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VEREADORES DO SERTÃO DA PARAÍBA PASSAM A TER SEIS MESES DE RECESSO POR ANO

A Câmara Municipal de Jericó, no Sertão da Paraíba, aprovou uma resolução que determina que a partir de agora os vereadores passarão a ter seis meses de recesso parlamentar por ano. A medida foi possível com uma alteração no Regimento Interno da Casa e estabelece ainda que no período de trabalho, os vereadores se reunirão apenas uma vez por semana. A resolução foi aprovada no dia 14 de junho.

O G1  fez em contato com o presidente e com a vice-presidente da Câmara de Jericó, Kadson Valberto Lopes (PDT) e Maria Neuziete de Oliveira (PR), para entender melhor o porquê da necessidade de mudança no Regimento Interno, mas as ligações telefônicas não foram atendidas. De acordo com informações da prefeitura da cidade, a Câmara não possui um telefone institucional.

De acordo com a resolução, a Câmara de Jericó passará a se reunir de forma ordinária em dois períodos do ano, sendo o primeiro do dia de 1º de março a 31 de maio e o segundo de 1º de setembro a 30 de novembro. As sessões passam a acontecer apenas às sextas-feiras, totalizando assim 24 dias por ano de trabalho efetivo.

A cidade de Jericó tem nove vereadores e todos eles se colocaram a favor da resolução. Os parlamentares recebem um salário de R$ 2 mil, o que significa que eles vão receber R$ 500 por sessão. A resolução aprovada não fala em dispensa de remuneração durante as férias estendidas.(G1.COM)

APROVAÇÃO DO GOVERNO DILMA É DE 55% APONTA PESQUISA IBOPE

A aprovação do governo Dilma Rousseff passou de 63% para 55%  entre março e junho, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (19).  A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O percentual de 55% é o dos entrevistados que consideram o governo “bom” ou “ótimo”, de acordo com o levantamento. O Ibope ouviu 2002 pessoas com mais de 16 anos em 142 municípios entre os últimos dias  8 e 11 deste mês.

O índice dos que consideram o governo “regular” passou de 29% para 32%. Já o percentual dos que consideram o governo “ruim ou péssimo” passou de 7% para 13%.

De acordo com a pesquisa, a piora na avaliação do governo ocorreu em todos os grupos de renda, mas com intensidade maior entre os que possuem remuneração mais elevada.

Entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo, houve uma queda de 5 pontos percentuais na proporção de “ótimo” ou “bom”. Entre aqueles que possuem renda de 2 a 5 salários mínimos e de 5 a 10 salários mínimos a queda foi de 10 pontos percentuais. No caso dos entrevistados com mais de 10 salários mínimos, a redução da aprovação do governo alcançou 21 pontos percentuais.

Já a aprovação pessoal de Dilma passou de 79% em março para 71% na pesquisa de junho.

CRÔNICA DO VEIGA

Vandalismo uma ova, o povo tá é puto.
Vandalismo é uma ação motivada pela hostilidade contra a arte de uma cultura, ou destruição intencional de bens e propriedades alheios.
Foi a palavra mais falada e escrita nos últimos dias pelas autoridades, imprensa e “entendidos”, seja para condenar “parte” dos manifestantes, seja pedindo para evitar.
Construir um estádio de futebol por 1 bilhão e 200 milhões para dois jogos não seria “uma ação intensional para destruição de bens e recursos da população?”
Zé Dirceu e sua turma soltos não seria uma ação de hostilidade contra a cultura, a população?
5.250 pessoas mortas, dentre elas 789 crianças, vítimas de erros nas construções das rodovias federais não seria uma destruição intensional?
65% das escolas primárias sem bibliotecas ou áreas de lazer no Brasil não seria um ataque, uma ação contra a arte, cultura e ao futuro?
Vandalismo é não terminar a transposição do São Francisco.
Vandalismo é como o governo federal trata a seca no semi-árido.
Se não ouvesse os vandalos oficiais que Lula, Dilma, o Congresso e a imprensa produzem e protegem e se não houvessem os “nossos vandalos do dia a dia e das manisfestações”, continuaríamos na mesma.
Viva e abaixo o vandalismo.

Por: Dr João Veiga

ESPAÇO DO INTERNAUTA

PEC 37 – A PEC DA IMPUNIDADE

Sou totalmente contra a PEC 37 (Projeto de Emenda a Constituição), que pretende tirar o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal, modificando a Constituição Brasileira.

Na prática, se aprovada, a emenda praticamente inviabilizará investigações contra o crime organizado, desvio de verbas, corrupção, abusos cometidos por agentes do Estado e violações de direitos humanos. Isto é retrocesso para a sociedade brasileira. Não podemos permitir que tal absurdo ocorra prejudicando os cidadãos de bem. As pessoas mais carentes são as que mais procuram e precisam do Ministério Público.

Na reunião da Câmara de Vereadores de Triunfo fiz questão de registrar em ata meu repudio a esta propositura, que visa na realidade beneficiar aqueles envolvidos em coisas ilícitas, por isto é conhecida como a PEC DA IMPUNIDADE.

Os grandes escândalos sempre foram investigados e denunciados pelo Ministério Público, que atua em defesa da cidadania de forma independente. A PEC 37 atenta contra o regime democrático, a cidadania e o Estado de Direito e pode impedir também que outros órgãos realizem investigações, como a Receita Federal, a COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o TCU (Tribunal de Contas da União), as CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), entre outros. Inclusive os condenados no mensalão poderão se beneficiar com a PEC 37.

Em todo o mundo, apenas três países vedam a investigação do MP: Quênia, Indonésia e Uganda.

Atenciosamente,

Djaci Marques
Vereador – PSD – Triunfo/PE