A ausência de Danilo Simões nas recentes agendas da governadora Raquel Lyra na região do Pajeú tem sido notada nos bastidores políticos. A falta do assessor da Casa Civil em eventos estratégicos, como em São José do Egito, Tuparetama, e em Santa Cruz da Baixa Verde, levanta questionamentos.
Danilo é visto como uma peça importante, especialmente por sua expressiva votação de quase 10 mil votos na disputa pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira, cidade considerada um polo estratégico para a influência política de Raquel Lyra no Pajeú. Sua ausência, portanto, tem um peso que vai além de um simples desencontro.
A especulação sobre o motivo da ausência paira sobre a classe política: seria apenas uma questão de conflito de agendas ou um reflexo das recentes declarações do próprio Danilo? Em entrevistas anteriores, ele afirmou “não aceitar bola nas costas” e enfatizou falar “em nome de 10 mil pessoas” que o apoiaram nas urnas, sugerindo um descontentamento.
O silêncio em torno do assunto intensifica a incógnita, deixando no ar a possibilidade de que essa ausência seja um sinal de atrito ou um movimento político. O meio político aguarda os próximos desdobramentos, ciente de que a roda da política está sempre em movimento.

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