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Na ONU, Lula cobra ação de ricos contra desigualdade e diz que Conselho de Segurança perdeu credibilidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (19), na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, que “o mundo está cada vez mais desigual”.

Lula cobrou maior empenho dos “países ricos” em temas como a superação da fome e da desigualdade, a promoção da paz, a reversão das mudanças climáticas e a reforma de instituições como a própria ONU.

Ao tratar da guerra na Ucrânia e de outros conflitos pelo mundo, por exemplo, disse que o Conselho de Segurança da ONU (formado por Estados Unidos, China, Reino Unido, França e Rússia) “vem perdendo progressivamente sua credibilidade”.

Lula abriu seu discurso na assembleia, que durou pouco mais de 21 minutos, tratando da fome – e citou que 735 milhões de pessoas em todo o mundo vão dormir “sem saber se terão o que comer amanhã”.

“Há 20 anos, ocupei esta tribuna pela primeira vez. Volto hoje para dizer que mantenho minha inabalável confiança na humanidade, reafirmando o que disse em 2003. Naquela época, o mundo ainda não havia se dado conta da gravidade da crise climática. Hoje, ela bate às nossas portas, destrói nossas casas, nossas cidades, nossos países, mata e impõe perdas e sofrimentos a nossos irmãos, sobretudo os mais pobres. A fome, tema central da minha fala neste Parlamento Mundial 20 anos atrás, atinge hoje 735 milhões de seres humanos, que vão dormir esta noite sem saber se terão o que comer amanhã”, declarou.

O tema da desigualdade foi a tônica do discurso – e Lula voltou a usar o termo ao citar assuntos como a Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.

Em Havana, Luciana representa governo brasileiro na Cúpula do G77+ China

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, chefia a delegação brasileira na Cúpula do G77+China, em Havana. Ela representa o presidente Lula, que deve chegar a Cuba na noite desta sexta-feira (16). No encontro, a ministra vai defender a transferência de tecnologia para as nações em desenvolvimento. O evento tem como tema “Os desafios atuais para o desenvolvimento: o papel da ciência, da tecnologia e da inovação” e reúne, até o próximo sábado (16), mais de 100 países do Sul Global.

Em Havana, a ministra Luciana Santos e a ministra da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Cuba, Elba Rosa Pérez Montoya, assinam comunicado conjunto em que reativam o Comitê Gestor Brasil-Cuba de Ciência, Tecnologia e Inovação, selando a retomada da cooperação científica entre os dois países. A atuação de Luciana na construção de pontes entre os países para viabilizar e acelerar o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e de soluções tecnológicas em parceria com outras nações tem sido vista com entusiasmo pela comunidade acadêmica e pelo setor produtivo.

A ministra pernambucana é figura constante nas viagens internacionais de Lula. Este é o sexto país que Luciana visita ao lado do presidente, que tem dado destaque à cooperação científica na política externa de seu terceiro mandato. Eles já estiveram juntos na Argentina, no Uruguai, na China, em Portugal e na Espanha.

Zelensky aceita convite de reunião com Lula, diz Planalto

O presidente Lula (PT) ofereceu e o ucraniano Volodymyr Zelensky aceitou um encontro presencial entre os dois em Nova York. A agenda está marcada para às 16h desta quarta-feira (20), após o brasileiro se encontrar com o americano Joe Biden. A reunião foi confirmada por fontes do Palácio do Planalto ao blog.

Esta será a primeira reunião feita presencialmente entre os dois depois de críticas públicas feitas por Zelesnky em relação a declarações de Lula sobre a invasão da Rússia a território ucraniano.

O local para o encontro é no hotel em que Lula está hospedado em Nova York, onde participa de Assembleia Geral da ONU.

No domingo (17), o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que integra a comitiva de Lula nos Estados Unidos, confirmou a disponibilidade de espaço na agenda para o encontro. A novidade, agora, são tanto a oferta de Lula quanto o ‘sim’ de Zelensky para o encontro na quarta-feira à tarde.

8º Congresso PSOL em PE escolhe nesta sábado nova direção partidária e os rumos do partido

A Tese 02 “Revolução Solidária”, parte na frente por ter ganhado a maioria dos votos nas plenárias municipais.


Neste sábado (16), acontecerá o 8º Congresso do Psol PE. Ao menos 151 delegados(as) estaduais, eleitos(as) durante as plenárias municipais, terão vez e voto para escolher o novo comando da legenda pelos próximos três anos. O encontro acontecerá, a partir das 10h, no Clube do Sindsprev, BR-101, Km 57 – s/n – Guabiraba, no Recife.

