência.(Assessoria de Comunicação)
O senador Armando Monteiro (PTB-PE) lamentou a não apreciação pelo Senado da Medida Provisória (MP) 601/2012, que desonera a folha de pagamento de diferentes segmentos da economia, dentre os quais a construção civil, o comércio varejista, e o setor gesseiro. A iniciativa partiu do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) que manteve a decisão de não apreciar medidas provisórias que chegam ao Senado com prazo menor do que 7 dias.
Durante manifestação no plenário, Armando se mostrou inconformado com o processo que, fez questão de ressaltar, penalizará setores fundamentais para o desenvolvimento da economia nacional.
“Eu me indago: lá fora, no mundo real, os atores econômicos, as pessoas que estão envolvidas hoje com as atividades, o que é que eles haverão de indagar sobre essas disfuncionalidades do processo legislativo?”, disse Armando, lembrando que com a decisão medidas de grande impacto econômico perdem a validade. Ele citou como exemplo o bônus do setor exportador, o Reintegra, que está na MP 601 e que é fundamental para a exportação das manufaturas brasileiras.
Armando manifestou a frustração de quem, como relator da MP 601, trabalhou intensamente na construção de um relatório negociado com o Governo Federal, num processo de interlocução permanente, respeitando os limites de responsabilidade fiscal. Em sua opinião, o modelo atual de exame desestimula os parlamentares a produzirem bons relatórios sobre os temas tratados nas MPs, devido à possibilidade de perda de eficácia pela não apreciação em tempo hábil.
Para o senador pernambucano, ao assumir o compromisso com o prazo de sete dias para apreciar as MP’s, Renan Calheiros não deveria incluir na regra as medidas que já haviam ingressado na Casa. Armando lembrou que, antes de ir a plenário, a MP 601 havia sido examinada em uma Comissão Mista, com o relatório produzido por ele e aprovado por unanimidade.







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