
A presidenta da Associação Municipalista de Pernambuco, a prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado, recebeu representantes de organizações sem fins lucrativos, que trabalham na promoção de práticas humanitárias no sistema prisional e da justiça, na última terça-feira, dia 08. Estiveram presentes Cícero Alves, que é membro do Instituto Fênix, e João Barbosa, da Incarceration Nations Network, que tem sede em Nova York, nos Estados Unidos. Essa última é uma organização internacional que engloba mais de 126 parceiros em mais de 42 países. Já o Instituto Fênix se dedica à ressocialização de pessoas privadas de liberdade e à luta pela reinserção social de indivíduos que estão em situação de encarceramento.
As instituições estão empenhadas em realizar uma agenda diversa no Estado de Pernambuco e, para isso, contam com a parceria de secretarias e agências do Governo Estadual, assim como de representantes da sociedade civil. “A troca de experiências e práticas globais relacionadas aos direitos humanos é muito importante. Nós, enquanto Amupe, queremos dar todo o apoio às organizações que desempenham esse trabalho de acompanhamento humanitário, preservando a garantia de direitos. Estaremos sempre abertos ao diálogo e vamos sempre nos disponibilizar para encaminhar as informações necessárias e mostrar a realidade dos nossos municípios”, assegurou Márcia.
Essas organizações têm trabalhado para melhorar as condições carcerárias, garantir o respeito aos direitos fundamentais dos detentos e apoiar programas de reabilitação. Como exemplo dessa atuação, há a criação do Primeiro Restaurante Social do Brasil formado unicamente por ex-presidiários, empreendimento social também apoiado pela Incarceration Nations Network – INN.



O prefeito de Flores, Marconi, teve terça-feira (08) repleta de atividades na capital federal, buscando parcerias e projetos que impulsionem o desenvolvimento de sua cidade.

O Museu do Cangaço, de Serra Talhada, localizado no Sertão do Pajeú em Pernambuco, que abriga o maior acervo sobre a memória do cangaço do Brasil pode fechar as portas, por dificuldades financeiras. Com isso, deixa de mostrar aos turistas e ao povo serra-talhadense a lembrança viva da época de Lampião. O espaço, criado em 2009, conta com mais de 2.300 peças entre fotografias, armas, moedas, objetos e utensílios do Cangaço e do cotidiano sertanejo, como também documentos – como bilhetes escritos pelo próprio Lampião.