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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) concluiu auditoria especial nas contas da prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde, Sertão do Pajeú, cujo alvo foi investigar a folha de pagamentos dos servidores no período compreendido entre janeiro de 2009 a maio de 2010. Na época, o município era administrado por Francisco Gomes da Silva, o popular “Fanão”. Entre as irregularidades apontadas no relatório do conselheiro João Campos, foi identificado um servidor que tinh salário superior ao de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o Blog Farol de Notícias.
O relatório que foi publicado no Diário Oficial do tribunal, nesta quinta-feira (13), também apontou a existência de 1.294 pagamentos a servidores com CPFs inexistentes, além de identificar 82 servidores com dois vínculos empregatícios e professores recebendo menos que o piso salarial da categoria. Em sua defesa apresentada ao TCE, Dr. Fanão não contestou as irregularidades apontadas. De acordo com o tribunal, o ex-prefeito determinou a suspensão do super-salário do servidor e abriu Processo Administrativo Disciplinar. O TCE concluiu a auditoria como regular, com ressalvas, determinando a abertura de processo disciplinar pelo atual prefeito José Bezerra Filho.
A união de 150 casais foi promovida no São João de Campina Grande na noite de ontem (12). Na presença de centenas de parentes e visitantes curiosos, a Pirâmide do Parque do Povo foi palco do casamento coletivo realizado pelo juiz Kéops Vasconcelos pelo quarto ano consecutivo. Os casais trocaram alianças e dançaram muito forró.
Toda a vestimenta dos noivos, maquiagem e preparação para o casamento foi concedida gratuitamente. No ano anterior, 80 casais haviam dito ‘sim’ no casório coletivo. Os noivos Márcia Andrade, 26 anos, e Aluísio Genoíno, 37 anos, são moradores do bairro do Mutirão em Campina Grande. “É uma grande felicidade. Estamos há sete anos juntos, já temos um filho e agora resolvemos oficializar a união”, afirmou.
Segundo o magistrado Kéops Vasconcelos, o ato revela a importância do casamento. “Este evento demonstra o quanto esta reunião é importante, enquanto muitos acreditam que o casamento é uma instituição falida. Muitos casais estão aqui formalizando um ato de amor”, disse.
O prefeito Romero Rodrigues elogiou a organização da secretaria de Cultura de Campina Grande e revelou que o objetivo foi “fazer o possível para tentar tornar essa noite especial para todos os casais e familiares, mantendo essa tradição junina do casamento coletivo”.
Representando o Governo da Paraíba, o vice-governador Rômulo Gouveia disse que acompanha o evento desde seu início. “A tradição em Campina Grande esta sendo realizada com muito zelo e estou muito feliz com esse momento, pois acompanho desde o primeiro ano e é uma ação sempre crescente”, explicou.
Teodoro Matos Santana, conhecido apenas pelo seu primeiro nome, morreu nesta quarta-feira pela manhã vítima de um câncer de pâncreas. Aos 66 anos, o volante campeão brasileiro pelo São Paulo em 1977 estava internado na Santa Casa Central de São Paulo.
O jogador disputou 303 partidas com a camisa tricolor e teve 127 vitórias, 104 empates e 72 derrotas, com 13 gols marcados. Além do título nacional em 1977, ele também levantou a taça do Campeonato Paulista de 1980.
O corpo dele está sendo velado desde a tarde desta quarta-feira, no Crematório da Vila Alpina, e será cremado amanhã, às 8h, no mesmo local.
Teodoro teve companheiros como Valdir Peres, Dario Pereyra e Muricy Ramalho. Ele também teve passagens por outros clubes como Ponte Preta e até Dallas Tornado, dos Estados Unidos. O São Paulo dilvugou nota oficial nesta quarta-feira para lamentar a morte de seu ex-atleta.
Um juiz pernambucano teve a aposentadoria compulsória determinada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por embriaguez nessa terça-feira (11). A determinação da aposentadoria do juiz Joaquim Pereira Lafayette Neto, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), foi determinada por comportamento incompatível com a magistratura no processo de revisão disciplinar julgado durante a 171ª Sessão Ordinária do Conselho.
De acordo com o processo, o magistrado teria se embriagado em uma confraternização de fim de ano e, em seguida, foi a um bar, onde continuou bebendo e se envolveu em confusão com duas mulheres. Na ocasião, o juiz teria sacado a arma e ameaçado pessoas.
O próprio Tribunal de Justiça abriu processo contra o magistrado e o puniu com pena de censura, mas Flávio Pinto de Azevedo Almeida, antes condenado pelo juiz, recorreu ao CNJ e pediu o aumento da pena. O relator do processo, conselheiro Ney Freitas, defendeu a manutenção da punição aplicada pelo tribunal de origem, mas o conselheiro Emmanoel Campelo se opôs e foi acompanhado pela maioria dos conselheiros determinando a compulsória.
O relator ainda informou no processo que, ao agir de forma violenta, ainda que fora do horário de expediente, o magistrado “vulnerabiliza não somente sua função, mas todo o Poder Judiciário. Ao exibir um comportamento assim violento, o magistrado demonstra incapacidade para o exercício da judicatura e não apenas conduta censurável”, concluiu o conselheiro.










