Posts published by “Junior Finfa”
José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
Morreu, por volta das 23h30 de segunda-feira (22), a jovem Bruna Silva Gobbi, 18 anos, vítima de um ataque de tubarão nesta tarde na praia de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Hospital da Restauração (HR), por volta da 1h desta terça (23).
O corpo da turista paulistana será encaminhado ao Instituto de Medicina Legal. Ainda não há informações sobre traslado do corpo, velório e enterro. Esse foi o 59º ataque de tubarão no litoral pernambucano e a 24ª morte, desde 1992, quando teve início a contagem desse tipo de incidente.
Bruna estava com uma prima quando foi atacada, por volta das 13h20 desta segunda. As jovens estavam na praia de Boa Viagem, na altura do edifício Castelinho. “Estávamos em um grupo de pessoas, eu, ela, nossos primos de Olinda, a mãe dela e a avó. Eu e ela estávamos no raso e percebemos que tinha um buraco, um declive, e não conseguíamos pisar no chão. Nessa hora um dos nossos primos pediu ajuda a um dos salva-vidas. Pouco depois de eu ter sido colocada no jet-ski dos Bombeiros, Bruna foi atacada”, relembrou Daniele Souza Gobbi, em conversa com o G1.
O que a jovem define como declive é, na verdade, uma forte correnteza causada pela chamada corrente de retorno. “É uma corrente muito forte e precisa saber nadar muito bem para escapar. Bruna e a outra pessoa que estava com ela foram arrastadas mais para dentro do mar. São correntes comuns em qualquer praia, não são uma particularidade do Recife”, explica a presidente do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), Rosângela Lessa, que também é professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
O governador Eduardo Campos assinou duas medidas para impulsionar os investimentos no setor de ciência e tecnologia, durante abertura do Fórum do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti/Confap). O evento aconteceu no Auditório do Campus Tecnológico do MCTI/NE. Os dois projetos serão enviados à Assembleia Legislativa, e deverão ser votados após o retorno do recesso parlamentar, em agosto.
A primeira ação é um Projeto de Lei que introduz regras no Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe) para incentivar a inovação na indústria Pernambucana. Com o ato, o governo busca dinamizar as atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) em Pernambuco, estimulando a inovação como pilar de competitividade do processo de desenvolvimento do Estado.
Com o projeto, a estimativa é que o apoio à ciência e tecnologia por parte privada aumente em mais de R$ 40 milhões. “São dois projetos legislativos. Esse primeiro vai exigir das empresas que têm benefícios fiscais do estado a darem uma contrapartida em pesquisa, desenvolvimento e inovação, inclusive com recursos voltados para a formação de pessoas, de doutores e mestres, um dinheiro que é sempre bem empregado”, afirmou Eduardo.
Hoje, o investimento privado em PDI no País se situa abaixo da média, uma das razões pelas quais a balança comercial de produtos de maior intensidade tecnológica tem se situado cada vez mais deficitária. Os gastos empresariais em PDI em relação ao PIB de 2008, apontam 0,53% para o Brasil; 1,08% para a China; 1,84% para a Alemanha e 2,0% para os Estados Unidos.
O segundo anúncio do governador diz respeito ao apoio constitucional à Facepe, garantindo um patamar mínimo da receita orçamentária do Estado de R$ 50 milhões anuais através de Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Em 2007, o percentual da receita orçamentária equivalente era de R$ 4 milhões.
Para Eduardo, é preciso ratificar os investimentos sobre esse valor que hoje o Estado propicia. “Esse patamar precisa ser garantido, mantendo esse caminho que traçamos desde 2007, transformando-se numa política pública de Estado”, destacou o governador. “Pernambuco tem uma grande tradição na questão da ciência e tecnologia, e vejo hoje como sua situação vem mudando significativamente em favor da ciência. Isso contribui com melhorias à qualidade de vida do brasileiro”, frisou o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp.
A filha de Dominguinhos, Liv Moraes, afirmou que o cantor voltou para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A informação foi repassada na tarde desta segunda-feira (22).