Além disso, na ocasião serão debatidas as quatro teses propostas pelos grupos que disputam o comando da legenda; e aprovadas as resoluções de organização partidária, conjuntura politica e a tática para as eleições de 2024.

As teses que disputam o comando do PSOL em Pernambuco são: Primavera Socialista por um PSOL Popular; Psol Pernambuco de Todas as Lutas- Revolução Solidária; PSOL-PE Independente! Pra Lutar contra a Extrema-direita e Conquistar Direitos e Sementes PSOL-PE.

Vale salientar que a tese 02 “Revolução Solidária”, teve 1.956 dos 4.379 votos nas etapas municipais. Isso corresponde a quase 45% dos eleitores. O grupo que já larga na frente, tem como referência a deputada estadual Dani Portela; a vereadora do Recife Elaine Cristina, as ex-codeputadas das Juntas Robeyonce, Jo Cavalcanti e Joelma Carla, além de Eugênia Lima, em Olinda e o atual presidente estadual Tiago Paraíba.

O grupo Primavera Socialista por um PSOL Popular é representado por João Arnaldo. O PSOL-PE Independente! Pra Lutar contra a Extrema-direita e Conquistar Direitos tem à frente do grupo o dirigente Leandro Recife ; e a tese Semente PSOL-PE, é representada pelas ex- codeputadas Carol Vergolino e Kátia Cunha, além do vereador do Recife Ivan Moraes.

De 29 de setembro a 1° de Outubro, acontece o Congresso Nacional em Brasília (DF). Nele, haverá discussões estratégicas do partido, além de aprovação de resoluções e da escolha da nova Presidência Nacional. Serão avaliadas e debatidas a conjuntura Nacional e Internacional, além da tática partidária para o próximo período; os desafios para as eleições 2024 e 2026; análise do balanço da gestão e organização partidária, e a eleição da nova direção nacional, dos integrantes do Conselho Fiscal, da Comissão de Ética, e da Fundação Lauro Campos e Marielle Franco.

Conheça as teses de PE

Pernambuco

Ministra Luciana Santos ressalta contribuições da ciência para políticas públicas sobre clima

Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação e Rede Clima participaram da 1ª Reunião do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, em Brasília

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou nesta quinta-feira (14) as contribuições da ciência para os esforços de adaptação e mitigação dos impactos das mudanças climáticas. “É importante observar que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, especialmente por meio da produção científica brasileira, tem contribuído com todos os tópicos da nossa agenda de hoje”, afirmou a ministra durante a 1ª Reunião do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM), no Palácio do Planalto.

Ela lembrou a elaboração da 5ª Comunicação Nacional e os Relatórios Bienais de Transparência do Brasil à Convenção do Clima – “um dos exercícios mais relevantes na área de mudança do clima executados pelo Brasil, sob a coordenação do MCTI”.

Segundo Luciana Santos, a elaboração da 5ª Comunicação tem sido fundamental para a realização de estudos sobre as mudanças observadas no Brasil em relação a temperaturas, chuvas, número de dias secos consecutivos, entre outros dados.

“Quero destacar também que o MCTI participa da coordenação das atividades do processo de elaboração do Plano Clima, que abrange Adaptação e Mitigação. Nesse contexto, captamos US$ 4,2 milhões para o projeto DataClimaMais, que vai estruturar e institucionalizar a governança de dados para fortalecer o sistema de transparência climática do Brasil”.

O coordenador da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (RedeClima), Moacyr Araújo, ressaltou o papel da rede para a produção de conhecimento nacional “no que se refere ao desenvolvimento científico relacionado direta e indiretamente às mudanças climáticas com centenas de pesquisadores espalhados em todo país”.

Em julho, a RedeClima passou a ter uma cadeira permanente no Comitê.

A ministra do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, lembrou que o Brasil vai sediar um Cúpula do Clima, convocada pelas Nações Unidas (ONU), e o presidente Lula vai chegar no evento com algumas ações já concluídas. “Com certeza vamos para este debate já prontos com alguns resultados que queremos alcançar para a COP 30 aqui no Brasil”.

O CIM deve se reunir novamente em novembro deste ano. Também foram criados grupos de trabalhos temáticos para a discussão e elaboração de políticas públicas para o combate às mudanças climáticas.