Exatamente um ano após a compra de um imóvel na Rua Júlio Câmara por R$ 200 mil, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira mantém o local sem utilidade ou reformas.
Destinado ao Centro de Apoio Multidisciplinar Professora Nívea Cléa, o prédio hoje é um símbolo de desperdício, enquanto o município continua pagando aluguel para manter o serviço em outro endereço. A falta de planejamento fere princípios da administração pública e levanta questionamentos sobre a responsabilidade com o dinheiro do contribuinte.
A inércia da gestão municipal gera o temor de que o imóvel se torne mais um “elefante branco” na cidade, a exemplo do antigo Açougue Público.
Sem cronograma de obras ou justificativa para o atraso, a população aguarda respostas sobre o porquê de um investimento tão alto permanecer de portas fechadas. Mais do que transparência, o caso exige providências imediatas para que o patrimônio público finalmente cumpra sua função social e pare de gerar prejuízos ao erário.

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