O artista havia saído da UTI no último dia 13 após apresentar melhora da infecção respiratória e controle da arritmia cardíaca. Um novo boletim com o estado de saúde do sanfoneiro será divulgado pelo hospital.
Dominguinhos luta há seis anos contra um câncer de pulmão. Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Ele estava em um hospital do Recife e foi transferido para o Sírio-Libanês no dia 13 de janeiro.
A nova Política Nacional de Irrigação (Lei 12.787/2013), aprovada em janeiro deste ano pelo Congresso Nacional, já rendeu avanços para o setor da irrigação. Tais possibilidades contribuíram com a previsão divulgada no início deste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontou a safra de grãos 0,3% maior do que a estimada para o mês de maio. Coordenada pelo Ministério da Integração Nacional, a lei representa a retomada do planejamento da atividade no setor produtivo irrigado.
De acordo com os dados do Instituto, a produção nacional de grãos de café foi de 759.796 toneladas (12,7 milhões de sacas – de 60 kg), 3,4% maior que a produção prevista para maio. O resultado foi atribuído às condições climáticas, aos tratos culturais adequados e à irrigação. Segundo o IBGE, nem mesmo os problemas enfrentados pelo período, como as temperaturas excessivas e a estiagem do começo deste ano, interferiram nos números positivos.
“Com a irrigação passamos a ter o controle que não teríamos que é a do acesso da planta à água, à chuva ou ao sol. Passamos a ter um domínio de risco na produção e a tecnologia de ponta utilizada na irrigação transforma essa possibilidade”, explica o secretario Nacional de Irrigação do Ministério da Integração Nacional, Miguel Ivan.
Lavouras mantidas com irrigação
O uso de técnica de irrigação contribuiu para o aumento significativo da produtividade do café no oeste da Bahia. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou um pacote tecnológico e orientou os fazendeiros baianos para um novo manejo, o que gerou um incremento na rentabilidade dos cafezais em aproximadamente 25%. Hoje, na região, 37 fazendas colhem 470 mil sacas por ano.
O ponto chave é uma nova maneira de manejar a irrigação. A técnica é conhecida como estresse hídrico ou stress hídrico. “A tecnologia do estresse hídrico, tem transformado a produtividade do café. Tanto na maior geração de renda para o produtor como na garantia de um café de maior qualidade”, afirma Miguel Ivan.
Segundo o pesquisador na área de irrigação e recursos hídricos da Embrapa, Lineu Rodrigues, não existe o melhor método de irrigação. “Na irrigação, se bem executada, pode-se obter com certa facilidade eficiências da ordem de 90%”, garante. No entanto, agricultura irrigada não pode ser aplicada em qualquer lugar. Apenas para àqueles lugares onde ela pode levar melhor a locação eficiente da produção agrícola. “O importante é que a irrigação seja bem feita, analisando-se a viabilidade técnica e econômica do projeto e também o seus benefícios sociais”, destaca.
O pesquisador ressaltou ainda que para cada técnica de irrigação existem diferentes tipos de sistemas. Os métodos são a forma pela qual se aplica a água nas culturas e podem ser classificados em: superfície, aspersão, localizada e subirrigação. “A existência de um grande número de sistemas se deve ao fato de se estar sempre buscando aumentar a eficiência de irrigação e a necessidade de adequação à variação do tipo de solo, características climáticas, cultura, suprimento de água, disponibilidade de energia e condições socioeconômicas e ambientais”, afirma.
Para Miguel Ivan, irrigação é sinônimo de desenvolvimento regional e contribui para o meio ambiente. Com a irrigação desmata-se menos, desloca os recursos de forma mais eficiente para a produção, gerando mais renda. “Irrigação não é sobre produto é sobre pessoas. Pessoas que querem gerar renda, que moram distante, pessoas que precisam do alimento com qualidade e que podem comprar o alimento com custo menor”, ressalta.










